terça-feira, 18 de setembro de 2012

- QUEM TEM EMBARCADO NO SEU NAVIO?


Creio que todos nós conhecemos a história de Jonas. A maioria conhece apenas a parte de Jonas na barriga da baleia e ponto. (no Antigo Testamento lemos sobre um grande peixe, no Novo testamento Jesus relata em Mateus 12:40 que Jonas permaneceu 3 dias no ventre da baleia; mas isso não vem ao caso agora!).

Eu quero abordar a situação por um ângulo que nunca vi ninguém pregar ou se quer questionar. Quero falar do capitão do navio e sua tripulação. Isso mesmo. Pelo que lemos na Bíblia eles não eram servos do Deus de Jonas, eles não conheciam Jonas, eles apenas comandavam a embarcação e sequer imaginavam o que estava para acontecer!

Apesar de desconhecer o Deus de Jonas àquele comandante era um homem inocente e cria plenamente que seria capaz de conduzir aquela embarcação até Tarsis. Imagine quantas vezes ele já tinha feito àquela viagem, para ele era só mais uma.

Mas Jonas estava fugindo dos planos de Deus e o capitão desse barco inocentemente vendeu uma passagem para um desobediente. Isso acarretou consequências terríveis porque Deus foi cobrar Jonas em alto mar, e o capitão sem saber o que se tratava, manda jogar as coisas fora a fim de aliviar o peso da nau e nada da tempestade passar. Quando ele desce ao porão e vê Jonas tranquilão, dormindo, fica indignado, pois todos à bordo estão tentando salvar a embarcação e suas próprias vidas e Jonas...

Pergunta o capitão: - O que você está fazendo aí?!

Jonas responde: Ué, você me vendeu a passagem e eu estou aqui (*estou fugindo de Deus - rsrsrsrsrsrs).



Moral da história:

Quem você tem deixado entrar no barco da sua vida?!

São pessoas que estão fugindo de Deus, ou pessoas que têm compromisso com Ele?!

Nós abrimos a porta da nossa casa e até nossas próprias vidas para pessoas que nem conhecemos direito, criamos amizades profundas com gente que vimos apenas uma vez, e com isso acabamos deixando pessoas erradas entrarem em nossas vidas, criando tempestades e nos fazendo jogar fora coisas boas e até bênçãos, por não saber o que está acontecendo.
Enquanto nós estamos nos desesperando na tempestade, a pessoa está dormindo tranquila.

Falo isso por experiência própria de deixar pessoas erradas entrarem em minha vida.

Reveja quem você tem colocado na sua vida (desde namorados (as), amigos e etc..), para que não lhe cause tempestades e, lhe faça jogar fora coisas boas, que você tem lutado para ganhar com o decorrer dos anos!

Quem nós temos deixado entrar em nossa vida?!


(*griffus nossus)


Um abraço no seu coração e medite
Graça e Paz
Pr William Thompson

domingo, 16 de setembro de 2012

- O SONO! NO LIMITE DA LUZ COM AS TREVAS!



(Atos 20:7-11) - E no primeiro dia da semana, ajuntando-se os discípulos para partir o pão, Paulo, que havia de partir no dia seguinte, falava com eles; e prolongou a prática até à meia-noite.
 E havia muitas luzes no cenáculo onde estavam juntos.
E, estando um certo jovem, por nome Êutico, assentado numa janela, caiu do terceiro andar, tomado de um sono profundo que lhe sobreveio durante o extenso discurso de Paulo; e foi levantado morto.
Paulo, porém, descendo, inclinou-se sobre ele e, abraçando-o, disse: Não vos perturbeis, que a sua alma nele está.
E subindo, e partindo o pão, e comendo, ainda lhes falou largamente até à alvorada; e assim partiu.

Experimente apagar as luzes e acender apenas uma lanterna, pequena, observe a marca que fica na parede mostra o limite da luz com  escuridão (trevas).



VEJAMOS:  UM JOVEM... COM SONO!

Olhemos para o texto que lemos no livro dos Atos dos Apóstolos. Ali, iremos encontrar um jovem... com sono!

 Em Trôade, Paulo participa de uma reunião com os cristãos daquela região. Versículo 7: “No primeiro dia da semana, estando reunidos com o fim de partir o pão, Paulo exortava-os e prolongou o discurso até à meia-noite.” Eis a reunião. Não é uma reunião qualquer. É uma reunião que ocorre em um dia especial: o primeiro da semana, ou seja, o domingo. É uma reunião com uma finalidade específica: partir o pão,  trata-se de uma reunião de comunhão. É uma reunião que conta com um visitante ilustre; Paulo seguiria viagem no dia seguinte, portanto, era preciso aproveitar até o último minuto a valiosa presença do apóstolo.

Paulo devia ter muito a dizer à igreja, pois “prolongou o discurso até à meia-noite”. E foi aí que algo inusitado aconteceu; uma cena digna da coluna “vídeo-cassetadas”! Versículo 9: “Um jovem, chamado Êutico, que estava sentado numa janela, adormecendo profundamente durante o prolongado discurso de Paulo, vencido pelo sono, caiu do terceiro andar abaixo e foi levantado morto.” O protagonista da lamentável e até ridícula cena é um jovem (talvez, um adolescente). Podemos até imaginar a displicência desse jovem. Lá estava ele, sentado na janela, em uma casa que tinha três andares. Diz o texto que Êutico “adormeceu profundamente”, foi “vencido pelo sono”.
talvez alguns  saiam em defesa de Êutico dizendo que Paulo discursou demais; não precisava ter falado tanto, até a meia-noite. Pode ser! Mas, o fato é que Êutico dormiu na hora errada e no lugar errado. Foi “vencido pelo sono” durante um culto, durante uma pregação de Paulo. Dormiu sentado na janela de uma casa que tinha três andares. O resultado é óbvio: devido à queda, o jovem Êutico, que devia estar morrendo de sono, literalmente, morreu de sono! Segundo o texto, caiu e “foi levantado morto”!


Êutico estava no limite da luz com as trevas.
Digamos que sentado numa janela no terceiro andar ele poderia observar o que acontecia dentro do auditório, (e o texto nos diz que havia muita LUZ) ele podia observar e até ouvir o que Paulo falava, mas também, podia ver e ouvir os apelos das trevas (tipo Raimundo: um pé na Igreja e outro no mundo). Não havia iluminação pública e a escuridão do lado de fora era intensa e o jovem Êutico queria observar o que as trevas ofereciam!
Existem muitos entre nós que vivem assim! (I Corintios 11:30) - Por causa disto há entre vós muitos fracos e doentes, e muitos que dormem.

O SONO E A MORTE
 Nas Escrituras Sagradas, em muitos momentos o sono aparece relacionado às trevas, ao pecado, à fuga, ao fracasso e à morte. Podemos citar aqui, rapidamente, alguns exemplos:
Sansão, seduzido e traído pela mulher a quem amava. Após muita insistência, ele revela a verdade: “Então, Dalila FEZ DORMIR Sansão nos joelhos dela e, tendo chamado um homem, mandou raspar-lhe as sete tranças da cabeça; passou ela a subjugá-lo; e retirou-se dele a sua força.” (Juízes 16, 19).


