quinta-feira, 6 de junho de 2013

- PESADO E MAU CHEIROSO



Um professor pediu para que seus alunos levassem batatas e uma sacola para a sala de aula. Durante a aula ele pediu para que separassem uma batata para cada pessoa de quem sentiam mágoas e escrevessem os nomes dessas pessoas nas batatas e as colocassem dentro da sacola. Quase todas as bolsas ficaram muito pesadas.

Para cumprir a tarefa, durante uma semana os alunos levaram suas sacolas para todos os lugares aonde iam. O incômodo era grande, a sacola pesada com o tempo passou também a cheirar mal, contaminando os ambientes aonde iam.

A lição das batatas nunca mais foi esquecida. Não houve nota, mas um grande aprendizado. O incômodo de carregar a sacola mostrou-lhes o peso que a mágoa ocasiona. Além disso, para não esquecê-la em nenhum lugar, eles deixavam de prestar atenção em outras coisas que eram importantes para eles.


Todos aprenderam na prática o que os sentimentos de ódio, mágoa e ressentimento provocam. São como batatas podres que pesam e deixam um intenso mau cheiro. Além de nos impedir de aproveitar as melhores coisas da vida, incomoda quem está do nosso lado, podendo até mesmo, afastar de nossas vidas quem mais amamos.


Pense nisso e não deixe que o rancor, a mágoa, o ódio vá te matando aos poucos e corrompendo seu caráter. Sempre há tempo para mudança. Escolha perdoar, assim, serás recompensado com amor e "liberdade".

Um pensamento nos diz que "guardar o rancor, a mágoa, o ódio dentro de nós é como se tomássemos o veneno esperando que a outra pessoa morra!"

Um abraço no seu coração
Fique na Graça e Paz do Senhor Jesus
Pastor William Thompson


Texto adaptado

quinta-feira, 2 de maio de 2013

- DESPERTA IGREJA CRISTÃ BRASILEIRA



Um vídeo de uma palestra da pastora Damares Alves, advogada, assessora jurídica da Frente Parlamentar Evangélica e professora, estão sendo compartilhado através das redes sociais como um alerta sobre os rumos políticos do Brasil e o papel da igreja contemporânea.

A palestra, realizada na Primeira Igreja Batista de Campo Grande, no Mato Grosso do Sul, fala sobre os rumos dados pelo governo federal à educação infantil na área sexual e sobre uso de entorpecentes, além do projeto de aprovação do aborto.

Damares faz uma crítica à postura adotada pela maioria dos líderes evangélicos, dizendo que por se manter no conforto dos templos, a igreja se tornou alienada dos rumos que a sociedade está tomando.

“Deus está chamando a igreja evangélica brasileira para um novo momento, um novo instante, e grandes desafios nos esperam [...] Os desafios são de salvar essa nação do que está acontecendo”, alertou a pastora, que complementou: “Estão detonando as nossas crianças”.

Falando sobre pornografia e homossexualidade, Damares Alves disse que o Ministério da Educação tem divulgado nos últimos anos, materiais que fazem apologia à pornografia, à prática sexual e homossexual, e apresentou exemplares de cartilhas que são apresentadas às crianças.

“Aí vem o governo brasileiro com verba pública, do seu bolso, e faz um material desses distribui um material desses nas escolas públicas. E o que a gente faz? Nada. Sabe por quê? Porque estamos ocupados. A Igreja está muito ocupada. Estamos ocupados em ganhar dinheiro, ocupados com as nossas profissões, e não estamos antenados com o que está acontecendo. Mas Deus está dizendo à igreja evangélica brasileira: abre o olho [...] É hora de a gente se levantar como igreja”, disse, em tom de convocação.

Os materiais que contém instruções sobre como usar drogas, segundo Damares, foram distribuídos sob o argumento de que seria menos prejudicial se o consumo fosse orientado: “Os deputados evangélicos, que estão lá na Câmara tentando fazer uma diferença, e que estão sendo chamados de homofóbicos, fundamentalistas, que estão sendo perseguidos foram questionar [...] e os especialistas disseram ‘as crianças já estão usando, então temos que ensinar usar de uma forma melhor para que não contraiam outros tipos de doença’”.

Damares Alves diz, em sua palestra, que os argumentos usados pelo governo para buscar a aprovação da descriminalização do aborto são baseados em “mentiras”, e que as informações apresentadas não são precisas: “Eles manipulam dados, manipulam estatísticas, para impor na sociedade brasileira uma cultura de morte”, disse, antes de complementar: “Matar bebês no ventre da mãe é covardia, assassinato, além de ser pecado”.

A pastora Damares Alves disse ainda que o governo tem financiado iniciativas que zombam da fé cristã, e citou o exemplo de um artista plástico que recebeu verba para financiar uma performance em que um dos símbolos cristãos era ridicularizado.

“Estão zombando dos cristãos no Brasil [...] A igreja evangélica vai ter que dizer isso: respeitem-nos, nós não somos um ‘Zé Povinho’, não somos um povo qualquer, nós somos uma geração eleita, o povo de Deus”, disse.

