quinta-feira, 29 de maio de 2014

- ESTARIA O EVANGELHO MAIS... ROMÂNTICO?


O mundo e, por conseguinte, as nossas vidas são comandados pelas tendências. Os automóveis, por exemplo, são todos, dentro de seus modelos, bem parecidos. Os estilos musicais da mesma forma.  As novelas ditam as tendências de penteados, roupas, atitudes, adornos etc.

Mas, de onde vêm as tendências e aonde vamos com isso?

– PREVENDO O FUTURO
A previsão de tendências surge da confluência de fatores psicológicos, sociólogos, demográficos e econômicos, que afetam a sociedade, e consequentemente o consumidor (a “pessoa comum”).
Lembre-se que diferentes, os especialistas têm as peças de um quebra-cabeça do que está por vir.
Identificar tendências = antecipar mudanças que farão parte do cotidiano.
Representa a solidificação dos diferentes desejos individuais presentes no inconsciente coletivo.
Eles devem ser fortes o suficiente para continuar avançando no mercado até tornar-se parte do mesmo.

A previsão do futuro está intimamente ligada ao estudo e compreensão do passado e do presente.

Fica mais fácil entender possíveis formas de evolução de comportamentos.
Ex: pílula anticoncepcional= da liberação sexual, corrida da mulher pelo poder profissional.
Identificação de eventos presentes que sejam relevantes e sua análise.
Ex: Orkut, Facebook, Google+, Instagran, WhatsApp etc.
E aí, o povo de Deus tem esquecido a Palavra, a Regra de Conduta e fé e assumido uma postura tendenciosa. Ao invés de influenciar temos sido influenciados pelas tendências mundanas. “Todas as coisas me são lícitas...”  

I Corintios 6:12 - Todas as coisas me são lícitas, mas nem todas as coisas convêm. Todas as coisas me são lícitas, mas eu não me deixarei dominar por nenhuma.       
                                                                                                
I Corintios 10:23 - Todas as coisas me são lícitas, mas nem todas as coisas convêm; todas as coisas me são lícitas, mas nem todas as coisas edificam.                                                                                                          

Os textos em vermelhos são para lembrar o original, por que em inúmeras situações só está valendo mesmo a parte inicial dos versos: “Todas as coisas me são lícitas...”.   
Algumas tendências e tentativas de explicação:

Sexo fora do casamento, por exemplo, tem sido uma tendência nas nossas igrejas: se o casal se ama, diante de Deus eles estão casados, pois Deus está vendo é a intenção do coração e a bíblia não relata a existência de cartórios emitindo certidões ou juízes de paz para realização de casamentos. Realmente não havia cartórios, mas Moisés instituiu a “carta de divórcio”. E se esse casal resolve que não quer mais ficar “casado”, terminando o namoro, quem vai dar a carta de divórcio?

O pecado de modo geral tem sido uma tendência dentro do Corpo de Cristo, por amor; “amor às almas” e isto tem tornado o Evangelho mais “romântico”, mais atraente. Para que incomodar o povo com essa falação sobre pecado e inferno?  Já que todo mundo peca mesmo, ninguém pode “julgar” ninguém, afinal até os pastores têm passado, logo é melhor não ficar mexendo com essas coisas. Falar que Deus é amor e que Jesus já pagou pelos nossos pecados é mais prático e não precisaremos mexer com a vida de ninguém!
Arrepender confessar e pedir perdão são tendências ultrapassadas!
“Amor” e prosperidade são as melhores tendências para a igreja contextualizada!
Desobediência é mais uma tendência: Um grupo de jovens estava realmente vivendo em pecado e quando chamados à responsabilidade disseram: “se me puser no banco eu vou pro mundo.”

O descaso dos líderes, outra tendência: “se vocês já se arrependeram e pediram perdão, Deus já perdoou e vocês podem continuar as suas atividades no altar normalmente, pois Deus está vendo a intenção do coração de vocês.”
Interpelado sobre a necessidade de disciplina e conserto por parte dos jovens ele responde: “eu não tenho como saber e não vou dormir embaixo da cama de ninguém para saber se eles estão ou não fazendo alguma coisa. Eu amo as pessoas como elas são; não fico ligado ao Antigo Testamento, a Lei; eu vivo o Novo Testamento, a Graça e o Amor de Cristo”.

A pior das tendências: a REBELDIA

Quanto a Hebreus 13: 17
“Obedecei a vossos pastores e sujeitai-vos a eles; porque velam por vossa alma, como aqueles que hão de dar conta delas; para que o façam com alegria e não gemendo, porque isso não vos seria útil.”

Já não obedecem a Deus, muito menos aos pastores!

Mas quando se trás luz a esses assuntos a resposta é quase unânime: “Deus vê a intenção do coração e o que vale é o amor”.  Mas esquecem de que a Palavra nos ensina que o Pai corrige ao filho que ama, logo precisamos entender que a verdadeira demonstração de amor está na correção, na admoestação e no ensino e nunca na permissividade que tanto mal faz à pessoa e por consequência ao Corpo de Cristo: A IGREJA!

Outra tendência bem conveniente que vem invadindo as igrejas é a União estável: diversos líderes estão se curvando a esta brecha aparentemente legal para “regularizar” a situação de alguns casais. Alguns alegam que é a lei e nós devemos obedecer a Lei de Deus e a dos homens também, mas não observam que, se a lei humana conflita com a Lei de Deus nós, como servos leais, só temos a opção de obedecer a Deus, mesmo que isso nos traga a perseguição.  Se alguém usa desse expediente achando que está biblicamente correto é melhor repensar; observe: se a pessoa é solteira, divorciada, separada judicialmente, no documento de união estável ela continuará exatamente desta forma e, partindo desse princípio essa pessoa poderá ter relações de união estável com vários companheiros (as) em locais diferenciados, uma vez que o lapso de tempo não importa. E aí fica a pergunta: O que impede um casal cristão de se casar?

Obedecer é melhor do que sacrificar!

As tendências podem dar ao evangelho um ar mais romântico, mas o verdadeiro Evangelho trás confronto, disciplina, arrependimento e leva o Homem a fazer meia volta para submeter-se à vontade de Deus e não à sua.

