quinta-feira, 15 de dezembro de 2016

- IGREJA SEDIMENTADA




Antes de iniciarmos nosso artigo, vale a pena darmos uma rebuscada no dicionário para lembrarmos o que é sedimentação.
  • Sedimentação é um processo de separação de misturas heterogêneas, que apresentam mais de uma fase (por exemplo, água misturada com areia. A água é uma fase a areia é outra). A técnica consiste em deixar a gravidade atrair para o fundo do recipiente a substância mais pesada (areia), e a mais leve ficará concentrada na parte de cima (a água). Quando as partículas das substâncias são muito pequenas, demoram muito para sedimentarem.
Agora que nós já voltamos no tempo e relembramos as aulas de ciências, gostaria de levá-lo a uma visão comparativa de uma igreja em suspensão e uma igreja em sedimentação.

Vamos usar os exemplos da explicação: água e areia. Imagine que a água é o Espírito Santo e nós, a igreja, somos a areia. São por si só substâncias heterogêneas, não têm uma combinação estável, dependem de movimento para que se mantenham misturadas, cessado o movimento inicia-se imediatamente, por ação da gravidade, o processo de sedimentação em que a areia se depositará no fundo do recipiente e a água ficará acima.

Não temos por nós mesmos condições e sermos homogêneos com a natureza divina, por causa da nossa natureza contaminada pelo pecado, por isso foi preciso que Jesus viesse ao mundo para nos tornar aptos a estar na presença de Deus, sendo assim o nosso propiciatório.

Quando servimos ao Senhor, estamos mergulhados nas águas do Seu Espírito e temos em nossos corações um amor transbordante e um desejo incontido de servi-lo e adorá-lo fazemos com que a sua poderosa mão nos erga mantendo-nos em suspensão com o movimento constante da água. Nesse enlace espiritual e maravilhoso somos levados por todos os lados e imagine que cada grão de areia represente um membro da igreja.

Imagine agora que aquele amor transbordante comece a perder sua impetuosidade, que aquele desejo incontido de servir e adorar já não tem tanta intensidade, as preocupações com os lidares do cotidiano, os cuidados deste mundo e, por opção nossa, vamos para o fundo do recipiente não nos permitindo sentir a força suspensória do Espírito Santo.

Agora imagine que isso aconteça com toda uma igreja ou com quase toda ela. Uma igreja que com o passar do tempo foi-se estagnando, perdendo o contato estreito com o Espírito Santo e aos poucos parando seu movimento, perdendo sua relevância, tornando-se invisível aos olhos do mundo. Seus ouvidos e olhos estão cerrados para aquilo que vive e continua com seus cultos ritualísticos e celebrativos da tradição denominacional, não percebendo a presença do Espírito Santo acima de si a espera que acorde de sua letargia espiritual.

Parece algo inaceitável e inacreditável, mas infelizmente tais situações são mais reais do que se imagina. Crentes que pensam já terem vivido ao máximo de seu relacionamento com Deus, não lhes ardendo mais no coração a febre do primeiro amor. Foi esquecido o desejo e rogo do Apóstolo Paulo em Romanos 12:1-2 ROGO-VOS, pois, irmãos, pela compaixão de Deus, que apresenteis os vossos corpos em sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional. E não sede conformados com este mundo, mas sede transformados pela renovação do vosso entendimento, para que experimenteis qual seja a boa, agradável, e perfeita vontade de Deus.

Claro, estamos falando de igrejas locais, e não da noiva de Cristo, mas as igrejas estagnadas ou sedimentadas, descansam em seus bancos inertes enquanto o mundo à sua volta clama por atitude que faça diferença, por uma mão se estenda a tirá-lo da lama e do caos, por uma voz que clame no deserto e fale de Jesus, de salvação, de arrependimento, confissão de pecados e de um caminho diferenciado que pode leva-lo ao céu.

Só as IGREJAS em suspensão são capazes de perceber esse movimento espiritual das trevas trazendo a Luz de Cristo sobre ele.

Só as igrejas em suspensão são capazes de entender que à Igreja foi dada por Jesus as chaves que abrem as portas do céu ao homem pecador, sendo esse seu compromisso. Só as igrejas em suspensão compreendem que cada crente é um ministro e cada casa uma igreja.

Precisamos urgentemente de homens e mulheres com o chamado de Deus, voltados à oração, ao compromisso com o ministério,  e que falem aquilo que as pessoas não querem ouvir, mas que tenham a responsabilidade de mexer as águas para que aos poucos aconteça o despertamento da igreja sedimentada, para que ela se levante e perceba o seu lugar na luta contra o inferno, e volte a viver o primeiro amor e a sonhar e buscar a cada dia sua relevância como Corpo de Cristo!

Tenho dito...

Um abraço no seu coração
Fique na Graça e na Paz do Senhor Jesus
Pr William Thompson

terça-feira, 13 de dezembro de 2016

- UMA MESA PARA O VOVÔ


Um frágil e velho homem foi viver com seu filho, nora, e o seu neto mais velho de quatro anos. As mãos do velho homem tremiam, e a vista era embaralhada, e o seu passo era hesitante.

A família comeu junto à mesa. Mas as mãos trêmulas do avô ancião e sua visão falhando, tornou difícil o ato de comer. Ervilhas rolaram da colher dele sobre o chão. Quando ele pegou seu copo, o leite derramou na toalha da mesa. A bagunça irritou fortemente seu filho e nora:

"Nós temos que fazer algo sobre o Vovô," disse o filho.
"Já tivemos bastante do seu leite derramado, ouvindo-o comer ruidosamente, e muita de sua comida no chão".

Assim o marido e esposa prepararam uma mesa pequena no canto da sala.

Lá , Vovô comia sozinho enquanto o resto da família desfrutava do jantar.

Desde que o Avô tinha quebrado um ou dois pratos, a comida dele foi servida em uma tigela de madeira. Quando a família olhava de relance na direção do Vovô, às vezes percebiam nele uma lágrima em seu olho por estar só.

Ainda assim, as únicas palavras que o casal tinha para ele eram advertências acentuadas quando ele derrubava um garfo ou derramava comida.

O neto mais velho de quatro anos assistiu tudo em silêncio. Uma noite antes da ceia, o pai notou que seu filho estava brincando no chão com sucatas de madeira. Ele perguntou docemente para a criança, "O que você está fazendo? "Da mesma maneira dócil , o menino respondeu: " Oh, eu estou fabricando uma pequena tigela para Você e Mamãe comerem sua comida quando eu crescer." O neto mais velho de quatro anos sorriu e voltou a trabalhar.

As palavras do menino golpearam os pais que ficaram mudos. Então lágrimas começaram a fluir em seus rostos.

Entretanto nenhuma palavra foi falada, ambos souberam o que devia ser feito. Aquela noite o marido pegou a mão do Vovô e com suavidade o conduziu para a mesa familiar.

Para o resto de seus dias de vida ele comeu sempre com a família. E por alguma razão, nem marido nem esposa pareciam se preocupar mais quando um garfo era derrubado, ou leite derramado, ou que a toalha da mesa tinha sujado.

As crianças são notavelmente perceptivas. Os olhos delas sempre observam, suas orelhas sempre escutam, e suas mentes sempre processam as mensagens que elas absorvem. Se elas nos vêem pacientemente providenciar uma atmosfera feliz em nossa casa, para nossos familiares, eles imitarão aquela atitude para o resto de suas vidas.

O pai sábio percebe isso diariamente, que o alicerce está sendo construído para o futuro da criança.

Sejamos sábios construtores de bons exemplos de comportamento de vida em nossas funções.

Para que temas ao Senhor teu Deus, e guardes todos os seus estatutos e mandamentos, que eu te ordeno, tu, e teu filho, e o filho de teu filho, todos os dias da tua vida, e que teus dias sejam prolongados.
Deuteronômio 6:2


Lembre-se também do Mandamento que Deus nos deixou : "Honra o teu pai e tua mãe para que se prolonguem seus dias na terra ......"  Êxodo 20:12 

Autor desconhecido

Um abraço no seu coração
Fique na Graça e na Paz do Senhor Jesus
Pr William Thompson

- VPC - Grupo Semente - Plantando a Semente 02. Louvemos a Uma Só Voz (1982)

quinta-feira, 24 de novembro de 2016

- O CRENTE BEBÊ, O JOVEM E O VELHO!



I João 2:14
14 - Eu vos escrevi, pais, porque já conhecestes aquele que é desde o princípio. Eu vos escrevi, jovens, porque sois fortes, e a palavra de Deus está em vós, e já vencestes o maligno.