Assista no vídeo abaixo, a íntegra da palestra da pastora Damares Alves sobre a relação da igreja evangélica com a educação, o aborto e a política brasileira:



Por Tiago Chagas, para o Gospel+

É ESTARRECEDOR!


Um abraço no seu coração!
Graça e Paz da parte de Nosso Senhor Jesus
Pr. William Thompson

segunda-feira, 29 de abril de 2013

- E SE...




A filha de Billy Graham (grande escritor e pregador desta geração), Anne Graham, estava sendo entrevistada no Early Show, e Jane Clayson perguntou a ela:

'Como Deus permitiu que algo horroroso acontecesse no dia 11 de setembro de 2001?'

II Crônicas 7:14

E SE O MEU POVO, QUE SE CHAMA PELO MEU NOME, SE HUMILHAR, E ORAR, E BUSCAR A MINHA FACE E SE CONVERTER DOS SEUS MAUS CAMINHOS, ENTÃO EU OUVIREI DOS CÉUS, E PERDOAREI OS SEUS PECADOS, E SARAREI A SUA TERRA.

Anne Graham deu uma resposta profunda e sábia:

'Eu creio que Deus ficou profundamente triste com o que aconteceu, tanto quanto nós.
Por muitos anos temos dito para Deus não interferir em nossas escolhas, sair do nosso governo e sair de nossas vidas.
Sendo um cavalheiro como Deus é, eu creio que Ele calmamente nos deixou.

Como poderemos esperar que Deus nos dê a sua benção e a sua proteção se nós exigimos que Ele não se envolva mais conosco?'
À vista de tantos acontecimentos recentes; ataque dos terroristas, tiroteio nas escolas, etc...
Eu creio que tudo começou desde que Madeline Murray O'hare (que foi assassinada), se queixou de que era impróprio se fazer oração nas escolas Americanas como se fazia tradicionalmente, e nós concordamos com a sua opinião.

Depois disso, alguém disse que seria melhor também não ler mais a Bíblia nas escolas...
A Bíblia que nos ensina que não devemos matar, roubar e devemos amar o nosso próximo como a nós mesmos. E nós concordamos com esse alguém.

Logo depois o Dr. Benjamin Spock disse que não deveríamos dar umas palmadas em nossos filhos quando eles se comportassem mal, porque suas personalidades em formação ficariam distorcidas e poderíamos prejudicar sua autoestima (o filho dele se suicidou) e nós dissemos:
'Um perito nesse assunto deve saber o que está falando'.
E então concordamos com ele.

Depois alguém disse que os professores e diretores das escolas não deveriam disciplinar nossos filhos quando se comportassem mal.
Então foi decidido que nenhum professor poderia tocar nos alunos...(há diferença entre disciplinar e tocar).

Aí, alguém sugeriu que deveríamos deixar que nossas filhas fizessem aborto, se elas assim o quisessem.
E nós aceitamos sem ao menos questionar.
Então foi dito que deveríamos dar aos nossos filhos tantas camisinhas, quantas eles quisessem para que eles pudessem se divertir à vontade.
E nós dissemos: 'Está bem!'

Então alguém sugeriu que imprimíssemos revistas com fotografias de mulheres nuas, e disséssemos que isto é uma coisa sadia e uma apreciação natural do corpo feminino.

Depois outra pessoa levou isso um passo mais adiante e publicou fotos de Crianças nuas e foi mais além ainda, colocando-as à disposição da internet.

E nós dissemos:
'Está bem, isto é democracia, e eles têm o direito de ter liberdade de se expressar e fazer isso'.

Agora nós estamos nos perguntando por que nossos filhos não têm consciência e porque não sabem distinguir o bem e o mal, o certo e o errado?

Por que não lhes incomoda matar pessoas estranhas ou seus próprios colegas de classe ou a si próprios...
Provavelmente, se nós analisarmos seriamente, iremos facilmente compreender:
nós colhemos só aquilo que semeamos!!!

Uma menina escreveu um bilhetinho para Deus:
'Senhor, porque não salvaste aquela criança na escola?'
A resposta dele:

'Querida criança, não me deixam entrar nas escolas!!!'
É triste como as pessoas simplesmente culpam a Deus e não entendem porque o mundo está indo a passos largos para o inferno.
É triste como cremos em tudo que os Jornais e a TV dizem, mas duvidamos do que a Bíblia, ou do que a sua religião, que você diz que segue ensina.

É triste como alguém diz:
'Eu creio em Deus'.
Mas ainda assim segue a satanás, que, por sinal,também 'Crê' em Deus.
É engraçado como somos rápidos para julgar mas não queremos ser julgados!

Como podemos enviar centenas de piadas pelo e-mail, e elas se espalham como fogo, mas, quando tentamos enviar algum e-mail falando de Deus, as pessoas têm medo de compartilhar e reenviá-los a outros!
É triste ver como o material imoral, obsceno e vulgar corre livremente na internet, mas uma discussão pública a respeito de Deus é suprimida rapidamente na escola e no trabalho.