Cuidado, as tendências só servem para satisfazer a nossa carne e a carne nos leva ao pecado que por sua vez nos coloca no inferno!

Um abraço no seu coração!
Fique na Graça e na Paz do Senhor Jesus!


Pr. William Thompson

terça-feira, 20 de maio de 2014

- CULTURA GOSPEL vs EVANGELHO VERDADEIRO

Por Igor Sabino, 19 anos, Estudante de Relações Internacionais da UEPB

Durante muito tempo relutei em escrever esse texto, não por vergonha ou por não querer reconhecer meus erros, mas por medo de ser incompreendido e magoar pessoas que amo e respeito. Porém, não posso mais guardar essa experiência apenas para mim. Espero que este não seja apenas mais um desses textos de “apologética” que mais parecem textos de fofoca gospel. Quero compartilhar minha experiência, pois realmente me preocupo com os milhares de jovens que hoje fazem parte do movimento “Gospel” brasileiro e que sequer conhecem o Evangelho verdadeiro e caminham para o inferno.
Minha experiência com a cultura Gospel começou cedo. Nasci em um lar cristão e quando ainda era uma criança o Evangelho fez sentido para mim. Sempre gostei muito de música e comecei a me envolver com o Gospel através dos CD’s infantis do Diante do Trono que eram lançados anualmente. Ao me tornar pré-adolescente, comecei a buscar alguns referenciais em minha caminhada cristã e foi aí que entrei de vez no mundo Gospel. No início, eu ouvia apenas Diante do Trono. Naquela época as músicas do DT ainda eram tocadas com muita frequência nas igrejas e como a internet ainda não era muito acessada ninguém aqui na Paraíba sabia ao certo o que acontecia na Lagoinha. Hoje vejo que muito do que a Ana Paula Valadão prega e faz o que considero errado teologicamente, já era praticado por ela há muito tempo atrás. Foi aí que virei, digamos um “valadete”, embora não goste muito de usar esse termo, pois nunca cheguei a extremos que hoje vejo os fãs do Diante do Trono fazerem.

“Valadete” convicto
Eu sabia todas as músicas, é verdade, mas não era desses de gastar dinheiro com produtos do DT ou ir a todos os shows onde quer que fossem. Eu mesmo nunca fui à BH, tampouco conheço a Lagoinha, a “meca” dos “valadetes”. Ao longo dos dez anos em que acompanhei o DT só participei de 2 gravações e fui a 3 shows, todos aqui no Nordeste. Hoje ao olhar para isso percebo com mais clareza o que me levou a me envolver tanto com o Diante do Trono. Eu realmente amava a Deus e tinha sede por Ele, ao mesmo tempo era um jovem adolescente em busca de referenciais e deslumbrado com o mundo da música e da fama. O que me fez buscar na Igreja aquilo que via meus colegas de escola buscando no mundo, em seus ídolos musicais. O Diante do Trono, era na verdade, uma grande fuga para mim, em uma série de aspectos.
Essa minha relação com o DT começou a mudar de uns dois anos para cá. Mesmo tendo frequentado uma Igreja Presbiteriana desde de criança só então tive contato de verdade com a teologia reformada. Mas por estar em contexto pentecostal, não aceitei tudo de primeira. A partir desse momento, comecei a ver o quanto a cultura Gospel aqui no Brasil se distanciava cada vez mais do Evangelho verdadeiro. Comecei a perceber o quanto o culto estava virando um show e quis me distanciar disso. Fui a alguns shows do Diante do Trono durante esse período e mesmo reconhecendo a idolatria que mantive por eles durante tanto tempo (e me arrependendo disso), já estava apegado demais à “adoração profética”; espontânea. Gostava daquele ambiente em que se repetia diversas vezes as mesmas frases de uma música e de repente Deus “começava a falar”. Palavras proféticas eram liberadas às nações e eu me emocionava. Achava que aquilo realmente era bom.

Viciado em “Adoração Espontânea” 
Foi nesse momento em que o DT se tornou insuficiente para mim. Eu queria mais daquilo, eu queria “experimentar” a presença de Deus. Foi aí que descobri a indústria Gospel americana. Aprendi a falar inglês e assim como hoje, meu coração possuía um forte desejo de ser missionário, de influenciar a sociedade com o Evangelho e mudar o mundo! Foi exatamente isso que encontrei em movimentos como o Jesus Culture e a Bethel Church. Só que isso nunca era suficiente para mim. Sempre queria mais e foi aí que a “adoração” se tornou um vício para mim. Eu baixava um novo CD em inglês de “adoração” praticamente todo dia. Nesse período eu nunca deixei de ler a Bíblia, mas ainda assim não conseguia enxergar o meu erro. Necessitava diariamente de um novo hit, de uma nova canção de adoração para “experimentar” a presença de Deus, mas quanto mais eu buscava a Deus dessa forma mais eu me distanciava d’Ele.
Até que nessa minha busca por “adoração” comecei a ler um livro escrito pelo Zach Neeze, um pastor da Gateway Church dos Estados Unidos. Embora ele não seja um autor reformado, nem defenda o princípio regulador do culto, encontrei em suas palavras exatamente a resposta para o que eu estava vivendo. O Zach fala que o movimento de “adoração” está cada vez voltado para nós mesmos, para os nossos gostos e preferências e é por isso que muitas músicas aparentemente voltadas para Deus, tem o intuito de satisfazer apenas o homem. É aí que nos tornamos idólatras de nós mesmos. Após terminar a leitura, percebi que muitas coisas estavam erradas em meu coração, foi então que me lembrei de uma outra pregação do Zach Neeze aqui no Brasil, em um congresso do Diante do Trono no ano passado.