Outro exemplo é o de Jonas. Profeta escolhido por Deus para pregar em Nínive, Jonas recusou-se a levar a Palavra do Senhor para que os ninivitas, chegassem ao arrependimento e à salvação. Orientado a tomar o barco na direção daquela cidade, o profeta resolveu fugir de sua missão. No meio da viagem, Deus enviou uma grande tempestade que quase despedaçou o navio. Enquanto isso, Jonas DORMIA profundamente no porão do navio. “Chegou-se a ele o mestre do navio e lhe disse: Que se passa contigo? AGARRADO NO SONO? Levanta-te, invoca o teu deus; (Jonas 1, 6).

Um terceiro exemplo são dos discípulos de Jesus no Jardim do Getsêmani. Estão ali Pedro, Tiago e João. O momento é de grande agonia. Jesus pressente a chegada da hora mais difícil. Diz o Mestre: “a minha alma está profundamente triste até à morte; ficai aqui e vigiai.” (Marcos 14, 34). Por três vezes o Senhor Jesus orienta os seus discípulos a vigiarem e a orarem e, por três vezes, os encontra DORMINDO, por que “os seus olhos estavam pesados” de SONO. E Jesus os repreende: “AINDA DORMIS E REPOUSAIS! Basta!” (Marcos 14, 41)

Agora, quem dorme é o jovem Êutico. O seu sono é um sono fora de hora e fora de lugar. O sono de Êutico é o sono que leva à morte.
Quem vive no limite da Luz com as trevas está trilhando caminho de morte!



QUEM DORME ESTÁ DIZENDO: “TÔ NEN AÍ...”
QUEM  DORME NÃO PARTICIPA, NÃO OPINA, NÃO  OUVE, NÃO TEM O QUE TESTEMUNHAR, OS FATOS ESTÃO SE DESENROLANDO À SUA VOLTA E ELE  “... NEM AÍ...”

Conclusão: DESPERTANDO DO SONO DE ÊUTICO!

O sono de Êutico é para nós um símbolo. É o sono do desinteresse! É o sono do descompromisso! É o sono das músicas e dos louvores alienantes! É o sono da vaidade dentro da igreja! É o sono do individualismo! É o sono do consumismo! É o sono dos modismos! É o sono daqueles que não querem pensar! É o sono daqueles que não querem aprender! É o sono dos desanimados! É o sono dos que não querem trabalhar na igreja ou para a igreja!

O sono de Êutico é para nós um símbolo. Símbolo de um povo amortecido! Símbolo de um povo que dorme, mas não sonha! Símbolo de um povo que não incomoda! Símbolo de um povo que não transforma! Símbolo de um povo que não revoluciona! Símbolo de um povo que não subverte! Símbolo de um povo que não deixa a sua marca! Símbolo de um povo que envelhece!

Entretanto, é preciso esperança! A história do jovem Êutico não termina com o seu sono ou com a sua morte: “Descendo, porém, Paulo inclinou-se sobre ele e, abraçando-o, disse: Não vos perturbeis que a vida nele está. (...) Então, conduziram vivo o rapaz e sentiram-se grandemente confortados.” (Atos 20, 10 e 12)
“A vida nele está”, são as palavras de Paulo.  A história do jovem Êutico termina com ressurreição!

(I João 1:7) -  Mas, se andarmos na luz, como ele na luz está, temos comunhão uns com os outros, e o sangue de Jesus Cristo, seu Filho, nos purifica de todo o pecado.

“Desperta, ó tu que dormes, levanta-te de entre os mortos, e Cristo te iluminará.” (Efésios 5, 14) Amém.

Um abraço no seu coração
Graça e Paz 
Pr. William Thompson

quinta-feira, 13 de setembro de 2012

- CORDA NA BARRIGA OU CORDA NO PESCOÇO



Há elementos no ministério que têm envergonhado o Senhor Jesus – autor e modelo do ministério pastoral. Lideres que se apascentam a si mesmos, investindo em sua glória pessoal. Que estão mais comprometidos com a sua imagem do que com a imagem de Cristo em suas vidas. Elementos arrogantes e auto-suficientes, muito longe da humildade que Jesus ensinou (Mt 11.29). Homens, segundo Paulo, que são “inimigos da cruz de Cristo” (Fl 3.18).

Estes cidadãos estão com a corda na barriga, negociando princípios, fazendo vista grossa para o pecado dentro de casa e da igreja, motivados pela autopromoção e outros benefícios. Homens alienados. Paulo diz que “o destino deles é a perdição, o deus deles é o ventre, e a glória deles está na sua infâmia, visto que só se preocupam com as coisas terrenas” (Fl 3.19).

É lamentável ver líderes tão megalomaníacos! Eles amam ser reconhecidos. Caçam elogios. Os falsos obreiros denunciados por Paulo são dissimulados, arrogantes e superficiais. Falam muito bem. São ‘jeitosos’. São profissionais do púlpito. Não têm coração sensível. Não têm paciência com as pessoas. Não alimentam as ovelhas. Andam amaciando a mensagem. Andam pregando outro evangelho. Não são profetas de Deus. Como ensina Judas, “estes homens são como rochas submersas, em vossas festas de fraternidade, banqueteando-se juntos sem qualquer recato, pastores que a si mesmos se apascentam; nuvens sem água impelidas pelos ventos; árvores em plena estação dos frutos, destes desprovidas, duplamente mortas, desarraigadas; ondas bravias do mar, que espumam as suas próprias sujidades; estrelas errantes, para as quais tem sido guardada a negridão das trevas, para sempre” (Judas: 12,13).

Este é o diagnóstico daqueles cujos ouvintes os seguram com uma corda na barriga, no ventre, por causa da sobrevivência no ministério pastoral. Que Deus, por Sua graça e misericórdia, nos livre desta corda na barriga, da zona de conforto e da infâmia do profissionalismo frio. É triste dizer que estes elementos não estão comprometidos com a oração e nem com a Palavra de Deus. A mensagem da cruz passou longe deles. Aliás, esta é uma mensagem impopular. Para quem tem a corda na barriga, o negócio é pregar de tal maneira que o povo se sinta sempre confortável e entre pelo caminho da mera prosperidade material.

Mas é infinitamente melhor ter a corda no pescoço, puxada por enforcadores  insatisfeitos com a mensagem do evangelho bíblico, com a exortação e a confrontação profética. Não podemos abrir mão do nosso compromisso com o Senhor, com a mensagem da cruz (1 Co 1.18). Não fomos chamados para a popularidade, mas para, acima de tudo, ter um compromisso com o Senhor, mesmo que paguemos com a vida.