Estamos habituados com a leitura deste texto de I João 2:14 em reuniões que envolvem a juventude. É comum que este verso seja em geral direcionado aos jovens das igrejas, mas podemos estar incidindo em um erro. No âmbito espiritual temos pelo menos três tipos distintos de pessoas que povoam nossas igrejas: os bebês espirituais, os jovens espirituais e os velhos espirituais, que neste texto passaremos a chamar de crentes bebês, crentes jovens e crentes velhos.


·        CRENTE BEBÊ:
É aquele recém-convertido que está na febre do primeiro amor e ele vive e sente cada momento na presença do Senhor, valoriza estar a sós com Deus, estuda (come) a Palavra, tem prazer em ir às reuniões da igreja. Uma coisa que é preciso, por parte do discipulador do crente bebê, ou novo crente é cuidar para que ele não se torne um ativista, alguém que quer fazer tudo o tempo todo. Se tiver uma obra ele está lá, se for necessário alguém para auxiliar na zeladoria, ele está lá, é pau para toda obra e isso não é bom, ele precisa ser ensinado que existe a obra de Deus, mas que o mais importante é o Deus da obra.

·        CRENTE JOVEM:
É aquele a quem se refere o texto de I João 2:14. Não tem nada a ver com a idade da pessoa e sim com sua experiência no Reino. É o cristão que está sempre pronto para o serviço e apto como o texto de II Timóteo 2:15 Procura apresentar-te a Deus aprovado, como obreiro que não tem de que se envergonhar, que maneja bem a palavra da verdade
É este jovem que está sendo preparado para em breve ser um PAI ESPIRITUAL, ser um cuidador de bebês espirituais, um discipulador e, como disse, isso independe da idade. Podemos ter jovens com 80 anos e bebês com 50 e também e vice versa. Uma característica do crente jovem é que ele está sempre com vontade de aprender, principalmente no que diz respeito ao cuidado com pessoas e com a obra do Senhor, sem se distanciar do Senhor da obra.

·        CRENTE VELHO:
Eis aí um problema. O crente velho é uma engrenagem com dentes quebrados dentro da maquina espiritual e que muitas vezes acaba sendo pedra de tropeço principalmente para os iniciantes na fé (bebês espirituais).
- Crente velho se escandaliza com tudo. (*PRECISAMOS ENTENDER QUE O ESCÂNDALO É UM FATOR GERADOR DE PECADOS NO SEIO DA IGREJA).
- Crente velho dificilmente esta disponível para o trabalho, principalmente se esse trabalho é fora das quatro paredes.
- Crente velho não gosta de ser confrontado. Para ele o tempo que ele tem na igreja vale muito e se for muito antigo se acha mais crente que os outros.
- O crente velho gosta de estar na sua zona de conforto e de lá observar e lançar suas críticas sobre todos.

Em suma; podemos ser:

Ativistas, acomodados ou instrumentalizados.
O primeiro precisa ser discipulado, o segundo precisa acordar e voltar ao primeiro amor e o terceiro; esse é aquele que Deus usa para mudar a vida dos dois primeiros.

Mateus 9:16-17 Ninguém deita remendo de pano novo em roupa velha, porque semelhante remendo rompe a roupa, e faz-se maior a rotura. Nem se deita vinho novo em odres velhos; aliás rompem-se os odres, e entorna-se o vinho, e os odres estragam-se; mas deita-se vinho novo em odres novos, e assim ambos se conservam.

Pois é; o bebê e o jovem são os *odres novos, prontos para receberem o vinho novo, roupa nova que não necessita de remendos, apenas de cuidados, ser bem lavada, bem engomada, bem passada e bem usada.

O crente velho, (que poder ter 20 anos de idade) será um odre velho, uma roupa velha, na qual não se pode deitar remendo, pois se rasgará cada vez mais.

Se você está se sentindo um velho, espiritualmente falando, preste atenção ao que a Bíblia nos dia em Isaías 40:31 Mas os que esperam no SENHOR renovarão as suas forças, subirão com asas como águias; correrão, e não se cansarão; caminharão, e não se fatigarão.

Então confesse a Deus sua deficiência, coloque nas mãos dEle aquilo que te amarra na zona de conforto, faça como Josué: Tão somente esforça-te e tem mui bom ânimo, para teres o cuidado de fazer conforme a toda a lei que meu servo Moisés te ordenou; dela não te desvies, nem para a direita nem para a esquerda, para que prudentemente te conduzas por onde quer que andares. Josué 1:7

*Quando meu irmão comete um  pecado e eu me escandalizo, ele acaba pecando duas vezes: uma pelo pecado em si e outra pelo meu escândalo. Aprenda a lidar com as situações, por mais críticas que sejam, para não se escandalizar e assim ajudar o seu irmão num momento difícil!

*Odre (ô) (do latim utre), também chamado de pele (do latim pelle), é como se chama um antigo recipiente feito de pele de animal, geralmente de cabra, usado para o transporte de líquidos como água,azeite, leite, vinho, manteiga ou mesmo queijo.


Fica a dica!

Um abraço no seu coração
Fique na Graça e na Paz do Senhor Jesus
Pr William Thompson

terça-feira, 8 de novembro de 2016

- FANTÁSTICO NEGA RESSURREIÇÃO EM MATÉRIA SOBRE JESUS



O programa Fantástico, transmitido pela rede Globo aos domingos exibiu uma matéria, no último dia 06/11, sobre a restauração da Basílica do Santo Sepulcro. Contudo, a revista dominical mais antiga da televisão brasileira cometeu dois erros grosseiros ao falar sobre o assunto.

A reportagem mostrava as cenas do trabalho de restauração da igreja construída no século 4 sobre a pedra onde se acredita que o corpo de Cristo foi depositado depois da crucificação.

Os apresentadores Tadeu Schimdt e Poliana Abritta chamaram o local, no centro de Jerusalém, de “um dos mais importantes do cristianismo”. Logo em seguida, foi mostrada uma animação de como teria sido “cavado” o túmulo na rocha e disseram que isso era “segundo os textos bíblicos”.

Contudo, ao lembrar os eventos que sucederam há dois mil anos atrás, a narração afirma: “a tumba não guarda mais o corpo de Jesus que desapareceu dias depois do sepultamento”. Mais que um erro grosseiro de redação, trata-se da negação do fato mais importante dos evangelhos: a ressurreição no terceiro dia.

A matéria prossegue, mencionando as narrativas de “várias passagens bíblicas”. Lembra que no evangelho de Mateus [27:60] é mencionado um “´túmulo novo” aberto na rocha. Ao citar a passagem de Marcos 15:46, afirma que o José que colocou uma grande pedra na entrada era “pai de Jesus”.

Ora, apenas três versículos antes, o texto diz claramente “José de Arimateia, senador honrado” que “pediu o corpo de Jesus”. Uma breve lida nos três outros evangelistas – Mt 27:57, Lc 23:50 e Jo 19:38 – comprovam que se tratava de um homem rico, o dono original daquela sepultura e não o carpinteiro José, pai adotivo de Jesus, que não é mencionado na Bíblia após o início do ministério de Cristo na vida adulta.

A matéria do Fantástico, programa com grande audiência, mostra que a rede Globo não está interessada em preservar as verdades das Escrituras que cita de modo equivocado, induzindo o telespectador ao erro. Dois erros tão primários e em sequência mostram que não se primou pelo rigor jornalístico de “checar as fontes”, no caso o Novo Testamento, citado de forma parcial.

Mais grave ainda é o fato de negar-se a ressurreição, o centro da mensagem do evangelho, preferindo propagar a mesma versão falsa que os soldados romanos divulgaram após serem subornados pelos sacerdotes em Jerusalém (Mateus 28:13-15).

Anos mais tarde, o apóstolo Paulo explicaria aos primeiros cristãos, “se Cristo não ressuscitou, é inútil a nossa pregação, como também é inútil a fé que vocês têm” (1 Coríntios 15:1
4).

Assista a reportagem:









Um abraço no seu coração
Fique na Graça e na Paz do Senhor Jesus
Pr William Thompson

Fonte Gospel Prime


segunda-feira, 7 de novembro de 2016

- EUROPEUS DEVEM “TER A CORAGEM DE VOLTAR À IGREJA E À BÍBLIA”, PEDE MERKEL!

Declaração da líder alemã surpreendeu a muitos!


Merkel pede que europeus voltem à igreja e à Bíblia.


A chanceler alemã Angela Merkel é filha de um pastor e nunca escondeu sua fé. Em uma palestra recente na Universidade de Berna, Suíça, foi questionada sobre o “perigo” que os imigrantes muçulmanos representariam para a Europa.