É triste ver como as pessoas ficam amantes de Cristo no domingo, mas depois se transformam em cristãos invisíveis pelo resto da semana.
Estranho que nós nos preocupamos mais com o que as outras pessoas pensam a nosso respeito do que com o que Deus pensa...

Veja o que Deus fala no salmo 81: 11-12
O desejo de Deus é que nós ouvíssemos a Sua voz.
Já a humanidade se recusa a ouvi-lo então,
ficamos a mercê das nossas escolhas.

Costumam dizer que o que é bom para os Estados Unidos é bom para o Brasil!

PRESTA ATENÇÃO BRASIL!!!



Um abraço no seu coração
Fique na graça e na Paz do Senhor Jesus
Pr. William Thompson















(Billy e Anne Graham)

terça-feira, 23 de abril de 2013

- QUANDO A FÉ ESMORECE


Charles Spurgeon conta a experiência vivida ao visitar uma mulher cuja fé, uma vez brilhante, havia sido encoberta por uma nuvem que provocara um eclipse total. Disse ela a Spurgeon: "Minha fé acabou. Eu não sinto mais qualquer amor verdadeiro por Cristo.” Spurgeon era um homem sábio. Ele não discutiu e nem rebateu o que a senhora lhe havia dito. Apenas pegou uma folha de papel e dirigiu-se até a janela. Nele ele escreveu: "Eu não amo o Senhor Jesus Cristo." Retornando ao lugar onde estava a mulher, deu-lhe o papel e o lápis e falou: "Assine isto." Ao ler o que estava escrito ela começou a chorar. "Não é verdade. Eu não vou assinar e sim rasgar em muitos pedaços." Spurgeon disse: "Você disse que não o amava." Ao que ela respondeu: "Sim, mas eu não posso assinar isto." "Bem, então," prosseguiu Spurgeon, "eu concluo que, pelo contrário, você o ama afinal." "Sim, sim," ela exclamou, "eu percebo isto agora! Eu o amo. Cristo sabe que eu O amo!”



"Senhor, nada me alegra mais do que adorá-Lo. Nada satisfaz, cura e ilumina tanto quanto louvá-Lo. Quando O adoro, convido-O a participar ainda mais de minha vida. Obrigado porque, quando estou em Sua presença, sinto-O  pessoalmente comigo, derramando todo o Seu ser em minha mente e coração. Sempre que estou em Sua presença, sinto-me ser completado por Sua plenitude. Aos primeiros sinais de desespero ou tristeza, ajude-me a lembrar de louvá-Lo. Que o louvor seja a primeira reação diante de tudo o que ocorre em minha vida. Em nome de Jesus, amém!"





Um abraço no seu coração
Fique na Graça e na Paz do Senhor Jesus
Pr William Thompson

sábado, 13 de abril de 2013

- CASA DIVIDIDA...


Daniel 2: 41 - E, quanto ao que viste dos pés e dos dedos, em parte de barro de oleiro, e em parte de ferro, isso será um reino dividido; contudo haverá nele alguma coisa da firmeza do ferro, pois viste o ferro misturado com barro de lodo.

Mateus 12: 25 - Jesus, porém, conhecendo os seus pensamentos, disse-lhes: Todo o reino dividido contra si mesmo é devastado; e toda a cidade, ou casa, dividida contra si mesma não subsistirá.

Tenho me mantido calado diante dos acontecimentos que vêm movimentando a mídia nacional nos últimos dias, mas tudo tem limite. Militantes homossexuais, entre esses até alguns que se dizem “cristãos”, liderados pelo Deputado Federal Jean Willys, vêm fazendo comentários e ameaças contra a Igreja (não falo agora apenas dos evangélicos, mas de todas as igrejas cristãs). A hora é de mobilização da Igreja de Cristo. Eu já vi gente profetizar que a besta do apocalipse seria um Papa, o Presidente dos Estados Unidos e até o Arnold Schwarzenegger, mas sinceramente começo a vislumbrar uma besta mais rosa no fim do arco Iris (não entenda isso como algo profético).
Imaginem que essas pessoas querem um tratamento especial, como se fossem seres superiores e, portanto intocáveis. Para eles a Constituição Federal e o Código Penal não são suficientes, para nós sim, para eles não. Gostaria que você assistisse aos vídeos que estão abaixo e começasse a se preocupar e a deixar a sua zona de conforto, pois o inimigo está furioso e não podemos deixar a “nossa casa” se dividir.



(CLIQUE NA FOTO PARA AMPLIAR)

Recentemente o Pastor Marco Feliciano assumiu a presidência da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados, fato que tem gerado atitudes das mais bárbaras por parte de ativistas gays que nos chamam de “fundamentalistas”, pois nos posicionamos de acordo com o que bíblia nos ensina e existem vários vídeos e áudios do deputado que lidera esse pessoal blasfemando contra a Palavra de Deus e subjugando os cristãos, principalmente os evangélicos.