Cheio de Adoração, mas Distante do Trono
Essa pregação se encontra no Youtube e nela o Zach se utiliza de uma mesa cheia de objetos aparentemente lícitos para explicar o seu conceito de adoração com base na atitude de Jesus ao entrar no templo e virar a mesa dos vendedores. Segundo o Zach, adoração é virar as mesas dos nossos corações e tirar tudo o que nos afasta de Deus, até as coisas lícitas, até a “adoração”, em meu caso. Depois disso comecei a pedir a Deus que me mostrasse o que me afastava d’Ele e como eu poderia virar as mesas do meu coração. Confesso que não foi fácil descobrir isso, mas agradeço a Deus por ter me respondido de uma forma que eu nunca poderia imaginar. Lembro-me de alguns dias depois ao me aconselhar com meu pastor sobre outros problemas que vinha enfrentando, algo aparentemente sem nenhuma ligação com isso, o primeiro conselho que ele me deu foi: pare de ouvir as músicas que você tem ouvido, até mesmo em inglês. Desde então, um longo processo se iniciou em meu coração e aos poucos fui percebendo o quanto estava Distante do Trono, mas agradeço a Deus por ser fiel em completar a obra que Ele mesmo começou em mim!

Um culto cada vez mais feminizado
Por fim, gostaria apenas de fazer alguns esclarecimentos com relação à Ana Paula Valadão e aos chamados “valadetes”. Em primeiro lugar, gostaria de esclarecer que em momento algum julgo o coração da Ana Paula ou de qualquer outra pessoa do DT. Ao contrário, creio realmente que eles são crentes fiéis, mas que infelizmente tem trilhado um caminho que embora lhes pareçam bom, não é. Como diz Provérbios 16.2, “Todos os caminhos do homem lhes parecem puros, mas o Senhor avalia o espírito.” Digo isso com base em minha própria experiência acima relatada. Vemos um exemplo claro disso em 2 Samuel 6, quando Davi ao levar a Arca. Embora achasse que estava adorando a Deus de forma correta não estava e trouxe morte ao invés de vida para aqueles que estavam ao seu redor. Infelizmente é isso que tem acontecido com o Diante do Trono.
Milhares de jovens tem seguido a Ana Paula Valadão não para adorar a Deus, mas sim para adorar a ela. A Ana infelizmente não passa de mais uma celebridade gospel, venerada por milhares de jovens. Muitos dos quais não tem referenciais fortes de masculinidade e acabam contribuindo para um culto cada vez mais feminizado e distante dos referenciais bíblicos. Não é à toa que tantos gays seguem o Diante do Trono…

Pelo fim da Cultura Gospel
Faço das palavras do Rodolfo Abrantes na Lagoinha as minhas, e realmente oro a Deus pelo fim da cultura Gospel, pelo fim do mercado Gospel, pelo fim dos cantores Gospel. Oro para que o Evangelho verdadeiro seja pregado no Brasil. Oro para que o show acabe e que Deus seja cultuado da forma que Lhe apraz, não satisfazendo nossas vontades. Oro para que os jovens evangélicos realmente conheçam o Evangelho e se deixem transformar por Ele. Oro para que a “adoração” deixe de ser um ídolo em nossas igrejas. Oro para que outros jovens assim como eu, reconheçam o seu pecado e o deixem.




Um abraço no seu coração
Fique na Graça e na Paz do Senhor Jesus
Pr. William Thompson

sábado, 8 de fevereiro de 2014

- ATRIZ GLOBAL CLAUDIA JIMENEZ DEIXA LESBIANISMO


Quando a cantora Daniela Mercury publicou em uma rede social foto com outra mulher dizendo que esta era sua marida, a repercussão na opinião pública foi imediata. A ex-estrela do Axé percorreu todos os programas, pôs tom político no discurso e se declarou lésbica, mesmo já tendo vários relacionamentos héteros e filhos. Junto com o par homossexual chegou a escrever um livro falando sobre o romance. Daniela Mercury foi ovacionada como heroína, aclamada pela militância LGBT como referência de luta pela bandeira.

Tratamento diferente – bem diferente, diga-se de passagem – foi dado à atriz Cláudia Jimenez quando terminou o relacionamento de 10 anos com a sua personal Trainner e sócia,Stella Torreão,em 2011. “Não tinha sensualidade, era muito mais gorda do que sou hoje. Não tinha forma nem vaidade. Achava que não tinha cacife para seduzir um homem. Como tinha de ser amada, me joguei nas mulheres”, declarou a atriz numa entrevista ao jornal Folha de São Paulo.


Claudia Jimenez e seu primeiro namorado,Rodrigo Phavanello.

As declarações da atriz, que não associa homossexualidade a algo inato à pessoa e sim como comportamento que pode ser superado, deixou a militância LGBT do país em polvorosa. O site Parada Lésbica classificou a atitude de Claudia como um “desserviço homofóbico” e ainda chamou a atriz de “medíocre”.

Em outra oportunidade, Claudia revelou trauma sofrido na infância que a fez se afastar dos homens, um abuso que sofrera aos 7 anos. “Sofri abuso quando era menina e morava na Tijuca. Um senhor me bolinava. Ele comprava muitos chocolates e me convidava para entrar na casa dele. [Quando revelei essa história aos 18 anos] foi um choque para todo mundo. O fato de esse cara ter feito isso comigo atrasou muito o meu lado. Graças a Deus, ele já morreu” contou ao UOL.

Depois do convívio de 10 anos com Stela, Claudia passou a se relacionar com homens. Os veículos de comunicação que publicaram matéria sobre o assunto foram contidos, não fizeram alardes e não manchetearam a decisão da atriz de deixar o lesbianismo, justamente o contrário do que fizeram com a cantora Daniela Mercury.

Claudia deixou nas entrelinhas que sua opção pelo lesbianismo se deveu a diversos fatores externos como trauma de infância, rejeição e carência afetiva. Hanna Korich, uma das sócias fundadoras da Editora Malagueta, editora dedicada à literatura lésbica, também alfinetou Claudia rotulando as declarações da comediante de “homofobia internalizada”.

Patrulha LGBT
A militância LGBT na busca pela liberdade acaba oprimindo muitas das pessoas com comportamento homossexual. A tolerância se torna intolerância. A cantora Adriana Calcanhoto desabafou à revista Época sobre a ação da patrulha LGBT, logo quando Daniela Mercury se assumiu lésbica: “Se Daniela ficou feliz de falar e, se falando, ajudou a causa, eu acho válido. Só não gosto da patrulha para que você precise sair do armário, isso segmenta. Eu não gosto de expor minha vida privada por temperamento”.