Como tem sido amplamente divulgado, a Alemanha é o principal destino de milhares de refugiados que tentam escapar das guerras no Oriente Médio e na África.

A reação de Merkel causou grande desconforto entre os ouvintes, pois foi um tanto inesperada. Afinal, pareceram ter saído de uma líder religiosa, não uma liderança política. Até o momento nenhuma igreja deu declarações tão incisivas sobre o assunto.

Angela disse acreditar que a melhor resposta é os europeus terem “a coragem de ser cristãos, de fomentar o diálogo (com os muçulmanos), de voltar à Igreja, de se aprofundar de novo na Bíblia”. Depois acrescentou, “se você perguntar às crianças em idade escolar o que é o Pentecostes, as respostas provavelmente serão muito decepcionantes”.

O governo alemão está bastante envolvido na busca de uma solução para a crise dos imigrantes. Mas sua líder quis mostrar que não haveria motivos para se ter medo do Islã. Ela tem pedido dialogo e defende que “antes é necessário nos conhecermos e entendermos”.

Merkel disse que “Gostaria de ver mais pessoas tendo a coragem de dizer: “Eu sou cristão”. Lembrou que na Alemanha a frequência à igreja caiu significativamente. Sua sugestão é que ao invés de ter medo das pessoas de outra religião, as pessoas deveriam voltar para as raízes do continente. Lembrou que “nossa tradição é assistir a um culto na igreja e aprender alguns fundamentos bíblicos”.

A Alemanha deverá receber mais de 800 mil refugiados só neste ano – quatro vezes mais do que o total registrado em 2014. O governo afirma que poderá receber até 500 mil refugiados por ano nos próximos anos.

Entre as muitas campanhas contrárias a inserção de todas essas pessoas no país, o principal argumento é que 
muitos jihadistas e soldados de grupos extremistas estão entrando disfarçados como imigrante. Informações de Gospel Prime Via Evangelical Focus. 

* Vozes já começam a clamar no deserto!

Um abraço no seu coração
Fique na Graça e na Paz do Senhor Jesus
Pr William Thompson

sábado, 29 de outubro de 2016

- ADORAÇÃO, OU MANTRA?



Costumo expor aos integrantes do Ministério de Adoração que o momento de culto é como se fosse um casamento: a Igreja é a noiva, Cristo é o noivo e o Ministério de Louvor faz o papel do pai da noiva, entregando-a nos braços do noivo em total e perfeita adoração.

Existem algumas coisas que ocorrem que podem aguçar a adoração, aproximando cada vez mais a igreja do coração de Deus, assim como podem dispersar a atenção e, por conseguinte, deixamos de ter adoração.

Acabamos por ficar naquilo que Jesus fala em Mateus 6:7 sobre vãs repetições, coisas que se assemelham a mantras e que não contribuem em nada na adoração e edificação da igreja.

Vamos compartilhar algumas ideias sobre por que repetir ou não as coisas quando estamos cantando ou ministrando no momento de louvor nos cultos.

Mas existe muita repetição, e isso pode ser uma crítica válida para os líderes de louvor que repetem as coisas demais.

Então, como líderes de louvor sabem quando devem repetir ou não repetir? Vou tentar apresentar algo muito prático aqui:

1. Suponha que uma vez é suficiente
Sua linha de base para uma canção deve ser de cantá-la uma vez. Simples.

2. Repita algo que é desconhecido
Uma maneira de pensar sobre a condução com discernimento é desta forma: líderes de louvor eficazes têm quatro antenas todo o tempo que estiver na frente. Uma para a liderança do Espírito Santo, uma para os músicos que estão liderando ao lado, uma para a congregação, e uma para o pastor.

Se a sua antena da congregação diz que eles não chegaram a obter esse primeiro verso ou aquele coro (ou seja, ainda é novo ou as letras não foram projetadas a tempo), então provavelmente é uma boa ideia cantá-la novamente.

3. Repita algo que o Espírito Santo quer levemos para casa
Usando sua antena do Espírito Santo, enquanto você está cantando através da música, seja sensível ao seu estímulo e liderança. Para mim, isso vem na forma de uma sensação de que o Espírito Santo quer nos conduzir a determinado ponto que nós não compreendemos totalmente da primeira vez.

Isso é um pouco de repetição que faz uma grande diferença. Mas por outro lado…

4. Esteja ciente de que muita repetição trabalha contra você
Um vez: linha de base.
Duas vezes: Pode ser útil dependendo do grupo.
Três vezes: Você está empurrando.
Quatro vezes: Você já cruzou a linha.
Cinco vezes: Você está no seu próprio mundo.
Seis vezes: Você nunca mais vai ser convidado a liderar a adoração nesta igreja novamente.

Uma vez que você começar a repetir as coisas, esteja ciente de que você tem que avaliar se a sua repetição estará adicionando ou subtraindo do efeito que você está esperando conseguir. Repetição eficaz é um sublinhado. Repetição ineficaz está fora de contexto.

5. Esteja ciente do nível de conforto dos músicos e de sua congregação
Se a sua congregação não é acostumada a repetir alguma coisa, use a repetição com moderação. Mesmo para seus músicos. Gradualmente acostume-os à ideia com a prática, e repetindo apenas o que é realmente importante, para mostrar-lhes como ele pode ser útil.

6. Eles ainda estão com fome?
Há momentos em que uma criança de dois anos e meio de idade não vai comer nada. Às vezes é porque, enquanto ela está com fome, ela não percebe o quão boa é a comida em seu prato. Mas às vezes é porque ela não está realmente com fome.

Quando você está conduzindo uma canção, tente estar ciente de que eles ainda estão com fome ou não. Às vezes, repetindo algo você pode ajudá-los a perceber que eles estão em falta e, em seguida, eles vão devorá-lo. Outras vezes, repetindo algo, você está tentando erguer as bocas abertas e forçá-lo para baixo.

7. Repita verdade objetiva sobre respostas subjetivas
Pense consigo mesmo quando você está liderando louvor: há qualquer coisa que já cantamos que seríamos beneficiados lembrando-nos sobre ela outra vez? Ao repetir a verdade sobre quem é Deus e o que ele fez por nós em Jesus Cristo nós permitimos que “… a palavra de Cristo habite em nós ricamente …” (Colossenses 3.16).

E isso, é realmente o ponto de repetição – deixar que a palavra de Cristo habite ricamente em nossos corações. Não é para conduzir as pessoas em um frenesi ou um estado sem sentido, mas para ajudá-las a agarrar a glória de Deus, ajudando-as cantar com entendimento.

Sabiamente – e com discernimento – use a repetição como uma ferramenta, líderes de louvor podem pastoralmente apontar suas congregações para aquele que é digno de louvor sem fim. Aponte Jesus como um sublinhador, um marcador, e um refletor.

Um abraço no seu coração
Fique na Graça e na Paz do Senhor Jesus
Pr William Thompson




ADAPTADO do texto original de Jamie Brown. Copyright © 2016 Worthily Magnify. Original: Let Me Repeat Myself? – Part Two



sábado, 22 de outubro de 2016

- CARTA ABERTA AO PASTOR CABO-ELEITORAL


Pastor cabo-eleitoral sua visão com respeito à missão da igreja está turva. Você pensa que a missão da igreja é dar dimensão moral à vida política. Quando estudamos a vida dos crentes no livro de Atos, constamos que eram pessoas diferentes, porque todo o seu manancial de vida tinha sido renovado pelo poder do Evangelho. Vemos vínculo de amor, imenso poder espiritual, influência espiritual e ousadia. Nada disso foi alcançado mediante o engajamento na política da época. Não há nenhum registro bíblico de que o crente deva se engajar na política para influenciar o governo a mudar seus métodos, estratégias e projetos. O propósito divino é que, mediante vida piedosa a igreja faça emudecer as estratégias e projetos diabólicos.


Quero lembrar-lhe que o Novo Testamento declara que o crente é cidadão do céu, cuja esperança e chamada não dizem respeito a este mundo. O crente está aqui apenas provisoriamente rumo a sua pátria celestial. É peregrino e forasteiro. É um viajor e um residente temporário neste mundo. É embaixador de Cristo. O interesse primordial do crente sempre deve ser o Reino de Deus, e depois, por causa disso, a salvação das almas. E, talvez até tenha de sofrer como Paulo, que se disse “embaixador em cadeias”. Na verdade, pastor-cabo eleitoral, o crente deve dedicar a sua vida a coisas que dizem respeito ao seu Senhor e deixar o mundo ocupar-se das que dizem respeito ao seu mestre – Satanás.