MAS POR QUE O TEMA CASA DIVIDIDA?
Já explico. Dentro desta celeuma que foi formada há, infelizmente, líderes evangélicos que, se não apoiam explicitamente a manobra gay, se põe a criticar e a levantar dúvidas sobre aqueles que têm colocado a cara na Janela para levantar a bandeira da verdadeira família conforme Deus criou.
Não é hora espalhar. É hora do povo de Deus se juntar e mostrar que as palavras de Jesus estão vivas em seu coração: “...sobre esta pedra edificarei a minha Igreja e as portas do inferno não prevalecerão contra ela.” Mateus 16:18
Acostumamos-nos a ver membros pedindo bênçãos pessoais nas reuniões das nossas igrejas, mas está na hora de parar com atitudes egocêntricas e começarmos a agir em orações e ações para que o Espírito Santo envie líderes tal qual Moisés, Davi, Paulo e os apóstolos de forma que o Corpo de Cristo possa cumprir o seu papel de impactar e transformar o mundo. “Não vos conformeis com este mundo, mas transformai-vos, renovando vossa maneira de pensar e julgar, para que possais distinguir o que é da vontade de Deus, a saber, o que é bom, o que lhe agrada, o que é perfeito.” (Rm 12,2). 


VEJA AGORA DOIS VÍDEOS:
No primeiro o senhor Marcio Retamero que se diz pastor da Igreja da Comunidade Metropolitana Betel, que é ativista gay e que se diz pronto a pegar em armas caso o Brasil venha a se tornar uma república Teocrática.


No segundo vídeo o Deputado Federal Jair Bolsonaro repudia a distribuição da cartilha gay nas escolas.

 



 

Se você é cristão sinta-se incomodado, ponha seus joelhos no chão. Coloque o Deputado Willys e a Senadora Marta Suplici no altar do Senhor e peça a Ele que mude a vida dessas pessoas e que o Brasil tenha a igreja verdadeiramente fazendo a diferença, não  sendo nunca  uma casa dividida.






Um abraço no seu coração
Fique na Graça e na Paz do Senhor Jesus
Pr William Thompson

 

quarta-feira, 20 de março de 2013

- APASCENTANDO OVELHAS OU ENTRETENDO BODES?


Tradução: Walter Andrade Campelo
"Um mal está no declarado campo do Senhor, tão grosseiro em seu descaramento, que até o mais míope dificilmente deixaria de notá-lo durante os últimos anos. Ele se tem desenvolvido em um ritmo anormal, mesmo para o mal. Ele tem agido como fermento até que toda a massa levede. O demônio raramente fez algo tão engenhoso quanto sugerir à Igreja que parte de sua missão é prover entretenimento para as pessoas, com vistas a ganhá-las.
Da pregação em alta voz, como faziam os Puritanos, a Igreja gradualmente baixou o tom de seu testemunho, e então tolerou e desculpou as frivolidades da época. Em seguida ela as tolerou dentro de suas fronteiras. Agora as adotou sob o argumento de atingir as massas.
Meu primeiro argumento é que prover entretenimento para as pessoas não está dito em parte nenhuma das Escrituras como sendo uma função da Igreja. Se este é um trabalho Cristão, porque Cristo não falou dele? "Ide por todo o mundo, pregai o evangelho a toda criatura." (Marcos 16:15). Isto está suficientemente claro. Assim teria sido se Ele tivesse adicionado "e proporcionem divertimento para aqueles que não tem prazer no evangelho." Nenhuma destas palavras, contudo, são encontradas. Não parecem ter-lhe ocorrido.
Então novamente, "E ele mesmo deu uns para apóstolos, e outros para profetas, e outros para evangelistas, e outros para pastores e doutores... para a obra do ministério" (Efésios 4:11-12). Onde entram os animadores? O Espírito Santo silencia no que diz respeito a eles. Foram os profetas perseguidos porque divertiram o povo ou porque o rejeitaram? Em concerto musical não há lista de mártires.
Além disto, prover divertimento está em direto antagonismo com o ensino e a vida de Cristo e de todos os seus apóstolos. Qual foi a atitude da Igreja quanto ao mundo? "Vós sois o sal" (Mateus 5:13), não o doce açucarado - algo que o mundo irá cuspir e não engolir. Curta e severa foi a expressão: "deixa os mortos sepultar os seus mortos." (Mateus 8:22) Ele foi de uma tremenda seriedade.
Se Cristo introduzisse mais brilho e elementos agradáveis em Sua missão, ele teria sido mais popular quando O abandonaram por causa da natureza inquiridora de Seus ensinos. Eu não O ouvi dizer: "Corra atrás destas pessoas, Pedro, e diga-lhes que nós teremos um estilo diferente de culto amanhã, um pouco mais curto e atraente, com pouca pregação. Nós teremos uma noite agradável para as pessoas. Diga-lhes que certamente se agradarão. Seja rápido Pedro, nós devemos ganhar estas pessoas de qualquer forma." Jesus se compadeceu dos pecadores, suspirou e chorou por eles, mas nunca procurou entretê-los.
Em vão serão examinadas as Epístolas para se encontrar qualquer traço deste evangelho de entretenimento! A mensagem delas é: "Saia, afaste-se, mantenha-se afastado!" É patente a ausência de qualquer coisa que se aproxime de uma brincadeira. Eles tinham ilimitada confiança no evangelho e não empregavam outra arma.
Após Pedro e João terem sido presos por pregar o evangelho, a Igreja teve uma reunião de oração, mas eles não oraram: "Senhor conceda aos teus servos que através de um uso inteligente e perspicaz de inocente recreação possamos mostrar a estas pessoas quão felizes nós somos." Se não cessaram de pregar a Cristo, não tiveram tempo para arranjar entretenimentos. Dispersos pela perseguição, foram por todos os lugares pregando o evangelho. Eles colocaram o mundo de cabeça para baixo (Atos 17:6). Esta é a única diferença! Senhor limpe a Igreja de toda podridão e refugo que o diabo lhe tem imposto, e traga-nos de volta aos métodos apostólicos.
Finalmente, a missão de entretenimento falha em realizar os fins desejados. Ela produz destruição entre os novos convertidos. Permita que os negligentes e escarnecedores, que agradecem a Deus pela Igreja os terem encontrado no meio do caminho, falem e testifiquem. Permita que os oprimidos que encontraram paz através de um concerto musical não silenciem! Permita que o bêbado para quem o entretenimento dramático foi um elo no processo de conversão, se levante! Ninguém irá responder. A missão de entretenimento não produz convertidos. A necessidade imediata para o ministério dos dias de hoje é crer na sabedoria combinada com a verdadeira espiritualidade, uma brotando da outra como os frutos da raiz. A necessidade é de doutrina bíblica, de tal forma entendida e sentida, que coloque os homens em fogo".
Pr. Charles Haddon Spurgeon