Walcyr Carrasco também criticou a atuação dos militantes dos movimentos pró-homossexualismo. “Recentemente, declarei que sou bissexual. Fui apedrejado por homossexuais, segundo os quais deveria ter me declarado gay. Respondi: tive relacionamentos com várias mulheres na minha vida, a quem amei. Seria um desrespeito a elas dizer que tudo foi uma mentira”, escreveu em artigo que assina para a Revista Época.

Que outros sigam o exemplo de Claudia. Há saída para o comportamento homossexual.

"Ninguém nasce gay, homossexualidade não é doença, mas requer libertação!"


Um abraço no seu coração
Fique na Graça e na Paz do Senhor Jesus
Pr William Thompson









quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

- O INFERNO É REAL E NECESSÁRIO



Se não houvesse um inferno, não haveria justiça!
Ouvi uma história sobre um homem que vivia em Kiev, cuja mãe era a única das doze crianças na sua família a sobreviver à fome forçada de Stalin na Ucrânia. “Penso nas pessoas que caminharam pelos campos de matança, contando-nos das atrocidades cometidas contra as suas famílias.”

Sem inferno, a justiça nunca alcançaria os tiranos não arrependidos responsáveis pelos assassinatos de milhões. Perpetradores do mal ao longo dos tempos escapariam, apesar de estupros, assassinatos, torturas, e todo o tipo de mal.

Mesmo que possamos reconhecer o inferno como um castigo necessário e justo para os malfeitores, no entanto, raramente vemos a nós mesmos como dignos do inferno. Afinal, não somos Hitler, Stalin, Lenin, Mengeli, ou até mesmo Pablo Escobar.

Deus responde: "Não há um justo, nem um sequer, não há ninguém que entenda, ninguém que busque a Deus. Todos se extraviaram, à uma se fizeram inúteis; não há quem faça o bem, nem sequer um" (Romanos 3:10-12).

Negligenciando a grande salvação:
Portanto convém-nos atentar com mais diligência para as coisas que já temos ouvido, para que em tempo algum nos desviemos delas. Porque, se a palavra falada pelos anjos permaneceu firme, e toda a transgressão e desobediência recebeu a justa retribuição, como esperamos nós, se não atentarmos para uma tão grande salvação, a qual, começando a ser anunciada pelo Senhor, foi-nos depois confirmada pelos que a ouviram, testificando também Deus com eles, por sinais, e milagres, e várias maravilhas e dons do Espírito Santo, distribuídos por sua vontade" (Hebreus 2:1-4).
Nosso texto é uma exortação para se dar ouvidos e atenção à mensagem do Evangelho. O Evangelho são as boas novas sobre a grande salvação que foi preparada para os pecadores, e se a deixarmos de ouvir e não dermos atenção a esta mensagem não haverá jeito de escapar às consequências terríveis do pecado. O primeiro versículo do nosso texto é traduzido de várias maneiras. Uma das versões apresenta a última sentença assim: "Para que delas jamais nos desviemos". Mas, seja qual for a tradução e interpretação o pensamento é o mesmo: um aviso contra não se ouvir nem se dar atenção ao plano da salvação, como está escrito na Palavra de Deus.

A salvação do lado humano é através do arrependimento e fé; e isto implica ouvir e dar atenção ao Evangelho. Enquanto os homens ouvirem o Evangelho por um ouvido e o deixarem sair pelo outro nunca poderão ser salvos.
Gosto da tradução que diz: "Para que delas jamais nos desviemos". A maioria das pessoas estão flutuando para o inferno. Flutuar é um processo inconsciente. Pode-se estar num barco, soltar os remos e pensar que está parado, mas quando olhamos, podemos ver que não estamos onde estávamos antes, que nos movemos com o corrente. Alguns homens parecem estar num barco indo a todo vapor para a destruição, mas a maioria fica só flutuando. O assassino, o bêbado, o jogador e o ateu estão correndo na direção da ruína eterna, mas a maioria dos homens está flutuando inconscientemente nesta direção.

Certa vez, um homem estava num barco, no rio Niágara, a uma distância até boa das cataratas. Ficou cansado e por isso colocou os remos no fundo do barco e deixou-se ficar flutuando. Sentou-se de braços cruzados e começou a cochilar. Outro homem, na margem, viu o perigo e gritou. Mas o homem que estava no barco nem se mexeu, estava indo ao sabor da corrente sem saber não tinha o sentido real do perigo. O homem na margem saiu correndo e gritando, mas o outro nem ligou. Ficou lá sentado até que o Niágara o jogou nas cataratas para uma morte certa e instantânea. A negligência custou-lhe a vida. E não perdeu a vida por ter feito alguma coisa, foi só pela negligência, flutuou para a morte!

O inferno e o castigo eterno é o preço para a negligência. Os homens não precisam matar, nem roubar, nem beber, nem jogar para serem perdidos. Estes crimes podem aumentar as misérias do inferno, mas quem não faz nada disto ainda é pecador e precisa da salvação.

Por que a salvação é negligenciada?
Se a salvação é libertação do pecado; se significa escapar do fogo eterno; se significa receber o favor de Deus; se significa a felicidade e glória eterna, por que os homens a negligenciam? Se a salvação é tão cara que nada, a não ser o sangue do Filho Eterno de Deus, poderá ser suficiente como pagamento; por que é negligenciada por tanta gente? Se a salvação é adquirida sem dinheiro e sem preço; se é pela graça por meio da fé e não pelas obras; se é o dom de Deus; por que, pergunto outra vez, é negligenciada assim? Há respostas na Bíblia para todas estas perguntas, e a única resposta para qualquer uma delas só pode ser encontrada nas Escrituras. A salvação é negligenciada porque os homens não têm interesse neles mesmos? É porque o pecador não ama a si mesmo? Não! Não pode ser isto, pois o pecador ama a si mesmo, tanto quanto o salvo.