A função primordial de um pastor não é levar suas ovelhas a se entusiasmar com a cristianização da política, mas exorta-las à santificação sem a qual ninguém verá ao Senhor. É patético, para não dizer burlesco, você levar o seu rebanhão a pensar que sua ideia de politicagem no culto é inovadora. Se você não sabe, o culto a Deus tem que ser biblicamente relevante. O culto biblicamente relevante é teocêntrico, tem a glorificação de Cristo como alvo e a Bíblia como tudo. Púlpito é local para se pregar o Evangelho e não para fazer propaganda de candidato. Você tem praticado voto de cabresto no púlpito através do abuso de “autoridade espiritual”. Lamentável! Muito lamentável!


Talvez você pense que se faz necessário a igreja ter representante político para que as leis diabólicas não sejam aprovadas. Com isso, nossos filhos não sejam influenciados pelos professores de seu colégio. Ora, se dermos uma base doutrinária evangélica sólida a nossos filhos eles serão luz e sal em qualquer ambiente degradante. Influenciarão e não serão influenciados. Agora, se receber uma doutrina de meia-boca serão espiritualmente destruídos.


Quero lembrar-lhe que o grande avivamento no País de Gales, em 1904, começou não com os crentes se engajando na política da época, mas com uma reunião de oração liderada por Evans Robert. Como resultado, caravanas de todas as partes do mundo ali chegavam para ver as coisas extraordinárias que Deus estava fazendo. Os grandes estádios de futebol ficaram vazios. Os teatros tiveram de cancelar suas apresentações. Os bares fecharam suas portas. Os prostíbulos deixaram de existir. Os juízes presenteavam-se uns aos outros com luvas brancas, porque não havia crimes para serem julgados. Deus agiu sem os crentes engajarem-se na política.


Um fato extraordinário da história da igreja ocorreu no século XVIII entre os irmãos morávios. Nicolau Zinzendorf, envergonhado com a esterilidade da igreja, quebrantou-se, jejuou e orou por si e pela igreja, até que o avivamento veio em dezembro de 1727, dando um novo rumo ao seu País sem nenhum representante evangélico no parlamento.


A igreja deve avançar na força do Senhor e arrancar as vidas cativas do império das trevas para o Reino da luz sem que seja necessário ter representantes na política desse mundo.


É o que tenho a dizer,
Fonte: Ir. Marcos Pinheiro em Voltemos às Raízes


Um Abraço no Seu coração
Fique na Graça e na Paz do Senhor Jesus
Pr William Thompson

- O QUE É E O QUE FAZ UM LÍDER?

A atividade humana, há séculos, deixou clara a necessidade de atuação em equipe. O homem que saia sozinho à caça raramente retornava com o prêmio de seu trabalho, uma vez que as feras o tragavam.
Depois de muitas experiências inglórias, os homens passaram a atuar em grupo, a fim de enfrentarem as adversidades que os desafiavam. Nesses grupos, sempre surgia um indivíduo que se destacava nas estratégias, por isso, era seguido pelos demais. Esse era o líder.
Nossas atividades alcançam melhor resultado quando organizadas em torno de uma liderança capaz de mostrar aos demais a melhor forma de conseguir êxito. A liderança unifica, apresenta métodos de sucesso. Deve haver liderança na família, no trabalho, nos estudos, nas igrejas e nas atividades religiosas. Todavia, líder não é o que dita regras; não se faz o que ele "impõe", mesmo que o faça com sutileza e artimanha.
O líder tem a função de apresentar os bons projetos; mas, cabe aos liderados a aceitação ou a recusa dessas propostas. Já não vale a máxima latina "magister dixit".
Quando se trata de liderança evangélica o processo não é, de modo algum, diferente; sobretudo, nos assuntos referentes à doutrina bíblica e à vida cristã, (2 Pe 1.20). Nenhum líder está acima do que dispõe a Escritura Sagrada.
Em Bereia, o apostolo Paulo não se opôs a que seus ouvintes fossem examinar "cada dia nas Escrituras se estas coisas eram assim" (At 17.11). Ora, pela autoridade de liderança que ele tinha, poderia até dizer "aceitem o que eu disse, porque eu conheço a verdade, tenho experiência e vocação divina". Mas o apóstolo teve a satisfação de ter o seu discurso revisto, aprovado e recebido pelos que examinavam o conteúdo apresentado. Isso é ser líder!
Hoje há inúmeros condutores de rebanhos submissos, indoutos na Palavra, seguidores de uma liderança que se impões preponderante, vaidosa, e temerária.
Esse pobres liderados são transformados em espécie de robôs prontos a acatar qualquer que seja a imposição de um "chefe" que se põe acima do bem e do mal. É isso que sustenta um mal chamado fanatismo religioso.


Um abraço no seu coração.
Fique na Graça e na Paz do Senhor Jesus.
Pr William Thompson

quarta-feira, 5 de outubro de 2016

- QUEM É VOCÊ? UM "VOLUNTÁRIO" OU UM SER CHAMADO POR DEUS?


Sempre ouvimos em nossas igrejas que o Reino de Deus precisa de líderes, de voluntários, de pessoas dispostas a pagar o preço de ser um servo a serviço de outros servos. Mas qual será o limite entre o voluntário e um servo; um voluntário e um vocacionado, chamado pelo próprio Deus para servi-lo?

Eis aqui 10 diferenças básicas entre um voluntário e um vocacionado!

1 - "Voluntários" veem seus envolvimentos na igreja como serviço comunitário, mas pessoas chamadas por Deus veem isso como ministério;

2 - "Voluntários" queixam-se do quanto vai custar servir, mas pessoas que são chamadas estão comprometidas com o serviço. Pessoas vocacionadas ficam fortalecidas no serviço. Você não vai ouvi-las reclamando: ah, não! Tenho que levantar cedo no domingo para ir a igreja. Elas calculam o custo, mas também podem ver os benefícios;

3 - "Voluntários" recuam quando se trata de resolver conflitos de relacionamento, mas pessoas chamadas por Deus buscam equacionar esses conflitos em nome da unidade;

4 - "Voluntários" encaram ensaios como outro compromisso que são obrigados a cumprir, mas pessoas chamadas por Deus aguardam pelo ensaio como outra oportunidade de serem usadas por Deus;

5 - "Voluntários" não fazem preparações ou ensaios extras, mas pessoas que são chamadas por Deus vêm aos ensaios e apresentações o mais preparadas possível;

6 - "Voluntários" não estão abertos a sugestões, adotando sempre uma postura de defesa diante delas. Mas pessoas chamadas por Deus são gratas pelo retorno que recebem porque querem ser o melhor que podem ser;

7 - "Voluntários" sentem-se ameaçados pelo talento de outros, mas pessoas chamadas por Deus o louvam por distribuir talentos conforme Sua vontade;

8 - "Voluntários" querem desistir ao primeiro sinal de adversidade ou desânimo, mas pessoas chamadas por Deus cavam trincheiras e perseveram. Quando há um problema, pessoas chamadas por Deus não sentam e reclamam de tudo, ou transferem a responsabilidade para os outros. Elas oram, elas escolhem tornar-se parte da solução ao invés de parte do problema;

9 - "Voluntários" encontram sua principal fonte de realização em seus talentos e habilidades e esperam reconhecimento das pessoas, querem os “maiores papéis”, mas pessoas chamadas por Deus chamadas sabem que ser usado por Deus é a experiência mais recompensadora que você pode ter em sua vida não importa quão pequena seja;

10 - "Voluntários" não conseguem lidar com situações nas quais são pressionadas, mas pessoas chamadas por Deus respondem ao Seu chamado com uma humilde dependência Dele. Elas sabem que Deus irá solucionar o que parece sem solução.


Faça uma autoanálise e descubra se você é um voluntário ou um chamado  por Deus!




Um abraço no seu coração
Fique na Graça e na Paz do Senhor Jesus
Pr William Thompson

segunda-feira, 26 de setembro de 2016

- YOU TUBE, FACEBOOK, WHATSAPP... OS PERIGOS DA COMUNHÃO VIRTUAL!

Adaptado de www.ubeblogs.net

Você já viu como as pessoas vivem hoje em dia, com a cabeça baixa, os olhos enterrados no celular, numa conversa que nunca termina com “amigos” virtuais?

Isso é irritante.

Já vi pessoas que estando lado a lado fisicamente, preferem conversar pelo qwert de um celular. Já não se olham nos olhos e preferem acreditar que há “verdade” em tudo o que está escrito na pequena tela.

O pior é que as redes sociais já invadiram as nossas igrejas.

Pessoas seguem e são seguidas, mas ninguém é levado a lugar algum, essa tecnologia da comunicação tem afetado todo o sistema de relacionamento social no mundo. Muitas pessoas não contam com a proximidade de dez amigos, mas contam centenas (ou milhares) de amigos (?) virtuais. Entre o indivíduo e a proximidade com o semelhante está a moderna "tecnologia da amizade".