Charles Haddon Spurgeon nasceu em 19 de Junho de 1834, em Kelvedon, Essex, Inglaterra. Tendo família cristã, foi educado sob as Escrituras, e preparado para amar a Jesus. Sua conversão, contudo, aconteceu apenas em 1850 (6 de Janeiro), quando tinha 15 anos.Em 31 de Janeiro de 1892, Spurgeon faleceu. O pastor do Tabernáculo Metropolitano foi encontrar o Sumo Pastor.

Já no século XIX Spurgeon observava e pregava contra certos hábitos adotados pela igreja. Com o passar dos séculos - estamos no XXI -, com o desenvolvimento tecnológico a igreja, através de seus líderes, tem usado algo que alguns definem como uma arma de evangelização, mas que na verdade tem levado a Noiva de Cristo a se contextualizar com o mundo que jaz no maligno. Talvez nos dias atuais a mensagem de Spurgeon seja totalmente inadequada aos animus de determinados líderes que transformam os cultos de celebração ao nosso Deus em verdadeiros espetáculos de libações1 pecaminosas e oblações vazias2. (Pr. Thompson)


1. Libação

Cerimônia Pagã. Consistia em provar vinho ou outro líquido qualquer e depois derramá-lo em honra a uma divindade.

Representa também beber da água viva do Senhor e demonstrar na minha atitude que sou do Senhor.
Quando há a desobediência , há o pecado.

Joel 1-8-10 - Lamenta com a virgem que, pelo marido da sua mocidade, está cingida de pano de saco.
9 Cortada está da Casa do SENHOR a oferta de manjares e a libação; os sacerdotes, ministros do SENHOR, estão enlutados.
10 O campo está assolado, e a terra, de luto, porque o cereal está destruído, a vide se secou, as olivas se murcharam.


[Do lat. oblatione.]
1. Ação pela qual se oferece qualquer coisa a Deus ou aos santos.
2.Oferenda feita a Deus ou aos santos; oblata.
3.Oferecimento a Deus do pão e do vinho, feito pelo sacerdote.
4.Qualquer oferta ou oferecimento.

Um abraço no seu coração
Fique na graça e na Paz do Senhor Jesus
Pr. William Thompson

segunda-feira, 18 de março de 2013

- SER, SÓ PARA TER: EIS A PREGAÇÃO!




Há alguns dias atrás estava dando uma conferida no facebook e achei na minha linha do tempo uma mensagem que dizia: “vamos parar de falar mal da igreja...” Neste blog eu tenho escrito coisas que vão de encontro àquilo que algumas pessoas têm feito na e com a igreja. Não falo contra a IGREJA, mas sim contra os vendilhões que abundam as entranhas da Noiva de Cristo, que maculam o nome de Jesus, que no intuito de auto promoção ou até mesmo usurpar o dinheiro dos fieis, conduzem ovelhas inocentes e incautas para um abismo espiritual e muitas delas depois de despertar se sentem enganadas, se desviam e jamais retornam aos caminhos do Senhor e, o que é pior, acabam culpando a Deus por aquilo que alguns homens inescrupulosos fizeram. É contra esses “homens” que eu escrevo, que eu falo e que eu prego!