A resposta correta à pergunta: "Por que a salvação é negligenciada"? É encontrada na condição da mente e do coração do homem natural. A Bíblia diz que a mente carnal é inimizade contra Deus; que o coração é mais enganoso do que todas as coisas e desesperadamente mau. De acordo com a Bíblia o pecado destruiu o raciocínio e a afeição do homem natural. A Palavra de Deus diz que o homem natural não recebe as coisas do Espírito de Deus, pois são loucura para ele, nem pode conhecê-las porque são discernidas espiritualmente. Paulo disse que se o Evangelho que pregava fosse escondido, estaria escondido para os perdidos, cujas mentes foram cerradas pelo deus deste mundo. O pecado distorceu e deformou tanto a natureza humana, que os desejos do homem são o contrário das necessidades dele. As coisas de grande valor são ignoradas e negligenciadas, ao passo que as de valor mínimo, sim, coisas prejudiciais, são procuradas com uma paixão consumidora. Veja o contraste entre a rapidez e o entusiasmo com a indiferença total deles, em relação às coisas de valor eterno. Veja o contraste entre o desejo do bêbado pela bebida e seu descaso pela salvação. Que condição lamentável a da natureza humana; que os homens necessitam ser exortados a não negligenciarem a salvação.

Além disso o homem pode se interessar pela salvação, mas ser cego ou ignorante sobre o caminho da salvação. Talvez seja até um professor de universidade, mas ainda ignorante de como se tornar justo diante de Deus. Paulo escreveu sobre seus irmãos na carne, disse a respeito deles: "Porque lhes dou testemunho de que tem zelo de Deus, mas não com entendimento. Porquanto, não conhecendo a justiça de Deus, e procurando estabelecer a sua própria justiça, não se sujeitaram a justiça que vem de Deus", Romanos 10:2-3. Paulo estava dizendo que eles tinham interesse em ser justos diante de Deus, mas não sabiam o caminho certo para fazer isto. Não sabiam que Deus tinha providenciado justiça para os injustos. Pensavam que tinham de estabelecer ou preparar uma justiça própria. Era isto que tentavam fazer: tornarem-se justos pela própria obediência. Não sabiam que pela obediência de um, Jesus Cristo, muitos seriam justificados. Não sabiam que o fim da lei é Cristo para justiça de todo que aquele que crê", Romanos 10:4. Não podiam ver que Cristo é nossa justiça, e que nossa própria justiça é "como trapo da imundícia".

Um dos quadros mais tristes da Bíblia é mostrado por Isaías. É sobre o idólatra. Isaías descreve como o deus dos idólatras é feito. Um homem planta uma árvore e a chuva a faz crescer. Ele então corta a árvore e com uma parte da madeira faz um fogo para Se aquecer; com outra parte faz outro fogo para cozinhar o alimento e com o resto da árvore faz seu deus, ajoelha-se diante dele e o adora. Então o profeta explica este procedimento estranho dizendo: "o seu coração enganado o desviou; de maneira que não pode livrar a sua alma, nem dizer: Não há mentira na minha mão direita"? Isaías 44:20. Aquele pedaço de madeira que o idólatra segura em sua mão direita é um deus falso; uma mentira, mas o idólatra não sabe disto. Que coisas estranhas os homens do mundo buscam e das quais dependem, a fim de serem aceitos por Deus.

Que a luz dada pelo Espírito possa mostrar a homens e mulheres que Deus não faz acepção de pessoas; que Ele não aceita a pessoa do homem; que homem nenhum é aceito por Deus por causa do que é nem do que faz; que os pecadores são aceitos no Amado e que Deus salva o pecador por amor a Jesus. O único nome no qual os homens podem ser salvos é o nome de pecador; e o único nome pelo qual podem ser salvos é o nome do Senhor Jesus Cristo.



Não podemos ser aceitos por Deus por sermos brancos, pretos, amarelos, ricos, pobres ou ignorantes; cada pessoa tem que ir a Deus como pecador.



Um abraço no seu coração
Fique na Graça e na Paz do Senhor Jesus
Pr William Thompson

quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

- POR QUE A GALINHA ATRAVESSOU A ESTRADA? PREGADORES, TEÓLOGOS, APÓSTOLOS E HEREGES EXPLICAM.




Martinho Lutero: A galinha estava deixando Roma.
John Wesley: O coração do galinha foi estranhamente aquecido.
John Piper: Deus decretou o evento para maximizar a sua glória.
C.S. Lewis: Se uma galinha descobre em si mesmo desejos os quais nada neste lado possam satisfazer, a explicação mais provável é que ela foi criada para o outro lado.
Paul Washer: a galinha atravessou a estrada porque se continuasse onde estava, a ira de Deus iria torrar suas penas.
Mark Driscoll: A culpa é do marido, sempre é do marido, ela estava seguindo o exemplo do galo.
Billy Graham: A galinha se entregou toda.
Tomé: Eu não acredito que a galinha atravessou a menos que eu veja com meus próprios olhos.
Pedro: Que galinha? Que estrada? Nunca conheci uma galinha! (o galo canta).
Ezequiel: Deus ressuscitou os ossos de galinha e depois ela atravessou a estrada.
David Quinlan: O frango atravessou a rua pq ele “está apaixonado, está apaixonado, está apaixonado, está apaixonado, está apaixonado, está apaixonado, por ti Jesus”. E atravessou a rua “correndo, correndo, correndo, correndo, correndo, correndo, correndo, correndo, correndo, correndo, correndo, correndo, correndo, correndo, correndo, correndo pra ti”
Marco Feliciano: A galinha não conseguiu atravessar pois era um ancestral amaldiçoado por Noé!
Valnice Milhomens: Os últimos atos proféticos influenciaram a galinha num novo mover. Logo, a galinha não tinha outra escolha senão atravessar.
R. R. Soares: corre na estrada, atravessa a estrada, mostre que “Aqui” você foi curada!
G-12: A galinha fez regressão uterina (ovo), quebrou as maldições, e atravessou porque atravessar é TREMENDO.
Valdemiro Santiago: Ela fugiu para o outro lado porque não aguentava mais ser perseguida, estava chorando antes de atravessar.
Edir Macedo: Ela não quis atravessar! antes queria participar de uma sessão de descarrego pois estava endemoninhada!
Freestyle: A galinha fez uma travessia mó da hora para o outro lado. Maneiro.
Sarah Sheeva: A ‘galinha’ atravessou a rua porque eh galinha mesmo. Se fosse PRINCESA ela teria escolhido esperar pelo seu príncipe do primeiro lado da rua!
Ana Paula Valadão: Ela atravessou para se entregar nas asas do Pai!
Caio Fábio: A galinha atravessou porque encontrou o Caminho da Graça e rompeu com a instituição.