Diz o Salmo 133.1: "Oh! Quão bom e quão suave é que os irmãos vivam em união!" Evidentemente o salmista não dispunha dos aparelhos e das tecnologias à disposição deste tempo. Todavia, já saboreava a vida social entre os irmãos. E conclui: "Porque ali o Senhor ordena a bênção e a vida para sempre" (v.5).

A Bíblia também diz que nos últimos tempos "o amor de muitos esfriará". Ouso dizer que as relações meramente virtuais são uma forma de um amor frio, petrificado, ausente do outro, fingido e não profundo. O cristão sabe que o amor não deve ser fingido.

É pratica comum entre nós evitar a exposição da verdade em que sempre estamos mergulhados; por isso, ficou estabelecida a resposta clichê dada à pergunta sobre como se está: "Tudo bem!", a qual alivia qualquer responsabilidade do outro quanto à nossa realidade. Mas, continuamos "grandes" amigos no facebook, no Instagran, no Tweeter, no WhatsApp e etc!

Outro problema que vem engolfando os membros de quase todas as igrejas são os grupos sociais sem objetivo específico. Dão-se belos nomes a isso: "Homens em comunhão"; Mulheres Unidas", "Jovens de Cristo", entre outras verdadeiras camuflagens que evitam a verdadeira união. Os mesmos participantes dos grupos, não raro, deixam de cumprimentar-se nas igrejas que frequentam.

Outro grande problema é a porta que nisso se abre para a divulgação de fofocas, ou de mensagens não filtradas pela doutrina bíblica, opostas ao ensino que emana dos púlpitos. Não há dúvida de que o diabo anda der olho nesse espaço também, a fim de implantar o que é indevido e causador de confusão.

Devo esclarecer, neste ponto, que não me oponho a relacionamentos nas mídias sociais, mas eles só são válidos se banhados pelo verdadeiro amor cristão e sujeitos a finalidade claramente definida. Nesse caso, qualquer intromissão fora do padrão estabelecido deve ser coibida.

O amor cristão não se revela nas formas frívolas de tratamento, tão comuns entre algumas irmãs, quais sejam "minhas amadas", "queridinha" etc. É necessário perceber o cheiro de falsidade que essas formas petrificadas de linguagem exalam. Quando os apóstolos se dirigiam às igrejas, tratavam os conservos com a expressão "amados", mas o conteúdo de suas mensagens garantiam o tratamento. Os "amados e amadas" devem, de fato, ser amados!

É mister que se dê menos valor ao expediente nas mídias sociais, e se aplique mais atenção ao contato pessoal. As igrejas estão lotadas de pessoas que carecem de abraço, de aproximação, de cuidado cristão, que o facebook não é capaz de suprir.

É mister que o "amor seja não fingido"; seja o nosso olhar, prioritariamente, posto no olhar do irmão; não na tela do aparelho. Vale a pena atentar para o perigo do duvidoso "amor cristão virtual", mormente nos grupos sem finalidade mais específica que se vêm formando entre os irmãos.

"Todos os que criam estavam juntos e tinham tudo em comum. [...] E perseverando unânimes todos os dias no templo e partindo o pão em casa, comiam juntos com alegria e singeleza de coração, louvando a Deus e caindo na graça de todo o povo. E todos os dias acrescentava o Senhor à igreja aqueles que se haviam de salvar" (At 2.44; 46-47).

Vale lembrar o que disse, numa conversa com meu pai, há muitas décadas, um irmão alegre por ter-se convertido a Cristo: "A Bíblia educa, instrui e civiliza".

Fica a dica!!



Um abraço no seu coração
Fique na Graça e na Paz do Senhor Jesus
Pr William Thompson

domingo, 25 de setembro de 2016

- CISTERNAS ROTAS OU FONTES DE ÁGUAS VIVAS?

Dois males acometeram o meu povo: a mim me deixaram, o manancial de águas vivas, e cavaram cisternas, cisternas rotas, que não retêm as águas. Jeremias 2.13

Quando deixamos de seguir ao Senhor, e não o buscamos nem perguntamos por Ele, fazemos igual ao povo de Judá que se tornou culpado de apostasia. Aquela gente “inquiriu” a outros deuses e deixou de inquirir a Yahweh. Eles perderam o costume antigo de buscar ao Senhor e substituíram essa prática pela busca de muitos cultos des povos pagãos. Os homens costumavam buscar a vontade de Yahweh através de sacerdotes que manipulavam as sortes sacras ou contemplavam as pedras hipnóticas da estola sacerdotal. Destruirei aqueles que se afastaram do Senhor. Eles deixaram de seguir o Senhor e pararam de fazer consultas a Ele”. Mais tarde, a casta profética entrou em proeminência e costumava prever o futuro e resolver problemas, de ordem pessoal ou nacional; Inquirição tornou-se um a palavra técnica para indicar o modus operandi de um culto qualquer. A nação de Judá, em seu paganismo e apostasia, mudou tanto o culto quanto a inquirição.

Isso muitos de nós estamos fazendo nos dias de hoje.

Israel abandonou a fonte perene de águas vivas, as quais transmitem vida e toda a espécie de benefícios para os que têm sede espiritual. Essa figura era de grande peso para os habitantes da Palestina, os quais tinham muita dificuldade com o suprimento básico de água para sua agricultura. O regime de chuvas não era abundante, mas no sentido espiritual havia rios de água viva disponíveis, riachos no deserto, grandes fontes de água que manavam.

Em vez dos riachos de água viva, tão abundante e generalizada, Israel apelara para cisternas rotas. A cisterna era uma espécie de tanque feito de barro, para captar as águas pluviais. O sistema era uma medida extrema em uma terra seca. Na verdade, as cisternas eram minúsculos reservatórios que quase não chegavam para o consumo de uma família. Entretanto, essas cisternas, cavadas por Israel, eram rotas, ou seja, incapazes de conter qualquer quantidade de água. Mesmo considerando o melhor, as águas retidas eram tanto estagnadas quanto existiam em pequena quantidade. As cisternas, tais como nossas modernas caixas d’água, sem dúvida eram a causa de muitas enfermidades e morte, especialmente no caso de crianças. Este versículo, nos mostra a irracionalidade, a loucura e a auto destruição nos atos de Israel, e o nós, nos dias de hoje, TEMOS TROCADO AS FONTES DE ÁGUAS VIVAS POR CISTERNAS, QUE QUASE NÃO DA PARA A NOSSA FAMÍLIA.
Voltemos ao Senhor, e deixemos que o rio que flui do Trono de Deus, passe por nossas vidas, e nunca mais teremos sede, e teremos vida, e vida em abundância.


Um abraço no seu coração
Fique na Graça e na Paz do Senhor Jesus
Pr William Thompson

Fonte: Leandro Cardoso

terça-feira, 13 de setembro de 2016

- DEUS NUNCA ERRA!



Há muito, muito tempo, num reino distante, havia um rei que não acreditava na bondade de DEUS. Havia, porém, um súdito que em todas as situações lhe dizia: Meu rei, não desanime porque tudo que Deus faz é perfeito 

Ele não erra! Um dia eles saíram para caçar e uma fera atacou o rei. O súdito conseguiu matar o animal, mas não pôde evitar que sua majestade perdesse um dedo da mão.

Furioso e sem mostrar gratidão por ter sido salvo, o nobre disse: Deus é bom? Se Ele fosse bom eu não teria sido atacado e perdido o meu dedo.

O servo apenas respondeu: Meu Rei, apesar de todas essas coisas, só posso dizer-lhe que Deus é bom; é que mesmo perder um dedo é para o seu bem.

O que Deus faz é perfeito. Ele nunca erra! Indignado com a resposta, o rei mandou prender o súdito. Tempos depois, saiu para uma outra caçada e foi capturado por selvagens que faziam sacrifícios humanos.

Já no altar, prontos para sacrificar o nobre, os selvagens perceberam que a vítima não tinha um dos dedos e soltaram-no: ele não era perfeito para ser oferecido aos deuses.

Ao voltar para o palácio, mandou soltar o súdito e recebeu -o muito afetuosamente. Meu caro, Deus foi realmente bom comigo! Escapei de ser sacrificado pelos selvagens , justamente por não ter um dedo! Mas tenho uma dúvida: Se Deus é tão bom, por que permitiu que você, que tanto o defende, fosse preso?