João Batista perdeu a sua cabeça física, foi degolado, porque havia denunciado o pecado de Herodes Antipas com a sua cunhada, mulher de seu irmão. João não tinha corda na barriga, mas no pescoço. O seu compromisso era com o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo (Jo 1.29). Ele amou mais o Senhor do que a sua própria vida. Um homem comprometido com a verdade do evangelho e alimentado pela graça, sendo um homem denso e intenso na sua labuta e na sua relação de intimidade com o Senhor.

José é outro precioso exemplo de alguém que sabe dizer não ao pecado e sim para Deus. Ele foi para prisão sendo acusado injustamente de assédio sexual pela mulher de Potifar. São homens desta envergadura que precisamos no ministério pastoral. Homens cheios do amor do Pai, da graça de Cristo e do poder do Espírito Santo. Que negam a si mesmos, tomam a cruz, seguem e servem ao Senhor Jesus com profunda alegria. Suas entranhas fervilham amor pelo Senhor e pelas almas. Vivem a integridade do Espírito Santo. Há contentamento em servir ao Senhor.

Deus requer de nós, pastores, seriedade na missão dada por Ele. Este é um tempo de muita confusão no seio da igreja evangélica brasileira. Há muitos ministérios personalistas, antropocêntricos. Quando Charlles Spurgeon pregava, as pessoas diziam: ‘Que Cristo maravilhoso!’. Por quê? Porque a mensagem do chamado príncipe dos pregadores tinha o Senhor Jesus Cristo como o centro e como a razão da sua vida e do seu ministério.  Era um homem que, à semelhança de Paulo, pregava a Cristo, e este crucificado. Toda a honra e toda a glória são de Cristo, o Senhor. O que deve atrair o povo para os santuários é a mensagem Cristocêntrica tão excelentemente exposta na Palavra. Como precisamos pregar o evangelho a partir da nossa própria vivência em Cristo!

A Igreja necessita de sermões que sejam fruto de vidas no altar, de homens que amam ao Senhor mais do que a si mesmos. Que exalam o bom perfume de Cristo nos que se salvam e nos que se perdem. Mensagens coerentes a partir de pregadores que vivem a coerência de Cristo. Os sermões devem ser bem elaborados, pesquisados e caprichados, mas sempre com a chancela do Espírito Santo.


Não tenhamos medo da corda no pescoço. O Pai tem prazer nos Seus filhos que andam na integridade do ministério profético dado por Ele, em Cristo Jesus, antes da fundação do mundo. Vivamos a coerência de Cristo e não tenhamos receio da corda no pescoço e isto para a Glória de Deus Pai!













Um abraço no seu coração
Fique na Graça e na Paz do Senhor Jesu
Pr. William Thompson

quarta-feira, 12 de setembro de 2012

- MEU CÁLICE TRANSBORDA



De acordo com a lenda, um menino vivia com seu pai num vale, junto a uma grande represa. Todos os dias o pai ia trabalhar na montanha atrás da sua casa e retornava com um carrinho de mão cheio de terra. “Põe a terra em sacos, filho”, mandava o pai. “E empilhe-os em frente à casa.”

E embora obedecesse, o menino reclamava. Ele estava cheio daquela terra.Quando ele via o que os outros tinham, ficava furioso com eles. “Não é justo”, resmungava a si mesmo.
E quando avistava o pai objetava: “Eles tem diversão.Eu tenho lama.”

O pai sorria, punha o braço nos ombros do garoto e dizia: “Confie em mim, filho. Estou fazendo o que é melhor.”
Porém era muito difícil para o menino confiar. Todos os dias o pai trazia o carregamento. Todos os dias o menino enchia os sacos. ”Empilhe-os o mais alto que puder”, instruía o pai, enquanto saía para buscar mais. E assim o menino enchia os sacos e os empilhava bem alto. Tão alto que não podia ver além deles.
“Trabalhe duro, filho”, disse o pai um dia. “ Estamos ficando sem tempo.”Enquanto falava, o pai olhava para o céu escuro. O menino fitou as nuvens e voltou-se para indagar sobre elas. Mas então o trovão ecoou e o céu se abriu. A chuva precipitou-se tão forte, que ele mal podia ver o pai através da água. “Continue empilhando, filho!” E quando o fazia, o menino ouviu um forte estrondo.
A água do rio inundou a represa e invadiu a pequena aldeia. Num instante, a maré varreu todas as coisas em seu caminho, mas o dique de lama deu ao menino e ao seu pai o tempo que eles precisavam. “Rápido, filho. Siga-me”.

Eles correram para o lado da montanha atrás de sua casa, e entraram num túnel. Em questão de momentos eles saíram do outro lado, correram para o alto da montanha, e fizeram uma nova cabana.
“Estaremos seguros aqui”, garantiu o pai ao menino.
Somente então o filho compreendeu o que o pai fizera, ele havia cavado a saída. Em vez de dar ao filho o que queria o pai lhe deu o que precisava. Deu-lhe uma passagem segura e um lugar a salvo.

Não tem o nosso PAI nos dado o mesmo! Uma forte parede de Graça para proteger-nos! Uma saída segura para livrar-nos! A  quem podemos invejar! Quem tem mais que nós!
Em vez de querer o que os outros têm, não deveríamos nos perguntar se eles possuem o que nós temos! Em vez de invejosos deles que tal sermos zelosos para eles!

Pelo Amor de Deus, segurem os cálices. Há suficiente para todos.
Uma coisa é certa. Quando a ultima tempestade chegar e você estiver seguro na casa do Pai, você não lastimará o que Ele não deu.
Você estará estupefato com o que Deus fez.


Este é um dos exemplos do livro de Max Lucado , baseado no Salmos 23.




“O Senhor é meu pastor, nada me faltará.
Deitar-me faz em verdes pastos, guia-me mansamente as águas tranqüilas.
Refrigera a minha alma; guia-me pelas veredas da  justiça, por amor de seu nome.
Ainda que eu andasse pelo vale da sombra da morte, não temeria mal algum, porque Tu estas comigo, a tua vara e o teu cajado me consolam.
Preparas uma mesa perante mim na presença dos meus inimigos, unges a minha cabeça com óleo, o meu cálice transborda.
Certamente que a bondade e misericórdia me se seguirão todos os dias da minha vida; e habitarei na casa do SENHOR por longos dias”.Salmos 23 


Um abraço no seu coração!
Fique na Graça e na Paz do Senhor Jesus
Pr. William Thompson

- A CONVENÇÃO DE SATANÁS



Dizem que Satanás — como um executivo moderno, eficiente e preocupado com o desempenho de seus subordinados — resolveu convocar uma convenção mundial de demônios, para rever o seu planejamento estratégico e propor novas formas de abordagem para atingir o seu público alvo: ele queria adotar técnicas mais eficientes para execução de seus objetivos.
Em seu discurso de abertura na assembléia geral, logo depois do credenciamento e da entrega dos crachás aos participantes, ele subiu à plataforma e disse:

— Saudações, capetas!
"Não podemos impedir os cristãos de irem à igreja" "Não podemos impedi-los de lerem as suas Bíblias e conhecerem a verdade". Nem mesmo podemos impedi-los de formarem um relacionamento íntimo com o seu Salvador". "E, uma vez que eles ganham essa conexão com Jesus, o nosso poder sobre eles está quebrado ". "Então, vamos deixá-los ir para as suas igrejas; vamos deixá-los com os almoços e jantares que nelas organizam, MAS, vamos roubar-lhes o tempo que têm, de maneira a que não sobre tempo algum para desenvolver um relacionamento com Jesus Cristo". "O que quero que vocês façam é o seguinte", disse o diabo: "Distraia-os ao ponto de que não consigam aproximar-se do seu Salvador, para manterem essa conexão vital durante o dia todo!”