A pregação triunfalista e de prosperidade se alastrou de forma avassaladora e vem deturpando cada vez mais o verdadeiro evangelho da graça de Cristo. Ela tomou conta de uma grande parte dos púlpitos contemporâneos e trouxe de volta consigo uma verdadeira praga para o cristianismo, a saber, o antropocentrismo. O homem, agora, tornou-se o centro do evangelho que é pregado nas igrejas hoje e Deus é visto apenas como um mero despenseiro da vontade vil e egoísta do homem. E com isso surgem vários tipos de bizarrices, tais como: em algumas orações o homem coloca Deus contra a parede e o obriga a realizar a sua vontade, ou seja, o homem se torna soberano e Deus um mero servo de sua perversa vontade; a vontade do homem é sim perversa.

O que mais me espanta é que “os cristãos” acham isso normal e encaram como se fosse algo bíblico, uma vez que alguns grupos que se dizem cristãos cantam músicas que apoiam essa deturpação clara do evangelho e dessa forma essa doença se alastra e toma conta da igreja atual gerando uma séria crise na vida da igreja. Uma crise entre o SER e o TER.

A pregação triunfalista ensina que o homem tem direito a TER tudo o que ele deseja: carro, casas (na cidade na montanha e na praia), uma polpuda conta bancária, pois a Bíblia assim ensina.

Hoje, o cristão só é abençoado se tiver uma vida na qual desfrute de uma situação financeira que lhe conceda um bom status social e que possa ser invejado pelos demais (ostentação é pecado). Não sou contra a prosperidade na vida desde que ela venha do fruto do trabalho do homem e que Deus seja glorificado por meio dela, mas fazer dela o parâmetro de uma vida abençoada isso é antibíblico, isto é servir a Mamom e não a Deus.

O cristão é levado e ensinado a TER e quanto mais ele tem mais se convence de que não tem o bastante e assim ele prossegue numa busca insaciável por TER e por essa causa ele se aproxima de Deus exigindo que suas orações egoístas sejam respondidas imediatamente, pois se não responder Deus não é Deus e é um mentiroso, pois disse em sua palavra que bastava pedir em seu Nome que a oração seria respondida.

Todavia, quando examino as Sagradas Escrituras me deparo com seguinte texto: “Assim, quer vocês comam, bebam ou façam qualquer outra coisa, façam tudo para a glória de Deus” (I Co 10.31), que me ensina que tudo o que faço, como cristão, deve ser para glória de Deus e isso inclui também as minhas orações. Ao ler e estudar um texto como esse não posso crer que o parâmetro de uma vida abençoada seja o TER, mas sim o glorificar a Deus. “Os cristãos” estão se acostumando a celebrar e glorificar a bênção e estão se esquecendo, ou melhor, estão ignorando que “toda boa dádiva” procede do Pai das luzes e Ele sim deve ser celebrado, adorado e glorificado ao invés da bênção.


As Escrituras Sagradas nos ensinam que devemos SER cristãos que tomam sua cruz e que negam a si mesmos; SER aqueles que colocam a mão no arado e não olham para trás; SER santo como Santo é nosso Deus; SER transformado pela renovação da nossa mente. Não encontro nenhuma passagem que me ensine que eu deva TER todas as minhas orações respondidas ou que me digam que Deus é obrigado a atender todas as minhas orações mesmo que sejam egoístas e vis.

Ao olhar para a história da cristandade, encontro os puritanos ingleses que procuravam viver suas vidas em plena harmonia com a Bíblia (não estou defendendo que eles eram perfeitos, uma vez que todos pecaram) e a única coisa que eles almejavam TER era “a mesma atitude que Jesus Cristo tinha” (Fp 2.5), algo que está muito longe de nós hoje. Os grandes reformadores também tinham essa visão de que o SER era mais importante e agradava mais a Deus do que o TER, porém, os cristãos de hoje estão querendo mais agradar a si mesmos do que a Deus, e enquanto tiverem bitolados e entupidos pela má teologia propagada dos púlpitos e endossadas pelas canções de grupos que ensinam que TER é melhor que SER será difícil que venham a viver um evangelho autêntico e bíblico.

Numa época em que a bênção é mais valorizada e celebrada do que o Deus que a concede, é um sinal para que fiquemos alertas e sejamos ainda mais vigilantes e sóbrios. 

Sola Scriptura, Sola Gratia, Sola Fide, Solus Christus e Soli Deo Gloria.




Que Deus tenha misericórdia de nós e nos ajude no resgate da pregação do evangelho puro e cristalino, com sua essência inegociável, que transforma vidas e não contas bancárias.

ISSO NÃO É FALAR MAL DA IGREJA.