Meu rei, se eu tivesse ido com o senhor nessa caçada, teria sido sacrificado em seu lugar, pois não me falta dedo algum. Por isso, lembre-se: tudo o que Deus faz é perfeito

Ele nunca erra! Muitas vezes nos queixamos da vida e das coisas aparentemente ruins que nos acontecem, esquecendo-nos que nada é por acaso e que tudo tem um propósito. Todas as manhãs, ofereça seu dia à Presença Divina que habita o seu coração

Peça-Lhe para inspirar os seus pensamentos, guiar os seus atos, apaziguar os seus sentimentos. E nada tema, pois DEUS NUNCA ERRA!!!
(autor desconhecido)

Lembre-se: Deus nunca Erra, foi Ele que fez com que esta mensagem chegasse até você hoje.... Sabe porque? Eu não sei, mas Ele sabe, pois Ele nunca erra.......


Um abraço no seu coração
Fique na Graça e na Paz do Senhor Jesus
Pr William Thompson

sexta-feira, 9 de setembro de 2016

- A ÁGUIA E A GALINHA

Era uma vez um camponês que foi à floresta vizinha apanhar um pássaro para mantê-lo cativo em sua casa. Conseguiu pegar um filhote de águia. Colocou-o no galinheiro junto com as galinhas. Comia milho e ração própria para galinhas.
Depois de cinco anos, este homem recebeu em sua casa a visita de um naturalista. Enquanto passeavam pelo jardim, disse o naturalista:

– Esse pássaro aí não é galinha. É uma águia

– De fato – disse o camponês. É águia. Mas eu a criei como galinha. Ela não é mais uma águia. Transformou-se em galinha como as outras, apesar das asas de quase três metros de extensão.

– Não – retrucou o naturalista. Ela é e será sempre uma águia. Pois tem um coração de águia. Este coração a fará um dia voar às alturas.

– Não, não – insistiu o camponês. Ela virou galinha e jamais voará como águia.

Então decidiram fazer uma prova. O naturalista tomou a águia, ergueu-a bem alto e desafiando-a disse:

– Já que você de fato é uma águia, já que você pertence ao céu e não à terra, então abra suas asas e voe!

A águia pousou sobre o braço estendido do naturalista. Olhava distraidamente ao redor. Viu as galinhas lá embaixo, ciscando grãos. E pulou para junto delas.

O camponês comentou:

– Eu lhe disse, ela virou uma simples galinha!

– Não – tornou a insistir o naturalista. Ela é uma águia. E uma águia será sempre uma águia. Vamos experimentar novamente amanhã.

No dia seguinte, o naturalista subiu com a águia no teto da casa. Sussurrou-lhe:

– Águia, já que você é uma águia, abra suas asas e voe!

Mas quando a águia viu lá embaixo as galinhas, ciscando o chão, pulou e foi para junto delas.

O camponês sorriu e voltou à graça:

– Eu lhe havia dito, ela virou galinha!

– Não – respondeu firmemente o naturalista. Ela é águia, possuirá sempre um coração de águia. Vamos experimentar ainda uma última vez. Amanhã a farei voar.

No dia seguinte, o naturalista e o camponês levantaram bem cedo. Pegaram a águia, levaram para fora da cidade, longe das casas dos homens, no alto de uma montanha. O sol nascente dourava os picos das montanhas.

O naturalista ergueu a águia para o alto e ordenou-lhe:- Águia, já que você é uma águia, já que você pertence ao céu e não à terra, abra suas asas e voe! A águia olhou ao redor. Tremia como se experimentasse nova vida. Mas não voou. Então o naturalista segurou-a firmemente, bem na direção do sol, para que seus olhos pudessem encher-se da claridade solar e da vastidão do horizonte. Nesse momento, ela abriu suas potentes asas, grasnou com o típico kau-kau das águias e ergueu-se, soberana, sobre si mesma. E começou a voar, a voar para o alto, a voar cada vez mais para o alto. Voou… voou… até confundir-se com o azul do firmamento…”

Nós fomos criados à imagem e semelhança de Deus! Mas há pessoas que nos fazem pensar e agir como galinhas. Mas nós somos águias. Por isso, abramos as asas e voemos. Voemos como águias. Cada pessoa tem dentro de si uma águia. Ela quer nascer. Sente o chamado das alturas. Busca o sol. Por isso somos constantemente desafiados a libertar a águia que nos habita. Sejamos águias em nossas vidas e não galinhas!

E você, já se preparou para alçar seus vôos?


Um abraço no seu coração
Fique na Graça e na Paz do Senhor Jesus
Pr William Thompson


Parábola citada em livro de Leonardo Boff

- A SOBERANIA DE DEUS E A TEORIA DO ACASO

" Os que afirmam que uma fatalidade cega produziu todos os efeitos que vemos no mundo, disseram um grande absurdo; pois, poderia existir absurdo maior do que uma fatalidade cega ter produzido seres inteligentes?"
Montesquieu - Filósofo francês que viveu no século XVII

              
Pergunto-me se Fernando Pessoa (a frase que titula esse estudo é de sua autoria) tinha alguma noção da grande verdade teológica expressada em sua poesia. Defendia o poeta que as realidades, antes de o serem, são quereres de Deus. Esses desígnios são passados aos homens que, se dispostos a lutar por Deus, tornar-se-ão instrumentos em Sua obra. Mas do cronograma poético de Pessoa, quero deter-me apenas sobre a primeira fase, o querer de Deus.

Deus quer. E Ele pode querer. Deus não é um ser cosmicamente mimado. O criador não age como mal-educado, criança, para quem tal a impossibilidade, maior o destempero. Deus tem em suas mãos todo o poder: 

"Porque dEle, e por Ele , e para ele são todas as coisas; glória, pois, a Ele eternamente. Amém!" (Rm 11.36); 
Porque Deus é o que opera em vós tanto o querer como o efetuar, segundo a sua boa vontade" (Fp 2.13).

De forma geral, é possível conhecer bem os planos de Deus para a Igreja. Dispomos da Palavra para isso. A Bíblia ensina sobre como proceder em todas as ocasiões; não há evento que não seja previsto ou aludido nas Sagradas Escrituras. Analisando a Bíblia, nós, Igreja que somos, saberemos nos portar. Mas, o que, infelizmente, nem sempre conseguimos fazer é conciliar os quereres de Deus aos âmbitos mais pessoais de nossa existência. É fácil descobrir oque Deus deseja de nós como igreja; mas como conciliar as aparições pessoais com a vontade soberana de Deus? Haveria lugar para elas e os planos íntimos na dinâmica do Reino?
Recorro ao personagem que entrou para o imaginário cristã como sonhador: não parece que os sonhos e gostos pessoais de José foram respeitados por Deus, pois, mais rápido do que percebesse, viu-se privado de todas as benesses que o futuro lhe reservava. Quantas belas túnicas ele não poderia colecionar durante o tempo em que foi escravo e presidiário?
Chegamos aqui a uma bifurcação menos em nosso estudo e mais em nossa caminhada de fé: ou assumimos que a soberania de Deus não fere nosso arbítrio, ou cedemos a uma teoria mais simples que dispensa o exercício da fé, a casualidade.
Quando pequeno, aprendi na escola Dominical um hino infantil que dizia: "Menininho, como vai? Você vale muito mais do que as aves, do que a flor. Deus lhe tem amor". Ora, quando eu era menino, aprendi que minha vida estava nas mãos de Deus e isso aquecia meu infantil coração.
Descobrir-se guardado por Deus é reconfortante, mas isso foi nos idos tempo de menino, pois logo que vim a ser grande disseram que eu poderia ser fruto do acaso. Que, por acaso, nasci; por acaso respiro; se por acaso viver, por acaso é que continuo vivo. Deus não tem nada a ver com isso. É passar de projeto divino a erro de cálculo! Que fazer?

O conceito de acaso remonta à filosofia clássica. Os intermináveis diálogos filosóficos cuidavam ser o acaso apenas o que o acaso poderia ser, aleatoriedade, casualidade. Isso e nada mais. Porém, o conceito de acaso evoluiu na mesma proporção em que cresceram as aspirações à deidade do homem: ansiando ser o deus de sua própria vida. O ser humano criou para si um autoculto em que o acaso é reverenciado como força que pode detê-lo ou impulsiona-lo. Desta forma, o acaso emerge das sombras matemáticas para ganhar forças espiritual. Neste momento, o trono de Deus é usurpado pela filosofia pós-moderna, que tem suas raízes na queda de Lúcifer: não sendo possível roubar o lugar de Deus, Satanás tenta esconde-lo, tenta impedir que os homens enxerguem o Criador, dando-lhes o "bezerro" do acaso, banhado no dourado fajuto da pseudoliberdade.