"Como vamos fazer isto?” gritaram os seus demônios. "Mantenham-nos ocupados nas coisas não essenciais da vida, e inventem inumeráveis assuntos e situações que ocupem as suas mentes," respondeu-lhes ele. "Tente-os a gastarem, gastarem, gastarem, e tomar emprestado, tomar emprestado, tomar emprestado" "Persuadam as suas esposas a irem trabalhar durante longas horas, e os maridos a trabalharem de 6 a 7 dias por semana, durante 10 a 12 horas por dia, a fim de que eles tenham capacidade financeira para manter os seus estilos de vida fúteis e vazios."


 " Criem situações que os impeçam de passar algum tempo com os filhos" "À medida em que suas famílias se foremfragmentando, muito em breve seus lares já não mais oferecerão um lugar de paz para se refugiarem das pressões do trabalho". "Estimulem suas mentes com tanta intensidade, que eles não possam mais escutar aquela voz suave e tranqüila que orienta seus espíritos". "Induzam todos a ligarem o radio sempre que estiverem dirigindo.

 Que a TV, o DVD, os vídeo games, os CDs, os PCs e notebooks estejam sempre ligados, (uns ou outros...) constantemente em seus lares, e providenciem que todas as lojas e todos os restaurantes do mundo toquem constantemente música que não seja bíblica". "Isto entupirá as suas mentes e quebrará aquela união com Cristo". "Encham as mesinhas de centro de todos os lugares com revistas e jornais". "Bombardeiem as suas mentes com noticias, 24 horas por dia". "Invadam os momentos em que estão dirigindo , fazendo-os prestar atenção à cartazes chamativos". "Inundem as caixas de correio deles com papéis totalmente inúteis, catálogos de lojas que oferecem vendas pelo correio, loterias, bolos de apostas, ofertas de produtos gratuitos, serviços, e falsas esperanças".

"Mantenham lindas e delgadas modelos nas revistas e na TV, para que seus maridos acreditem que a beleza externa é o que é importante, e eles se tornarão mal satisfeitos com suas próprias esposas". "Mantenham as esposas demasiadamente cansadas para amarem seus maridos à noite, e dê-lhes dores de cabeça também". "Se elas não dão à seus maridos o amor que eles necessitam, eles então começam a procurá-lo em outro lugar, e isto, sem dúvida, fragmentará as suas famílias rapidamente." "Dê-lhes Papai Noel, para distraí-los da necessidade de ensinarem aos seus filhos, o significado real do Natal."

"Dê-lhes o Coelho da Páscoa, para que eles não falem sobre a ressurreição de Jesus, e o Seu poder sobre o pecado e a morte." "Até mesmo quando estiverem se divertindo, se distraindo, que seja tudo feito com excessos, para que ao voltarem dali estejam exaustos!" "Mantenha-os de tal modo ocupados que nem pensem em ir andar ou ficar na Natureza, para refletirem na criação de Deus. Ao invés, mande-os para Parques de Diversão, acontecimentos esportivos, peças de teatro, concertos e ao cinema. Mantenha-os ocupados, ocupados, ocupados! "

 "E, quando se reunirem para um encontro, ou uma reunião espiritual, envolva-os em mexericos e conversas sem importância, para que, ao saírem, o façam com as consciências pesadas". "Encham as vidas de todos eles com tantas causas nobres e importantes a serem defendidas que não tenham nenhum tempo para buscarem o poder de Jesus". "Muito em breve, eles estarão buscando em suas próprias forças, as soluções para seus problemas, e para as causas que defendem, sacrificando sua saúde e suas famílias pelo bem da causa."
"Isto vai funcionar, vai funcionar!!"

Este era um "senhor" plano!!
Os demônios ansiosamente partiram para cumprirem as determinações do chefe, fazendo com que os cristãos, em todo o mundo, ficassem mais ocupados, e mais apressados, indo daqui para ali, e vice-versa.

Tendo muito pouco tempo para Deus e para suas famílias.
Não tendo nenhum tempo para contar a outros sobre o poder de Jesus para transformar vidas.

Creio que a pergunta é: teve o diabo sucesso nas suas maquinações?
Seja você o juiz !!!!
Ocupado, significa: "Estar sob o jugo (a canga...) de satanás!"
Se você não estiver muito OCUPADO, deixe seu comentário logo abaixo!

Um abraço no seu coração
Fique na Graça e na Paz do Senhor Jesus
Pr William Thompson

terça-feira, 4 de setembro de 2012

- DEUS NOS SURPREENDE COM AMOR E GRAÇA

Por um ato de fé, Raabe, a prostituta de Jericó, deu as boas-vindas aos espias e escapou da destruição que veio sobre aqueles que recusaram confiar em Deus. Hebreus 11:31.

Raabe é um dos grandes troféus da graça de Deus em toda a Bíblia. Duas vezes elogiada no Novo Testamento, ela está entre as cinco mulheres mencionadas na genealogia de Jesus. Era Cananeia, criada em ambiente pagão. Não de linhagem nobre, era uma “dama da noite”. A tradição judaica a coloca entre as quatro mulheres mais bonitas de Israel.

Será que o autor de Hebreus não poderia ter se referido a Raabe de maneira menos rude, ou ter omitido o detalhe, sem mencionar que ela era prostituta?

Mas sua intenção foi outra. Ele quis deixar claro que Deus não vê as pessoas como nós as vemos.

Que mudança a graça pode realizar na vida de alguém!

Deus foi ao encontro de uma jovem que disse: “Eu quero mudar”, e levou em conta sua fé, não sua “profissão”.

Dificilmente imaginaríamos que Deus pudesse incluir uma prostituta em Seus planos ou que colocasse o nome dela na galeria dos grandes heróis da fé. Essa atuação de Deus levou Paulo a afirmar: “Deus escolheu o que para o mundo é loucura para envergonhar os sábios, e escolheu o que para o mundo é fraqueza para envergonhar o que é forte. Ele escolheu o que para o mundo é insignificante, desprezado e o que nada é, [...] a fim de que ninguém se vanglorie diante dEle. É, porém, por iniciativa dEle que vocês estão em Cristo Jesus” (1Co 1:27-30). Deus é soberano. Ele escolhe quem quer. Raabe é uma dessas surpresas. Ela mesma disse aos espias “[...] pois o Senhor, o seu Deus, é Deus em cima nos Céus e embaixo na Terra” (Js 2:11).