“O cão late quando seu dono é atacado. Eu seria um covarde se visse a verdade divina ser atacada e continuasse em silêncio, sem dizer nada.” João Calvino

“Uma vez que Satanás não pode destruir o Evangelho, ele muitas vezes tem neutralizado a sua utilidade por adição, subtração ou substituição.” J. C. Ryle

“A palavra ‘evangélicos’ tem se tornado tão inclusiva que corre o perigo de se tornar totalmente vazia de significado.” R. C. Sproul

“Hoje, a luz da Reforma já foi sensivelmente obscurecida. A consequência foi a palavra ‘evangélico’ se tornar tão abrangente a ponto de perder o sentido.” DECLARAÇÃO DE CAMBRIDGE

Tenho dito!


Um abraço no seu coração
Fique na Graça e na Paz do Senhor Jesus
Pr. William Thompson

sexta-feira, 15 de março de 2013

- DEUS NÃO É GEPETO: NÓS NÃO SOMOS PINÓQUIO!


"Por isso, deixando a mentira, fale cada um a verdade com o seu próximo, porque somos membros uns dos outros" (Efésios 4.25).


Juntando diversos dicionários, pode-se definir que mentir é "dizer o que não é verdade; negar o que se sabe ser verdade; proferir como verdadeiro o que é falso; dizer o que não se pensa; induzir ao erro; ser causa de engano; não cumprir a promessa, o compromisso, o acordado, o devido, o juramento; acrescentar ou omitir para distorcer a verdade".

Quer seja mentindo para os outros (engano) ou para si mesmo (ilusão), o mentiroso tem sua origem, produz e sofre consequências, mas, felizmente, pode ter um antídoto.

Existem várias teorias para explicar a origem do mentiroso. A psicologia explica que o mentiroso age como mecanismo de defesa; a sociologia como busca do poder; a filosofia como imperfeição humana; a antropologia como um talento de convivência social; mas Cristo deixa claro que o mentiroso é filho do Diabo, quando disse: "Vocês são filhos do Diabo e querem fazer o que o pai de vocês quer. Desde a criação do mundo ele foi assassino e nunca esteve do lado da verdade porque nele não existe verdade. Quando o Diabo mente, está apenas fazendo o que é o seu costume, pois é mentiroso e é o pai de todas as mentiras" (João 8.44 - NTLH; leia também 1 Timóteo 4.1-2). Em outras palavras, é pai de todos os mentirosos.

As consequências do mentiroso são terríveis.

Em primeiro lugar, consequências que o mentiroso produz: a Bíblia revela que a pessoa que diz mentiras produz injustiça (Provérbios 12.17); é indecente e vergonhosa (Provérbios 13.5); é traidora (Provérbios 14.25); é tão perigosa quanto uma espada, um porrete ou uma flecha afiada (Provérbios 25.18); com suas palavras bajuladoras causa desgraças (Provérbios 26.28); perverte todos os seus liderados (Provérbios 29.12); prejudica os pequenos (Isaías 32.7); conduz as pessoas ao erro (Jeremias 23.32).

Em segundo lugar, consequências que o mentiroso sofre: embora o pão da mentira pareça suave a essa pessoa, depois sua boca se encherá de pedrinhas de areia (Provérbios 20.17), pois será expulsa da presença de Deus (Jeremias 27.15), destruída (Oséias 7.13), ficando fora dos céus para todo o sempre (Apocalipse 21.27; 22.15). Nas palavras do salmista, "nenhum mentiroso viverá no meu palácio; nenhuma pessoa fingida ficará na minha presença" (Salmo 101.7 - NTLH).


O mentiroso fala mentira, pois fala do que está cheio o coração (Mateus 12.34b). Portanto, para tratar o mentiroso é necessário tratar as profundezas do coração. A boa notícia é que existe o antídoto para o mentiroso: "e conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará" (João 8.32). A verdade é Cristo (João 14.6). Ele venceu, nunca dizendo uma mentira (1 Pedro 2.22), pois mentir não faz parte de sua natureza (Hebreus 6.18). Seu nome é Fiel e Verdadeiro (Apocalipse 19.11). Por isso, somente em Cristo podemos ter vitória completa sobre o hábito nocivo de mentir. (Colossenses 3.9-10; 1 Pedro 2.1).

Somos chamados para andar na verdade (Efésios 5.8-9), seguir a verdade (Efésios 4.15), falar a verdade (Salmo 15.2) e amar a verdade (Zacarias 8.19). Afinal, "quem quiser gozar a vida e ter dias felizes não fale coisas más e não conte mentiras" (1 Pedro 3.10 - NTLH).



Um abraço no eu coração!
Fique na Graça e na Paz do Senhor Jesus
Pr William Thompson

domingo, 10 de março de 2013

- CASAMENTO DE “PAPEL PASSADO”, MAS NO ÍNTIMO, BEM “AMARROTADO”!





O personagem de Alexandre Borges na novela “Avenida Brasil”, da Rede Globo foi, sem dúvida, um dos papéis mais hilários do ator. “Cadinho”, um rico empresário, bonvivant, era casado com três mulheres ao mesmo tempo e possuía três filhos, um com cada uma delas.