***Araony Cardoso disse que faltou o Thalles Roberto. Segundo ele, o “Thalleco diria: Filha minha, tá fugindo de mim é?”

O texto bem humorado foi postado via Facebook pelo brother ‘Marco Telles’, que teria recebido do Thiago Zambelli via e-mail. Divulgação: Púlpito Cristão.



Um abraço no seu coração
Fique na Graça e na Paz do Senhor Jesus
Pr William Thompson


- DESGRAÇADAMENTE RICO




Por Carlos Moreira


Jesus nos fala sobre um homem infeliz no Evangelho de Lucas. Ele não era nem mendigo, nem enfermo, não padecia dos males comuns que matam os mortais. O problema do sujeito era excessos... Sim, ele sofria de um mal quase incurável: tornara-se insaciável.

A parábola nos relata a história deste amaldiçoado, um homem que tinha de um tudo, do bom e do melhor, mas sua alma não se saciava, era como pia que bebe água de torneira quebrada. De noite, ela sussurrava baixinho em seu ouvido: “é pouco, eu quero mais...”. 

Aquele tinha sido um ano especial por demais... Os celeiros estavam abastados, cheinhos até a boca, quase engasgados. E homem, em sua cadeira de balanço, olhava o resultado do seu penoso trabalho debaixo do sol. Era orgulho só! Dizia consigo mesmo: “Tudo isso fui eu que fiz”. Pitava o cigarro de palha, no entardecer do dia, e soprava a fumaça como chaminé de fábrica.

Mas havia em seu interior uma queimação, uma danação danada. Era comichão, dava tremelique e tudo o mais, suadez, cansaço e coriza. O homem olhava aquele amontoado de trigo no paiol e endoidecia: “É pouco!”, dizia, “Podia ter feito mais...”. Havia sobejos no campo, uma restinga de nada que se podia dar ao povo daquele lugar faminto, mas o peste não podia perder nem gota de suor.

Tenho observado a vida, apreciado um tipo de apetite que só se sacia com a terra da sepultura. Há homens que possuem tudo e são miseráveis de espírito, sim, são pobres, cegos e nus. Tristeza desgraçada é a alma não se fartar com nada, nem com ódio nem com amor, nem com pódios nem com dor. É como a garganta escancarada tentando beber a água do oceano inteiro, mas o mar todinho, para esse tal, não passa apenas de uma poça.

“Construirei celeiros ainda maiores e guardarei neles as minhas riquezas...”, afirmou o desenganado. E foi assim que desfez castelos, derrubou cercas, quebrou telhas, picotou o piso, botou tudo no chão, de riba até embaixo. Depois, sentou-se no alpendre, fez contas, planos, levantou paredes, alargou espaços, botou nova coberta e pintou tudo de encarnado, uma belezura que dava gosto de ver...

E foi assim que se foi o verão, cheio de canseiras e mesmices... Então descansou o desinfeliz! Com celeiros maiores, capazes de armazenar ainda mais trigo, ele agora dava-se por satisfeito. Mas até quando? "Não teria sido melhor fazer, pelo menos, um galpão a mais para eventualidades?", pensava. E se revolvia de um lado para o outro...

“Louco”, disse Jesus! Tens celeiros lotados e uma alma vazia. Possuis mais do que podes consumir e não tendo com quem repartir, de que te adianta tanta prosperidade? A riqueza só traz proveito se puder ser dividida. A produção de toda uma vida acaba apodrecendo nos celeiros do ser quando o fruto colhido se torna entulho de coisas no coração.




Um abraço no seu coração
Fique na Graça e na Paz do Senhor Jesus
Pr William Thompson

quarta-feira, 20 de novembro de 2013

- A IGREJA VIVA



Antes de começar a ler este post eu peço a você que leia a postagem anterior intitulada “A IGREJA MORTA” para que se possa ter um melhor entendimento do que vamos tratar nesta matéria.

O que é a igreja viva?

É a igreja que prega a vida eterna, que abomina o pecado, não tolera Jezabel, não se contextualiza com o mundo e propaga que a vida não termina aqui com a morte física. Quando a igreja anuncia a vida eterna mostra a sua real preocupação com a existência do ser humano.

Existe uma série de situações que levam a igreja a se tornar morta: é a convivência letárgica com adultério, divórcio, fornicação, homossexualismo, mantras, psicologia antibíblica, ensinamentos da Nova Era, enfim, o silêncio diante do pecado e omitir-se em mostrar o triste fim daqueles que rejeitarem ao Senhor Jesus. Tais atitudes acabam por encobrir a ação do Espírito Santo de Deus. O livro de I Samuel narra a história do Sumo Sacerdote Eli que, como muitos líderes dos nossos dias, não cumpriu nem fez cumprir aquilo que o Senhor determinara, permitindo que através de seus filhos, aos quais não corrigiu, o pecado permeasse a mente e as atitudes dos filhos de Israel.

Gostaria que você prestasse bastante atenção, pois tudo que você acabou de ler como sendo algo que pode identificar uma igreja morta acontece também na igreja viva, havendo somente uma diferença: todas essas coisas, numa igreja viva, são combatidas conforme a Palavra de Deus. A igreja viva é bíblica, não abre mão de pregar diuturnamente contra o pecado que tão de perto nos rodeia.

“Não se opor ao erro é aprová-lo, e não defender a verdade é suprimi-la; e a nossa negligência em defender a verdade, quando podemos fazê-lo, é tão pecado quanto incentivar o erro. A paz, se possível, mas a verdade, a qualquer preço. (Tomas de Aquino)”.

As palavras de Tomas de Aquino parecem soar como um indicador atual de tantas coisas que assustam aqueles que querem uma igreja que não se dobra ao pecado nem tenta aliviar o peso da Palavra ou relativizá-la para agradar aos ouvidos mais incrédulos. Numa maneira bem atual poderíamos entender que Tomas de Aquino estava dizendo: “quem cala: consente”!