O que Raabe, a meretriz de Jericó, fez que agradou tanto a Deus?

Suas atitudes mudaram sua vida completamente.

Josué Capítulo 2

Raabe era uma prostituta que morava com sua família numa casa nas muralhas da cidade de Jericó (significa “cidade da lua”, provavelmente adoravam a lua). Como todas as outras cidades de Canaã, estava destinada a destruição, por causa de sua imoralidade e idolatria.

Ela ouviu:

“porquanto temos ouvido que o Senhor secou as águas do Mar Vermelho diante de vós,” v-10

“Ouvindo isso, desmaiou-nos o coração e ninguém mais tem animo algum...”v-11.

Todos ouviram, mas poucos tomaram decisões acertadas.

Ela entendeu e compreendeu: foi consciente. Calculou os prejuízos de uma vida dissoluta.

“E lhes disse: Bem sei que o Senhor lhes deu essa terra, e que o pavor que infundis caiu sobre nós, e que todos os moradores da terra estão desmaiados”. v-9

Teve consciência. “Bem sei...” Aquela terra fora tomada deles e dada a outro povo que obedecia a Deus. Ela compreendeu isso e não se rebelou contra a vontade de Deus.

Reconheceu a soberania do Senhor, e não se opôs ao plano de Deus em dar aquela terra aos israelitas (“o Senhor lhes deu”)

Teve medo do juízo de Deus que viria sobre ela pela mão dos israelitas (“o pavor... caiu sobre nós”). Somente tem medo àquele que tem convicção da existência de Deus.

Convenceu-se: Ela ouviu e creu, entendeu e confessou.

“... como o Senhor secou o Mar Vermelho” v-l0

“... o Senhor, vosso Deus, é Deus em cima nos céus e embaixo na terra”. V-11b

“Vosso Deus”. Os deuses que conhecia não traziam “felicidade” alguma, agora Raabe ouve algo real e muito maravilhoso: “secou o mar”... ”lhes deu vitoria contra os amorreus”.v-10

Não se lamentou, nem chorou, apenas creu.

Quantos estão insatisfeitos com a vida, mas se sentem indignos do favor de Deus.

Obedeceu. Obedecer é ação na pratica. Obedecer é fazer com as mãos.

Correu risco ficando contra seu povo: “Porém aquela mulher tomou os dois homens, e os escondeu” v-4

“Porém ela os tinha feito subir ao eirado, e os tinha escondido entre as canas do linho”, v-6

Fez aliança. “jurai-me, vos peço, pelo Senhor que assim como usei de misericórdia para convosco, também dela usareis para com a casa de meu pai; e me dareis um sinal certo.”v-12

Socorreu: “Ela, então o fez descer por uma corda pela janela”. v- 15

Orientou qual o caminho era seguro, v-16

Teve obras e teve fé (Tg. 2:25; Heb. 11:31). Atitude fala mais que palavras.

Recebeu orientação de como seria salva e obedeceu.

Eis que, quando nós entrarmos na terra, atarás este cordão de fio de escarlata à janela por onde nos fizeste descer; e recolherás em casa contigo a teu pai, e a tua mãe, e a teus irmãos e a toda a família de teu pai.

Amarrou o cordão e permaneceu dentro de casa esperando.

Na semelhança de Raabe muitos pecadores estão vivendo nesta “Jericó” (mundo “da lua”) que está destinada a destruição.
Esta é a historia de como uma mulher moralmente depravada, que jamais pensávamos que pudesse ser capaz de alcançar tão grande vitória pela fé.

Haverá um julgamento de Deus e quem poderá se livrar dele? (Mt. 25:31-34,41)

Use os ouvidos. “Quem tem ouvidos ouça o que o Espírito diz às igrejas” (Ap. 2:7, 11, 17,26, 3:6, 13,22) – sete vezes só em Apocalipse.

“Bem-aventurado aquele que lê, e os que ouvem as palavras desta profecia, e guardam as coisas que nela estão escritas; porque o tempo está próximo” (Ap.1:3).

Raabe sabia que Jericó “chegaria ao fim”. Que os muros da cidade não iriam protegê-la. Nem tão pouco seus deuses. (Is.2:21; Ap. 20:11-13)

Use o entendimento.

“Ouvindo alguém a palavra do reino, e não a entendendo, vem o maligno, e arrebata o que foi semeado no seu coração; este é o que foi semeado ao pé do caminho” (Mat. 13:19).

Calcule o prejuízo de uma vida sem a garantia da salvação.

Não basta ouvir e temer é preciso entender

Seja convicto. Crer. Confessar (reconhecer).

O estado atual ou do passado, não impede que uma pessoa, por mais indigna que seja, tome consciência e mude sua vida (Lc. 15:17-20. Is. 1:18)

Raabe confessou a grandeza de Deus, reconhecendo-o como Senhor Soberano (Josué 2:8-10).

Reconheça Cristo como Senhor e Salvador de sua vida.

Não basta entender é preciso crer

Tome uma atitude: agir implica obedecer.

“Todo aquele, pois, que escuta estas minhas palavras, e as pratica, assemelhá-lo-ei ao homem prudente, que edificou a sua casa sobre a rocha”; (Mt. 7:24)

“A saber: Se com a tua boca confessares ao Senhor Jesus, e em teu coração creres que Deus o ressuscitou (a Jesus) dentre os mortos, serás salvo. Visto que com o coração se crê para a justiça, e com a boca se faz confissão para a salvação. (Rom 10:9, 10)

Veja onde a fé acompanhada de obra levou Raabe:

Raabe casou-se com o israelita, Salmom (foi tataravó do Rei Davi) e teve um filho chamado Boas que foi bisavô do rei Davi. (Mat.1:5). Ela tornou-se ancestral da família de Cristo (Mat.1:5-16: Lc. 2:32).

Está ao lado de Abrão e outros como pessoas na Galeria dos Heróis que tiveram fé e obras: Tg 2:23, 25 Heb. 11:31

Aplicação:

O fato da vida de Raabe ser poupada, sendo ela uma prostituta e havendo mentido aos emissários do rei de Jericó, não significa que Deus estivesse sancionando tais pecados explicitamente condenados no Decálogo (ver Êx 20:14 e 16). Nesse incidente, Deus manifestou Sua graça salvadora a uma prostituta possuída de uma fé genuína, com o propósito de salvá-la de sua vida de pecado. O mesmo poder regenerador que atuaria na vida da “mulher adúltera”, durante o ministério terrestre de Cristo (Jo 8:1-11), também transformou a vida da prostituta Raabe. E o mesmo amor compassivo que perdoaria as mentiras do pretensioso apóstolo Pedro (Mc 14:27-31;66-72) também perdoou a mentira de Raabe.