O acaso filosófico nada tem a ver com a matemática. Este último é apenas uma possibilidade, como as combinações que se pode ter ao lançar os dados. Já o acaso filosófico recebe atributos de entidade divina e vai de acaso a poder causal. Não satisfeito com a boa, perfeita, e agradável vontade do Senhor, o homem, ilidido por Satanás, criou para si um deus que em verdade é o mais perfeito sinônimo para o nada. O teólogo americano Robert Charles Sproul declarou: "O acaso não é uma entidade. E não entidades não tem poder porque não existem. Dizer que algo acontece ou é provocado pelo o acaso é atribuir poder instrumental ao nada".

O pensamento moderno acha-se influenciado pelo minimalismo. Todo o campo das ideias está dominado por este movimento que tem como objetivo maior não provar que Deus não existe, mas provar que Ele não é tão poderoso como afirmam as Escrituras.

O acaso e sua falsa liberdade provocam no homem um senso de não realização e total incapacidade. Não importa o quanto se esforce o homem; não importam os seus sonhos e dons; importa o que o acaso resolveu para ele. Diante desta última afirmação, alguém poderia apelar dizendo que o acaso guardou para si o mesmo direito que o Senhor Deus detém: o poder para fazer, já que, diz a Escritura, que ninguém pode intentar contra o braço forte do Senhor. Assim, Deus estaria sendo tão cruel quanto o acaso que os seus servos condenam.

Entretanto, existisse no acaso a propriedade de realizar, certo seria que suas efetivações constituir-se-iam em verdadeiro desastre para os homens. A diferença entre o Deus a quem servimos e o acaso naturalista é que o Senhor é soberano, e não um tirano. Sua vontade faz-se cumprir por Seu poder inquestionável e perfeito. Uma soberania que não é negociada com os homens, pois é exercida para o bem deles.

Um abraço no seu coração
Fique na Graça e na Paz do Senhor Jesus
Pr William Thompson


Fonte Prof. Gunar Berg
Coordenador Acadêmico da FAETAD
Articulista e autor pela EETAD e FAETAD e CPAD


terça-feira, 23 de agosto de 2016

- PASTORES-GARÇONS: E COMO TEM!


Garçom é o profissional que domina as técnicas do bem servir. Deve estar pronto a atender quando o cliente solicitar. Deve garantir que não falte nada aos fregueses e que eles estejam satisfeitos com os produtos e serviços oferecidos pelo estabelecimento. É uma profissão louvável. Porém, quando se trata da igreja do Senhor Jesus, o pastor não pode se comportar como um garçom, não pode ter as características de um garçom, pois a igreja não é um estabelecimento comercial. O pastor está a serviço do Reino de Deus, porém não deve dar o que as pessoas desejam ouvir de Deus, mas o que elas precisam ouvir de Deus.

Os pastores-garçons estão matando suas “ovelhas” com o enxovalhamento do Evangelho. Dão o que as pessoas querem – entretenimento. Estes líderes não têm preocupações com a verdade da Palavra, mas com entretenimento espiritual. As pessoas se entretêm, mas não nascem de novo nem se santificam. Eles veem Deus como uma “coisa fofinha”. Não julga pessoa alguma nem impõe obrigação alguma sobre as pessoas. Deus é tão fofinho que ao amar incondicionalmente não faz os homens se sentirem culpados pelos seus atos. Na visão destes líderes, Deus só deseja que as pessoas ajam conforme desejam e sejam felizes. Isto se assemelha ao medicamento errado para um doente moribundo: melhora a cada boletim médico, e de tanto melhorar, morre.

Nesse tempo do fim vemos que muitos pastores são ativistas irrefletidos, são fogueteiros. Exaurem a igreja com programas e atividades que não têm nenhuma saúde bíblica. Abandonam o alimento sadio das Escrituras oferecendo sopa de colicíntidas ao povo. Reinventam o Evangelho, reinventam a fé e dão uma nova roupagem à igreja com o fim de manter o cliente-rebanhão. É um frenesi de movimento sem igual: culto dos homens e mulheres de negócio, culto da gratidão, culto das causas impossíveis, culto dos sinais e maravilhas, culto da restituição. Os títulos adotados alardeiam o “poder” da equipe ministerial. Nesses cultos, cantam-se letras que colidem frontalmente com as Escrituras, mas se aceita porque o ritmo é extasiante e o povo gosta. O ambiente torna-se carnavalesco. O pastor é um garçom, pois serve ao povo o que o povo quer. É um “reality show espiritual”. Vê-se, nesses cultos, o que jamais alguém viu em dois mil anos de cristianismo: rodopios, batidas de pés, “aviõezinhos”, sapateados, pula-pula, marchas...

Os pastores-garçons são experts em produção de emoções fajutas nas igrejas. Pregam, oram e cantam com artificialidade, com desejo de impressionar. Enaltecem a si próprios e não a bondade e a misericórdia do Deus Altíssimo. É urgente entender que o Evangelho é: é conteúdo e não rótulo. O Evangelho se impõe pelo que é, pelo que diz, pelo que mostra, e não pelo adorno e enfeites que esses líderes garçons lhe dão. Os pastores-garçons têm tornado o Evangelho agradável a todos e, para isso, eles tiram-lhe o conteúdo para vender um produto palatável. Seguir a Cristo não é ter êxtases. Não é devaneio espiritual. Seguir a Cristo é ter o seu caráter. É andar como Ele andou. Evangelho não são sensações.

Os pastores-garçons manipulam claramente o auditório. Fazem o papel do Espírito Santo tentando convencer o ímpio do pecado, da justiça e do juízo com seus apelos extravagantes de lavagem cerebral. Nesse contexto, tudo se torna barato: a graça é barata, a fé é barata, a liturgia é barata, o sermão é barato, a emoção é barata, o louvor é barato, o testemunho é barato. Eles proclamam o Evangelho pelo pináculo e não pela cruz. Por isso, tudo é banal. Precisamos de púlpitos que não se constranjam em anunciar que os homens estão perdidos sem Jesus, e precisam de conversão. Precisamos alardear que o cristianismo tem corpo doutrinário, e que ignorar isto é aniquilá-lo. É urgente abraçarmos os princípios básicos da Reforma Protestante: Só a graça, Só a fé, Só a Escritura, só Cristo.

O problema desses líderes-garçons é que eles associam Evangelho com estética e sentimentos. O Evangelho é sentir alguma coisa. Ou seja, quem ama a Deus sente alguma coisa. Por esta razão os cultos nas igrejas dos pastores-garçons são planejados para fazer as pessoas sentirem alguma coisa. Essa alguma coisa é expressa em sensações. Neste contexto, tome revelações, visões, arrebatamento ao céu, arrebatamento ao inferno e mensagens de anjos. A Bíblia é o padrão normativo para a igreja.Precisamos de quem viva a Palavra e não de quem a infle artificialmente. Precisamos resgatar o lugar de Deus na vida cristã. A origem e a consecução de toda a vida cristã está nEle.


Um abraço no seu coração
Fique na Graça e na Paz do Senhor Jesus
Pr William Thompson


Fonte: Ir. Marcos Pinheiro em VOLTEMOS ÀS RAÍZES


quinta-feira, 11 de agosto de 2016

- TRÊS PASSOS PRÁTICOS PARA DERRUBAR AS MURALHAS DE JERICÓ.

Jericó tinha uma localização privilegiada, tanto devido ao contato com o Oriente quanto pelo abundante acesso às águas. Arqueólogos escavaram as ruínas de Jericó e encontraram sinais de um muro que deveria ter 2,5 m de espessura e 9 m de altura e circundava toda a cidade. Era uma muralha e tanto! 
Este episódio nos faz refletir sobre três práticas que levaram à queda dos muros:

(Josué 6:1-16) - ORA Jericó estava rigorosamente fechada por causa dos filhos de Israel; ninguém saía nem entrava.
- Então disse o SENHOR a Josué: Olha, tenho dado na tua mão a Jericó, ao seu rei e aos seus homens valorosos.
- Vós, pois, todos os homens de guerra, rodeareis a cidade, cercando-a uma vez; assim fareis por seis dias.
- E sete sacerdotes levarão sete buzinas de chifres de carneiros adiante da arca, e no sétimo dia rodeareis a cidade sete vezes, e os sacerdotes tocarão as buzinas.
- E será que, tocando-se prolongadamente a buzina de carneiro, ouvindo vós o seu sonido, todo o povo gritará com grande brado; e o muro da cidade cairá abaixo, e o povo subirá por ele, cada um em frente.
- Então Josué, filho de Num, chamou aos sacerdotes e disse-lhes: Levai a arca da aliança; e sete sacerdotes levem sete buzinas de chifres de carneiros, adiante da arca do SENHOR.
- E disse ao povo: Passai e rodeai a cidade; e quem estiver armado, passe adiante da arca do SENHOR.
- E assim foi que, como Josué dissera ao povo, os sete sacerdotes, levando as sete buzinas de carneiros diante do SENHOR, passaram e tocaram as buzinas; e a arca da aliança do SENHOR os seguia.
- E os homens armados iam adiante dos sacerdotes, que tocavam as buzinas; e a retaguarda seguia após a arca; andando e tocando as buzinas iam os sacerdotes.
- Porém ao povo Josué tinha dado ordem, dizendo: Não gritareis, nem fareis ouvir a vossa voz, nem sairá palavra alguma da vossa boca até ao dia que eu vos diga: Gritai. Então gritareis.
- E fez a arca do SENHOR rodear a cidade, contornando-a uma vez; e entraram no arraial, e ali passaram a noite.
- Depois Josué se levantou de madrugada, e os sacerdotes levaram a arca do SENHOR.
- E os sete sacerdotes, que levavam as sete buzinas de chifres de carneiros, adiante da arca do SENHOR, iam andando, e tocavam as buzinas, e os homens armados iam adiante deles e a retaguarda seguia atrás da arca do SENHOR; os sacerdotes iam andando e tocando as buzinas.
- Assim rodearam outra vez a cidade no segundo dia e voltaram para o arraial; e assim fizeram seis dias.
- E sucedeu que, ao sétimo dia, madrugaram ao subir da alva, e da mesma maneira rodearam a cidade sete vezes; naquele dia somente rodearam a cidade sete vezes.
- E sucedeu que, tocando os sacerdotes pela sétima vez as buzinas, disse Josué ao povo: Gritai, porque o SENHOR vos tem dado a cidade.


1º PASSO: A prática do ouvir
O Senhor falou com Josué dando-lhe claras instruções sobre o que fazer. Uma geração inteira havia morrido no deserto porque não ouviu os conselhos dados por Deus, tornando-se desobediente (Josué 5.6). Esta geração comandada por Josué era diferente. Eles tinham seus corações preparados e dispostos a ouvir, talvez porque foram treinados no deserto.

Para que as muitas muralhas caiam em nossas vidas e ministérios temos que ter a mesma atitude de ouvir o que o Senhor fala. Muitos são seus ensinamentos sobre as várias áreas da vida que precisam ser ouvidos e seguidos. Orientações sobre a vida em família, finanças, saúde, relacionamentos, etc.

Além dos assuntos gerais, o Senhor fala para questões específicas de nossas vidas, através do testemunho interior, por meio de pessoas e, principalmente, através do testemunho de Cristo (Hebreus 1.1-2). Maridos ouçam suas esposas, e vice-versa; filhos ouçam seus pais; pastores ouçam o povo. Quem não tem disposição para ouvir ficará para fora das promessas de Deus. Jesus disse inúmeras vezes "quem tem ouvidos para ouvir, ouça".

2º PASSO: A prática do esperar
Josué orientou ao povo que não desse o brado de guerra, não levantasse a voz, até o dia em que lhe ordenaria (Josué 6.10). Imagine uma multidão de cerca de quarenta mil homens (Josué 4.13) esperando em silêncio por seis dias a manifestação de Deus. Ficaram firmes, pacientes, confiantes e inabaláveis, esperando o tempo certo.

Precisamos aprender a esperar com confiança, sem ansiedade. Deus está no controle absoluto de nossas vidas. Muitos cristãos não sabem esperar o tempo de Deus. Deus é Senhor do tempo e soberano sobre todos os acontecimentos nos céus e na terra. Jesus disse com ênfase: "não andeis ansiosos de coisa alguma."

3º PASSO: A prática do avançar
Finalmente, no sétimo dia, as muralhas ruíram ao som das trombetas e do grito do povo e tomaram Jericó. De maneira muito consciente e madura, avançaram dentro dos limites estabelecidos e, como haviam prometido, pouparam Raabe e toda a sua família reunida. Era somente a primeira cidade de muitas mais que viriam adiante.

Assim também em nossas vidas e ministérios existe o preciso momento de avançar. Aqui não é hora de ouvir, de esperar, de questionar. Quando as barreiras caem, portas são abertas, pontes construídas, ou conexões estabelecidas, simplesmente avance. Afinal, Jesus estabeleceu que: "as portas do inferno não prevalecerão sobre sua igreja."

Fonte: Rodolfo Garcia Montosa


Um abraço no seu coração
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Pr William Thompson

quarta-feira, 10 de agosto de 2016

- HÁ ALGUM CONFLITO ENTRE A FÉ E AS OBRAS? EXISTE ALGUMA CONTRADIÇÃO ENTRE PAULO E TIAGO?

Muitos estudiosos da Bíblia encontram um irreconciliável conflito entre Paulo e Tiago acerca do que ensinaram sobre a fé e as obras. Paulo ensina que a salvação é recebida pela fé e não pelas obras (Ef 2.8,9). Tiago, por sua vez, ensina que sem obras a fé é morta (Tg 2.17). A grande pergunta é: Existe alguma contradição entre Paulo e Tiago? Estão esses dois escritores bíblicos em conflito? A fé exclui as obras ou as obras dispensam a fé?

Precisamos entender que não há contradição nas Escrituras. Paulo e Tiago não estão batendo cabeça. Eles estão falando a mesma verdade, sob perspectivas diferentes. Paulo fala da causa da salvação e diz que somos salvos pela fé independente das obras. Tiago fala da consequência da salvação e diz que as obras é que provam a fé.

Tanto a fé como as obras são fundamentais quando se trata da salvação. A fé é a raiz e as obras são o fruto. A fé produz o fruto das obras e as obras procedem da seiva que vem da raiz. A fé é a causa e as obras o resultado. Não somos salvos por causa das obras, mas para as boas obras. Não praticamos boas obras para sermos salvos, mas porque já fomos salvos pela fé. As obras não nos levam para o céu, mas aqueles que vão para o céu, porque foram salvos pela fé, serão acompanhados por suas obras.

Tanto a fé como as obras procedem de Deus. A fé é dom de Deus. Não geramos a fé, recebemo-la. As obras que praticamos são inspiradas pelo próprio Deus, pois é ele quem opera em nós tanto o querer quanto o realizar. De tal forma que não há espaço para soberba por parte de quem crê nem por parte de quem realiza boas obras, pois tanto a fé como as obras vieram de Deus e devem ser direcionadas para Deus. Nossa fé deve estar em Deus e nossas obras devem ser feitas para a glória de Deus.

Deus mesmo planejou nossa salvação e ele mesmo a executa. Ele mesmo é quem abre nosso coração para crermos e ele mesmo nos dá poder para realizarmos as boas obras que atestam a autenticidade da fé. A fé prova nossa salvação diante de Deus e nossas obras diante dos homens. Deus vê a fé, os homens as obras. Fé e obras não se excluem, completam-se. A raiz sem frutos está morta; o fruto sem a raiz inexiste.

Aqueles que defendem a salvação pela fé sem a evidência das obras laboram em erro. De igual forma, aqueles que julgam alcançar a salvação pelas obras sem a fé. É preciso afirmar com meridiana clareza que a salvação é só pela fé e não pela fé mais o concurso das obras. Porém, a fé salvadora nunca vem só. A fé salvadora produz obras. Não provamos nossa salvação pela fé sem as obras, mas pela fé mediante as obras. As obras não são a causa da salvação, mas sua evidência.

Concluímos, afirmando que não há qualquer conflito entre Paulo e Tiago. Não há qualquer contradição entre fé e obras. Não podemos confundir causa e efeito. Toda causa tem um efeito e todo efeito é produzido por uma causa. As obras não substituem a fé nem a fé pode vir desacompanhada das obras. Fé e obras caminham de mãos dadas. Não estão em lados opostos, mas são parceiras. Ambas têm o mesmo objetivo, glorificar a Deus pela salvação.

Somos salvos pela fé e somos salvos para as obras. Recebemos fé e fomos preparados de antemão para as obras. Não há merecimento na fé nem nas obras. Ambas vêm de Deus. Ambas devem glorificar a Deus. Ambas estão conectadas com nossa salvação. A fé nos leva a Cristo e as obras nos levam ao próximo. A fé nos coloca de joelhos diante de Deus em adoração e as obras nos colocam de pé diante dos homens em serviço. Somos salvos pela fé para adorarmos a Deus e somos salvos para as obras para servirmos ao próximo.
Fonte: Hernandes Dias Lopes


Um abraço no seu coração
Fique na Graça e na Paz do Senhor Jesus
Pr William Thompson

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