Este é o grande diferencial da igreja viva: ELA NÃO SE CALA. Aquilo que a Palavra de Deus determinou como pecado continua valendo e não é pelo entendimento distorcido de alguns líderes que ela vai mudar:
Luca 21: 29-36
Ele lhes contou esta parábola: "Observem a figueira e todas as árvores. Quando elas brotam, vocês mesmos percebem e sabem que o verão está próximo. Assim também, quando virem estas coisas acontecendo, saibam que o Reino de Deus está próximo.” Eu asseguro a vocês que não passará esta geração até que todas essas coisas aconteçam. Os céus e a terra passarão, mas as minhas palavras jamais passarão. "Tenham cuidado, para não sobrecarregar o coração de vocês de libertinagem, bebedeira e ansiedades da vida, e aquele dia venha sobre vocês inesperadamente. Porque ele virá sobre todos os que vivem na face de toda a terra. Estejam sempre atentos e orem para que vocês possam escapar de tudo o que está para acontecer e estar em pé diante do Filho do homem".

Na Igreja Viva, cada pessoa é desafiada a ter sua vida transformada por Jesus e é levada a viver os valores do Reino de Deus. É um lugar de Salvação, uma missão, uma família, um lugar de relacionamento e intimidade com Deus. A igreja de Cristo é viva; quando não pertence a Ele é apenas uma organização sem propósito, sem sentido, um  “clube social”.

·      Igrejas cheias, pessoas vazias: isto caracteriza uma igreja morta, pessoas que celebram com a “alma” ao invés de adorarem em espírito e em verdade!

·      Possivelmente poucas pessoas, mas cheias da unção do Espírito Santo! 

João 4:23: Mas a hora vem, e é agora, em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade; porque o Pai procura a tais que assim o adorem. Isto é a Igreja Viva!

“A Igreja em nossos tempos, se quiser continuar fiel às escrituras e às leis de Deus e, ao mesmo tempo, evitar confrontos com as autoridades seculares, deverá caminhar no sentido da clandestinidade.” Joed Venturini

Somente a Igreja Viva estará pronta para pagar tal preço, por amor ao seu Senhor, o Deus Vivo, o Grande Eu Sou, o El Shadai!

A Igreja Viva é a noiva de Cristo, é livre e santa, não tem compromisso com homens, mas com Jesus Cristo!
Na Igreja Viva o sermão é duro, mas é pregado!

Um abraço no seu coração!
Fique na Graça e na Paz do Senhor Jesus!

Pr William Thompson

quinta-feira, 7 de novembro de 2013

- A IGREJA MORTA.



Um amigo meu, morador de em Mogi Guaçu, interior do Estado de São Paulo,  que pediu para não ser identificado, me passou via Skype  um pequeno texto escrito por David Wilkerson em seu livro “Famintos por mais de Jesus (CPAD)” que afirma de modo muito preocupante:

* “O lugar mais conveniente para trazer alívio à consciência de alguém que procura esconder-se dos olhos inflamados de um Deus Santo é o interior de uma igreja morta!”


Confesso que fiquei intrigado e comecei a indagar de Deus por que razão haveria alguma igreja morta?
Não demorou muito e um turbilhão de respostas começou a encher minha mente e coração. Uma igreja não é um prédio, um endereço na lista telefônica; igreja é um ajuntamento de pessoas com intenção pré-clara de celebrar ao Deus Vivo e Poderoso.

Igreja é uma composição de pessoas que individualmente são pregadoras da Palavra de Deus e que lutam para expandir o Seu Reino sobre a terra, mas se estão mortas, como pregarão, como celebrarão e, imediatamente me veio à mente um grande cemitério com sepulturas pintadas de branco, mas por dentro cheias da podridão de seus cadáveres (Mateus 23:27).
*“As igrejas estão sendo invadidas pelo adultério, divórcio, fornicação, homossexualismo, mantras, psicologia antibíblica, ensinamentos da Nova Era e os pastores se defendem com o clássico: “isso não tem nada a ver”. Muitos jovens crentes estão se voltando para as drogas e o sexo ilícito, tentando preencher o vazio de suas almas. Isso acontece porque muito do que se diz em nossos púlpitos, quando muito, serve apenas para nos agradar. Os sermões não são substanciais e nem difíceis de se engolir. 

Na verdade, são ‘divertidos’. As histórias são bem contadas, as aplicações fáceis e práticas, e nada do que é dito chega confrontar os ouvintes”. Há casos verídicos de pastores que não veem a fornicação como pecado, pois declaram que se um casal se relaciona sexualmente antes do casamento, diante de Deus já estão casados e isto já basta. Igreja morta!
Pregar contra o pecado é algo que deve ser feito somente em último caso, inferno então, nem pensar!
São coisas que assustam e afugentam as pessoas. Imagine o trabalho que dá para levar um visitante à igreja e lá ele ser confrontado, bombardeado, com tantas coisas assustadoras.
Romanos 10:14-15 diz: Como, pois, invocarão aquele em quem não creram? e como crerão naquele de quem não ouviram? E como ouvirão, se não há quem pregue?  E como pregarão, se não forem enviados? como está escrito: Quão formosos os pés dos que anunciam o evangelho de paz; dos que trazem alegres novas de boas coisas.
Os “enviados” estão amaciando a mensagem para agradar às pessoas. Os sermões já não são marcantes, não fazem as pessoas pensarem, se autoanalisarem no dia seguinte, não despertam fome e sede de Deus nos ouvintes.
Ouvi alguém dizer que: “O evangelho muda uma sociedade” e isto é uma verdade poderosa, mas a essência desse Evangelho não pode ser negociada nem camuflada, pois trará a total perda de sua excelência.
Princípios bíblicos devem ser obedecidos por qualquer pessoa!
Se eu amaciar o confronto que o Espírito Santo quer trazer ao povo eu estou trabalhando contra o Reino. Se houver conversões com um sermão assim, na realidade serão decisões, pois uma mensagem que apresenta um evangelho nublado nunca fará pessoas genuinamente convertidas, mas sim convencidas de que poderão seguir a Deus sem que a necessária mudança aconteça e essa mudança é o que chamo de conversão!
Sem mudança, sem conversão e vice-versa!
("Duro é este discurso; quem o pode ouvir?" - João 6:60)
Há quem defenda que toda essa frouxidão é em nome do amor, mas Provérbios 3: 11-12 nos diz “Filho meu, não rejeites a disciplina do Senhor, nem te enojes da sua repreensão, porque o Senhor corrige aquele quem ama, assim como o pai ao filho a quem quer bem.”