A galeria dos heróis da fé (ver Hb 11), da qual Raabe faz parte (verso 31), não é composta por santos que nunca pecaram, mas por pecadores que pela graça divina alcançaram a vitória sobre os seus pecados. Essa galeria é formada por pessoas que, à semelhança do filho pródigo (Lc 15:11-32), deixaram as imundícies de uma vida de pecado e voltaram à casa paterna; pessoas que estavam mortas em “delitos e pecados” mas que foram regeneradas pela graça divina (Ef 2:1 e 5).

Raabe mudou sua vida completamente quando creu no Senhor. Então o Senhor levou os espiões até sua casa para lhe dar oportunidade de mudança. Você não precisa perecer juntamente com os demais que estão destinados a destruição. Hoje mesmo você pode fazer parte do povo que entrará na Nova Jerusalém. Creia que o Sangue de Cristo te purifica de todo o pecado e receba Cristo com seu Senhor e Salvador.



Um Beijo no seu coração
Fique na Graça e na Paz do Senhor Jesus
Pr. William Thompson

quinta-feira, 23 de agosto de 2012

- SE JESUS FOSSE CRENTE...


Se Jesus fosse CRENTE, não venceria Satanás pela palavra, por ocasião de sua tentação no deserto, mas teria repreendido, amarrado, mandado ajoelhar, e dito que ele é derrotado, feito uma sessão de descarrego durante 7 terças-feiras, aí sim ele sairia (Mt 4:1-11)

Se Jesus fosse CRENTE, não teria pregado o Sermão da Montanha, mas teria realizado o Grande Congresso Galileu do Avivamento e Fogo no Monte, cobraria apenas 250 Dracmas, divididas em 4 vezes sem juros ou em 12 vezes no cartão (Mt 5:1-11)

Se Jesus fosse CRENTE, jamais teria dito, no caso de alguém bater em nossa face, para darmos a outra. Ele certamente teria mandado que pedíssemos fogo consumidor sobre o agressor, pois “ai daquele que tocar no ungido do Senhor” (Mt 5:38-42)

Se Jesus fosse CRENTE, não teria curado o servo do centurião de Cafarnaum à distância, mas mandaria levar o tal servo em uma das sua reuniões de milagres e lhe daria uma toalhinha ungida para colocar sobre o servo enfermo durante 7 semanas, aí sim, ele seria curado (Mt 8:5-13)

Se Jesus fosse CRENTE, não teria multiplicado pães e peixes e distribuído de graça ao povo, de jeito nenhum. Antes o pão ou peixe seriam “adquiridos” por uma pequena semente de fé de 50 dracmas, e quem comesse o tal pão ou peixe, milagrosamente seria curado de todas as suas enfermidades (Mt 6:1-15)

Se Jesus fosse CRENTE, quando os fariseus o pedissem um sinal, certamente ele levantaria as mãos, e delas sairiam vários arco-íris, um esplendor de fogo se formaria em volta dele, que levitaria enquanto anjos cantarolavam : “DIVISA DE FOGO VARÃO DE GUERRA, ELE DESCEU A TERRA, ELE CHEGOU PARA GUERREAR”. Sempre que fosse solicitado repetiria tal performance (Mt 16:1-12)

Se Jesus fosse CRENTE, nunca teria dito para carregarmos a nossa cruz, perdermos nossa vida para ganha-la; mas teria dito que nascemos para vencer e que fazemos parte da geração de conquistadores, e que todos somos predestinados para o sucesso. E no final gritaria : RECEEEEEEBAAAAAA!! (Lc 13:10-17)

Se Jesus fosse CRENTE, de forma alguma teria entrado em Jerusalém montando num jumento, mas teria entrado numa carruagem real toda trabalhada em pedras preciosas, com Pôncio Pilatos, Herodes e a cantora Maria Madalena cantando hinos de vitória e “liberando” a benção sobre Jerusalém. E o povo não o receberia declarando Hosana, mas marchariam atrás da carruagem enquanto os discípulos contariam quantos milhões de pessoas estavam na PRIMEIRA MARCHA PARA JESUS (Mt 21:1-15)

Se Jesus fosse CRENTE, ao curar o leproso (Mc 1:40-45), este não ficaria imediatamente curado, mas durante a semana enquanto ele continuasse crendo, pois se parasse de crer...

Se Jesus fosse CRENTE, não teria expulsado os demônios do gadareno com tanta facilidade. Ele teria realizado um Seminário de Batalha Espiritual, e a partir daí se iniciaria o processo de libertação daquele jovem, incluindo uma completa libertação das maldições hereditárias que estavam sobre a vida dele (Mc 5:1-20)

Se Jesus fosse CRENTE, o texto seria assim: “MAIS VALE PASSAR UM CAMELO PELO BURACO DA AGULHA DO QUE UM POBRE ENTRAR NO REINO DOS CÉUS” (Mt 19:22-24)

Se Jesus fosse CRENTE, não teria transformado a água em vinho, mas em Guaraná ou Coca-Cola (Jo 2:1-12)

Se Jesus fosse CRENTE, ele teria sim onde recostar a cabeça, pois moraria no bairro onde estavam localizados os palácios mais chiques e teria também um castelo de verão no Egito (Mt 8:20)

Se Jesus fosse CRENTE, Zaqueu seria orientado a não devolver o produto das possíveis defraudações, antes oferecê-los como doação ao Seu ministério (Lc 19:1-10)

Se Jesus fosse CRENTE, não pregaria nas sinagogas, mas na recém fundada IGREJA DE CRISTO, e Judas, ao traí-lo, não se mataria, mas abriria a IGREJA DE CRISTO RENOVADA.

Se Jesus fosse CRENTE, não diria que no mundo teríamos aflições, mas que teríamos sucesso, honra, vitória, riquezas, prosperidade … (Jo 16:33)

Se Jesus fosse CRENTE, ele seria amigo de Herodes, apoiaria a eleição de Pôncio Pilatos a governador, e só falaria o que os fariseus estavam interessados em ouvir.

Se Jesus fosse CRENTE, certamente não sofreria tanto nem morreria por mim e por você. Ele estaria preocupado com outras coisas. Mas ainda bem que ELE não era CRENTE.

E VOCÊ, É CRENTE? NÃO ESTÁ NA HORA DE REPENSAR O QUE DE FATO É SER CRENTE E SE TORNAR UM CRISTÃO VERDADEIRO?


Um abraço no seu coração

Fique na Graça e na Paz do Senhor Jesus
Pr. William Thompson


Este texto é de autoria do pr. Josué Lima; foi coletado de seu BLOG e adaptado.

sexta-feira, 17 de agosto de 2012

- PASTORES FERIDOS!

Cerca de 1,5 mil pastores desistem do ministério todos os meses

Desânimo, solidão, insegurança, medo e dúvida. Uma estranha combinação de sensações passou a atormentar José Nilton Lima Fernandes, hoje com 41 anos, a certa altura da vida. Pastor evangélico, ele chegou ao púlpito depois de uma longa vivência religiosa, que se confunde com a de sua trajetória. Criado numa igreja pentecostal, Nilton exerceu a liderança da mocidade já aos 16 anos, e logo sentiria o chamado – expressão que, no jargão evangélico, designa aquele momento em que o indivíduo percebe-se vocacionado por Deus para o ministério da Palavra. Mas foi numa denominação do ramo protestante histórico, a Igreja Presbiteriana Independente (IPI), na cidade de São Paulo, que ele se estabeleceu como pastor. Graduado em Direito, Teologia e Filosofia, tinha tudo para ser um excelente ministro do Evangelho, aliando a erudição ao conhecimento das Sagradas Escrituras. Contudo, ele chegou diante de uma encruzilhada. Passou a duvidar se valeria mesmo a pena ser um pastor evangélico. Afinal, a vida não seria melhor sem o tal “chamado pastoral”?

As razões para sua inquietação eram enormes. Ordenado pastor desde 1995, foi justamente na igreja que experimentou seus piores dissabores. Conheceu a intriga, lutou contra conchavos, desgastou-se para desmantelar o que chama de “estrutura de corrupção” dentro de uma das igrejas que pastoreou. Mas, no fim de tudo isso, percebeu que a luta fora inglória. José Nilton se enfraqueceu emocionalmente e viu o casamento ir por água abaixo. Mesmo vencendo o braço-de-ferro para sanar a administração de sua igreja, perdeu o controle da vida. A mulher não foi capaz de suportar o que o ministério pastoral fez com ele. “Eu entrei num processo de morte. Adoeci e tive que procurar ajuda médica para me restabelecer”, conta. Com o fim do casamento, perdeu também a companhia permanente da filha pequena, uma das maiores dores de sua vida.

Foi preciso parar. No fim de 2010, José Nilton protocolou uma carta à direção de sua igreja requisitando a “disponibilidade ativa”, uma licença concedida aos pastores da denominação. Passou todo o ano de 2011 longe das funções ministeriais. No período, foi exercer outras funções, como advogado e professor de escola pública e de seminário. “Acho possível servir a Jesus, independentemente de ser pastor ou não”, raciocina, analisando a vida em perspectiva. “Não acredito mais que um ministério pastoral só possa ser exercido dentro da igreja, que o chamado se aplica apenas dentro do templo. Quebrei essa visão clerical”. Reconstruindo-se das cicatrizes, Nilton casou-se novamente. E, este ano retornou ao púlpito, assumindo o pastoreio de uma igreja na zona leste de São Paulo. Todavia, não descarta outro freio de arrumação. “Acho que a vida útil de um líder é de três anos”, raciocina. “É o período em que ele mantém toda a força e disposição. Depois, é bom que esse processo seja renovado”. É assim que ele pretende caminhar daqui para frente: sem fazer do pastorado o centro ou a razão da sua vida.

Encontrar o equilíbrio no ministério não é tarefa fácil. Que o digam os ex-pastores ou pastores afastados do púlpito que passam a exercer outras atividades ou profissões depois de um período servindo à igreja. Uma das maiores denominações pentecostais do país, a Igreja do Evangelho Quadrangular (IEQ), com seus 30 mil pastores filiados – entre homens e mulheres –, registra uma deserção de cerca de 70 pastores por mês desde o ano passado. Os números estão nas circulares da própria igreja. Não é gente que abandona a fé em Cristo, naturalmente; em sua maioria, os religiosos que pedem licença ou desligamento das atividades pastorais continuam vivendo sua vida cristã, como fez José Nilton no período em que esteve afastado do púlpito. É que as pressões espirituais e as demandas familiares e pessoais dos pastores, nem sempre supridas, constituem uma carga difícil de suportar ao longo doa anos. Some-se a isso os problemas enfrentados na própria igreja, as cobranças da liderança, a necessidade de administrar a obra sob o ponto de vista financeiro e – não raro – as disputas por poder e se terá uma ideia do conjunto de fatores que podem levar mesmo aquele abençoado homem de Deus a chutar tudo para o alto.

A própria IPI, onde José Nilton militou, embora muito menor que a Quadrangular – conta com cerca de 500 igrejas no país e 690 pastores registrados –, teria hoje algo em torno de 50 ministros licenciados, número registrado em relatório de 2009. Pode parecer pouco, mas representa quase dez por cento do corpo de pastores ativos. Caso se projete esse percentual à dimensão da já gigantesca Igreja Evangélica brasileira, com seus aproximadamente 40 milhões de fiéis, dá para estimar que a defecção dos púlpitos é mesmo numerosa. De acordo com números da Fundação Getúlio Vargas, o número de pastores evangélicos no país é cinco vezes maior do que a de padres católicos, que em 2006 era de 18,6 mil segundo o levantamento Centro de Estatísticas Religiosas e Investigações Sociais. Porém, devido à informalidade da atividade pastoral no país, é certo que os números sejam bem maiores.

FERIDOS QUE FEREM

O chamado pastoral sempre foi o mais valorizado no segmento evangélico. Por essa razão, é de se estranhar quando alguém que se diz escolhido por Deus para apascentar suas ovelhas resolva abandonar esse caminho. Nos Estados Unidos, algumas pesquisas tentam explicar os principais motivos que levam os pastores a deixar de lado a tarefa que um dia abraçaram. Uma delas foi realizada pelo ministério LifeWay, que, por telefone, contatou mil pastores que exerciam liderança em suas comunidades eclesiásticas. E o resultado foi que, apesar de se sentirem privilegiados pelo cargo que ocupavam (item expresso por 98% dos entrevistados), mais da metade, ou 55%, afirmaram que se sentiam solitários em seus ministérios e concordavam com a afirmação “acho que é fácil ficar desanimado”. Curiosamente, foram os veteranos, com mais 65 anos, os menos desanimados. Já os dirigentes das megaigrejas foram os que mais reclamaram de problemas. De acordo com o presidente da área de pesquisas da Life Way, Ed Stetzer – que já pastoreou diversas igrejas –, a principal razão para o desânimo pode vir de expectativas irreais. “Líderes influenciados por uma mentalidade consumista cristã ferem todos os envolvidos”, aponta. “Precisamos muito menos de clientes e muito mais de cooperadores”, diz, em seu blog pessoal.

Outras pesquisas nos EUA vão além. O Instituto Francis Schaeffer, por exemplo, revelou que, no último ano, cerca de 1,5 mil pastores têm abandonado seus ministérios todos os meses por conta de desvios morais, esgotamento espiritual ou algum tipo de desavença na igreja. Numa pesquisa da entidade, 57% dos pastores ouvidos admitiram que deixariam suas igrejas locais, mesmo se fosse para um trabalho secular, caso tivessem oportunidade. E cerca de 70% afirmam sofrer depressão e admitem só ler a Bíblia quando preparam suas pregações. Do lado de cá do Equador, o nível de desistência também é elevado, ainda mais levando-se em conta as grandes expectativas apresentadas no início da caminhada pastoral pelos calouros dos seminários. “No começo do curso, percebemos que uma boa parte dos alunos possui um positivo encantamento pelo ministério. Mais adiante, já demonstram preocupação com alguns dilemas”, observa o diretor da Faculdade Teológica Batista de São Paulo, o pastor batista Lourenço Stélio Rega. Ele estima que 40% dos alunos que iniciam a faculdade de teologia desistem no meio do caminho. Os que chegam à ordenação, contudo, percebem que a luta será uma constante ao longo da vida ministerial – como, aliás, a própria Bíblia antecipa.