Não vou nem citar as questões de julgamento. Para isto basta dar uma rápida passagem pela postagem “Julgar ou não julgar: eis a questão”.

“Não estamos debaixo da lei, mas da Graça, somos livres.” Esta é uma das afirmações que demonstram o quanto uma igreja precisa ressuscitar. É como se estivem dizendo, todo transgressão já está perdoada. Se forem questionados quanto ao cometimento de algum pecado a resposta será: - já me arrependi e Deus me perdoou, bola pra frente, pois somos livres pela graça (com “g” minúsculo), pois o Sangue de Jesus é que nos justifica!

 Não sabem que estão, na verdade, barateando a Graça Salvadora de Jesus, querem viver na Graça, mas praticam as atitudes da lei. Não perceberam que viver verdadeiramente na Graça é bem mais complicado que viver na Lei, isto acaba levando o rebanho a viver não pela Graça, mas pela Misericórdia de Deus!

Tudo que acabo de descrever é uma triste realidade. E sempre que houver alguém querendo esconder-se (como se fosse possível) dos olhos de Deus com sua linda máscara será irremediavelmente na mais profunda negritude de uma igreja morta!

Oséias 4:6 - O meu povo perece por falta de conhecimento; porque tu rejeitaste o conhecimento, também eu te rejeitarei, para que não sejas sacerdote diante de mim; e, visto que te esqueceste da lei do teu Deus, também eu me esquecerei de teus filhos.

* “Alguns pastores protestam, alegando que suas igrejas, longe de serem mortas, estão repletas de orações fervorosas e adoração a Deus. Contudo, nem todas as igrejas opulentas e avivadas são necessariamente cheias de vida. A adoração vinda de lábios impuros, na verdade, é abominação a Deus. O louvor que sai de corações cheios de adultério, cobiça ou orgulho, não chega a Deus como aroma suave. Bandeiras cristãs erguidas por mãos pecadoras não passam de ostentações arrogantes e revoltosas”.
Resultados não são indicadores verdadeiros da aprovação de Deus!



Um abraço no seu coração
Fique na Graça e na Paz do Senhor Jesus
Pr William Thompson



* Textos de David Wilkerson (“Famintos por mais de Jesus”) adaptados para o Blog Adorador Extravagante. 

terça-feira, 5 de novembro de 2013

- A CRUZ E A PRATA! ADORANDO A YEHOWAH E A MAMOM


Tenho observado e analisado as coisas que vêm ocorrendo com as igrejas (deixando claro que o termo igreja aqui se refere às pessoas) ultimamente, e sem querer ser santarrão (longe disso), tenho tentado não me escandalizar com a prática gospel de alguns irmãos. 

Ser “crente” hoje é moda, ou melhor, ser “gospel”.  Há algum tempo atrás  cantores evangélicos eram chamados de “cantores evangélicos”, mas hoje eles são “artistas do seguimento gospel”. Comparecem a programas seculares como Programa do Jô, Caldeirão do Huck, Esquenta, Raul Gil, Xuxa, Eliana, Gugu e por aí vai.  E em todas essas mídias não consegui ver e ouvir um que dissesse algo que pudesse engrandecer o nome do Senhor. O pior momento ficou com o programa do Jô, quando o “artista” fala com propriedade e prioridade do seu passado, como bebum, nas bandas em que atuou, que fez xixi em um casal no momento de delirium tremens e outras baboseiras. Não vi, nem ouvi nenhum desses “artistas” falarem quem são em Cristo Jesus, o que Jesus fez em suas vidas, que Jesus de Nazaré cura, salva e liberta. Ninguém fala de transformação de vida, de novidade de vida. 

Impressionante que em coro todos dizem a mesma coisa: “eu nasci para ser um adorador”, esquecendo-se de que todos  nascemos para isto, Deus nos criou para isto, para adoração a Ele como nosso Único Senhor.

Se dizem adoradores, mas se alguma Comunidade quiser convidar um desses “artistas” terá que desembolsar um valor razoável, pois o mais barato não cobra menos de R$ 50.000,00 (Cinquenta Mil Reais) sem contar com as exigências de hotel, (não ficam em casa de irmãos, precisam de privacidade), cachê da banda, camarim, comidas exóticas, toalhinhas, frutas, flores, tem que depositar o sinal do valor combinado e até a hora do “show” todo o restante precisa estar quitado, se faltar algum valor: nada feito, eles vão embora (e não devolvem o que já foi pago).
Não vou dizer que se apresentar num programa secular esteja errado, de forma alguma, o erro está no desvio do foco, que sai de Jesus Cristo e passa para ele, o “artista”.
Eu tenho um vídeo com o Rodolfo Abrantes, na realidade são dois vídeos, e no primeiro ele está na I.B. Lagoinha e de certa forma “detona” com o “mercado gospel”, detona com os fãs gospel, com a idolatria gospel. Já no segundo vídeo ele fala de sua experiência com Deus e em momento algum ele enaltece o passado, o velho homem, mas exalta ao Senhor Jesus pela transformação e pela vida que hoje vive na presença dEle!  E digo que não conheço o Rodolfo pessoalmente, nunca gostei da banda que tocava antes de se converter, mas passei a admirá-lo como homem de Deus. Assista:






Entenda que nada disso acontece sem a nossa permissão como  “igreja”, como consumidor, fã, admirador ou, seja lá o que for. Somos nós a “igreja” que damos espaço para que isso aconteça e mais uma vez se faz necessário dizer: “O SHOW TEM QUE ACABAR!”


Precisamos parar e fazer um longo momento de confissão diante do Senhor, pedir perdão e mudar nossos hábitos de adoração. Adoração genuína que flui do nosso coração diretamente ao coração de Deus sem passar pelas cifras de mamom.  

Um abraço no seu coração
Fique na Graça e na Paz do Senhor Jesus

Pr. William Thompson

- EU NÃO CREIO EM DEUS!

  Porque eu bem sei os pensamentos que tenho a vosso respeito, diz o Senhor; pensamentos de paz, e não de mal, para vos dar o fim que espera...