E, se é bom que o ministro seja alguém equilibrado, que viva no Espírito e não na carne, que governa bem a própria casa, seja marido de uma só mulher (ou vice-versa, já que, nos tempos do apóstolo Paulo não se praticava a ordenação feminina) e tantos outros requisitos, forçoso é reconhecer que muita gente fica pelo caminho pelos próprios erros. “O ministério é algo muito sério” lembra Gedimar de Araújo, pastor da Igreja Evangélica Ágape em Santo Antonio (ES) e líder nacional do Ministério de Apoio aos Pastores e Igrejas, o Mapi. “Se um médico, um advogado ou um contador erram, esse erro tem apenas implicação terrena. Mas, quando um ministro do Evangelho erra, isso pode ter implicações eternas.”

Desde que foi criado, há 20 anos, em Belo Horizonte (MG), como um braço do ministério Servindo Pastores e Líderes (Sepal), o Mapi já atendeu milhares de pastores pelo país. Dessa experiência, Gedimar traça quatro principais razões que podem ser cruciais para a desmotivação e o abandono do ministério. “Ativismo exagerado, que não deixa tempo para a família ou o descanso; vida moral vacilante, que abre espaço para a tentação na área sexual; feridas emocionais e conflitos não resolvidos; e desgaste com a liderança, enfrentando líderes autoritários e que não cooperam”, enumera. Para ele, é preciso que tanto os membros das igrejas quanto as lideranças denominacionais tenham um cuidado especial com os pastores. “Muitos sofrem feridas, como também, muitas vezes, chegam para o ministério já machucados. E, infelizmente, pastor ferido acaba ferindo”.

Quanto à responsabilidade do próprio pastor com o zelo ministerial, Gedimar é taxativo: “É melhor declinar do ministério do que fazê-lo de qualquer jeito ou por simples necessidade”. A rede de apoio oferecida pelo Mapi supre uma lacuna fundamental até mesmo entre os pastores – a do pastoreio. “É preciso criar em torno do ministro algumas estruturas protetoras. É muito bom que o líder conte com um grupo de outros pastores onde possa se abrir e compartilhar suas lutas; um mentor que possa ajudá-lo a crescer e acompanhamento para seu casamento e família e, por fim, ter companheiros com quem possa desenvolver amizades e relacionamentos saudáveis e sólidos”, enumera.

EXPECTATIVAS

Juracy Carlos Bahia, pastor e diretor-executivo da Ordem dos Pastores Batistas do Brasil (OPBB), sediada no Rio de Janeiro, conhece bem o dilema dos colegas que, a certa altura do ministério, sentem-se questionados não só pelos outros, mas, sobretudo, por si mesmos. Ele lida com isso na prática e sabe que o preço acaba sendo caro demais. “Toda atividade que envolve vocação, como a do professor, a do médico ou a do pastor, é vista com muita expectativa. Quando se abandona esse caminho, é natural um sentimento de inadequação”. Para Bahia, o desencantamento com o ministério pastoral é fruto também do que entende como frustrações no contexto eclesiástico. Há pastores, por exemplo, que julgam não ter todo seu potencial intelectual utilizado pela comunidade. “Às vezes, o ministro acha que a igreja que pastoreia é pequena demais para seus projetos pessoais”, opina. Isso, acredita Bahia, estimula muitos a acumularem diversas funções, além das pastorais. “Eu defendo que os pastores atuem integralmente em seus ministérios. Porém, o que temos visto são pastores-advogados, pastores-professores, enfim, pastores que exercem outras profissões paralelas ao púlpito”, observa.

No entender do dirigente da OPBB, esse acúmulo de funções mina a energia e o potencial do obreiro para o serviço de Deus. A associação reúne aproximadamente dez mil pastores batistas e Bahia observa isso no seio da própria entidade: “Creio que metade deles sofra com a fuga das atividades pastorais para as seculares”. Contudo, ele acredita que deixar o ministério não é algo necessariamente negativo. “A pessoa pode ter se sentido vocacionada e, mais adiante na vida, por meio da experiência, das orações e interação com outros pastores, é perfeitamente possível chegar à conclusão que a interpretação que fez sobre seu chamado não foi adequada e sim emotiva”.

Quando, já na meia idade, casado e com dois filhos, ingressou no Seminário Presbiteriano do Norte (SPN), na capital pernambucana, Recife, Francisco das Chagas dos Santos parecia um menino de tanto entusiasmo. Nem mesmo as críticas de parentes para que buscasse uma colocação social que lhe desse mais status e dinheiro o desmotivou. “A igreja, para mim, é a melhor das oportunidades de buscar e conhecer meu Criador para que, pela graça, eu continue com firmeza a abrir espaço em meu coração para que ele cumpra sua vontade em mim, inclusive no ministério pastoral”, anotou em sua redação para o ingresso no SPN, em 1998. Ele formou-se no curso, foi ordenado pastor em 2003 e dirigiu igrejas nas cidades de Garanhuns e Saloá.

Hoje, aos 54 anos, Francisco trabalha como servidor público no Instituto Agronômico de Pernambuco. Ainda não curou todas as feridas e ressentimentos desde que, em 2010, entregou seu pedido de desligamento da denominação. Ele lamenta o tratamento recebido pelos seus superiores enquanto foi pastor. “Minha opinião sobre igreja não mudou. Nunca planejei um dia pedir licença ou despojamento do ministério. Mas entendo que somos o Corpo de Cristo, e, se uma unha dói, todos nós estamos doentes”, pondera. “Não é possível ser pastor sem pensar em restaurar vidas – e existem muitas vidas precisando de conserto, inclusive entre nós, pastores”.

A vida longe dos púlpitos ainda não foi totalmente sublimada e Francisco sabe bem que será constantemente indagado sobre sua decisão de deixar o ministério. “A impressão é que você deixou um desfalque, que adulterou ou algo parecido”, observa. Ele não considera voltar a pastorear pela denominação na qual se formou, porém não consegue deixar de imaginar-se como pastor. “Uma vez pastor, pastor para sempre”, recita, “muito embora as pessoas, em geral, acreditem que seja necessário um púlpito.”

Um abraço no seu coração
Fique na Graça e na Paz do Senhor Jesus
Pr. William Thompson


Fonte:http://www.adiberj.org/portal/2012/05/09/pastores-feridos/

- EU NÃO CREIO EM DEUS!

  Porque eu bem sei os pensamentos que tenho a vosso respeito, diz o Senhor; pensamentos de paz, e não de mal, para vos dar o fim que espera...