Até aí, levando-se em consideração as idiossincrasias dos “tempos modernos”, dá para entender, pois, decerto, o cara era mesmo bom de enganação. O inusitado, todavia, é que em certo momento da trama, “Cadinho” passa a viver simultaneamente com as três mulheres, e isso de forma consensual, ou seja, ele torna-se uma espécie de marido ondemand, tendo que cumprir uma agenda semanal na qual buscava atender as necessidades de cada uma delas.

Não obstante tudo isso, mesmo não podendo ser “casado” com todas as “esposas”, tendo sobre si as implicações legais, os relacionamentos de “Cadinho” são legítimos, uma vez que ele mantinha um convívio estável com cada uma delas. É que no Brasil não existe crime de “poligamia”, mas de “bigamia”, previsto no artigo 235 do código penal, o qual trata do fato de você tentar fazer o registro em cartório de um casamento já tendo outro registrado anteriormente.

Assim, do ponto de vista civil, pode-se ter quantas mulheres quiser, sem que isto incorra em crime, mas apenas um casamento registrado em cartório, não esquecendo que uniões estáveis possuem os mesmos direitos daquelas de “papel passado”. Quem consentir em viver nestas condições, que o faça, de livre e espontânea vontade.

Na verdade, “Cadinho” tinha, ao mesmo tempo, três mulheres e nenhuma. Sim, por que ter um casamento não significa ter filhos em comum, ou uma casa, bens, dormir no mesmo quarto, na mesma cama, ir junto a lugares, festas, fazer supermercado, pagar contas, e até ter relações sexuais! Nada disto define um casamento!

Casamento não é uma existência a dois, mas, dois que, na existência, se fazem um em essência.

É triste, mas há muitas pessoas “casadas” que jamais se casaram. Elas se “deram” no papel, mas não se entregaram no coração, juntaram coisas, mas não partilharam sonhos, conviveram, mas não compreenderam o significado de conjugalidade, habitaram o mesmo ambiente, mas nunca os "cômodos" da alma um do outro, fizeram sexo e não amor, geraram filhos, mas não puderam criá-los tendo o casamento como referência de relacionamento.

Neste sentido, a bíblia nos dá uma dica sobre o que é casamento: “... Portanto, deixará o homem pai e mãe, e se unirá a sua mulher, e serão dois numa só carne”. MT. 19:5.

Há três implicações profundas para que algo desta natureza possa se estabelecer sobre o passadiço da vida:

1 - “deixar pai e mãe”, que tem a ver com a quebra dos vínculos emocionais, ou seja, é a emancipação do sujeito como indivíduo capaz de dar rumo e significado a própria vida.

2 - “Unir-se-á sua mulher”, que diz respeito ao ato público de assumir um estado existencial com as prerrogativas de poder mantê-lo e provê-lo de todas as suas necessidades sociais. Uniões só se estabelecem de forma duradoura quando partilham de valores e princípios, pois, como disse o profeta Amós: “como andarão dois juntos se não houver entre eles acordos?”.

3 - Finalmente, “ser uma só carne”, que trata das implicações espirituais daqueles que se unem fisicamente para o bem, pois sexo não é apenas coito, mas um ato que “mistura” a essência das pessoas. Sim, nele há a liberação do que de mais íntimo há em nós, e não apenas de fluídos, com desdobramentos para além dos sentimentos, pois depositamos um pouco de quem somos no outro e trazemos para nós um pouco daquilo que o outro é. Sexo é simbiose de alma e partilha de espírito, é troca para além da matéria, é transcendental, muito antes de ser carnal.

Portanto, preste bem atenção no tipo de relacionamento que você está construindo! Não chame de casamento o que é apenas um contrato por cotas limitadas, com objetivos comuns, divisão de tarefas, participação nos resultados e geração de ativos.

Contudo, se quiser mesmo viver um casamento, vai um conselho: pense mais no outro do que em você, se entregue sem receios ou reservas, ame com toda a intensidade, sabendo que amor é uma opção, não um sentimento, faça filhos por amor e sexo sem pudor. Não esqueça, todavia, o principal: peça para que Deus lhe ajude a construir uma família, não uma empresa.



Um abraço no seu coração!
Fique na Graça e na Paz do Senhor Jesus.
Pr. William Thompson



Texto de Carlos Moreira, modificado e adaptado para o Blog  Adorador Extravagante.

quinta-feira, 7 de março de 2013

- ESCOLHA FUGIR!





"Porém quem se une com o Senhor se torna, espiritualmente, uma só pessoa com ele. Fujam da imoralidade sexual! ... o corpo de vocês é o templo do Espírito Santo ... Vocês não pertencem a vocês mesmos, mas a Deus, pois ele os comprou e pagou o preço. Portanto, usem o seu corpo para a glória dele" (1 Coríntios 6.17-20 - NTLH).  

Quando o apóstolo Paulo deu essas instruções, tinha absoluta consciência das lutas que as pessoas passam contra as tentações na área da sexualidade. São diversas as formas de desvios expressas na Palavra que se referem a relações sexuais ilícitas: adultério, fornicação, concubinato,  prostituição, dentre outros. A Bíblia narra diversas situações para nossa reflexão. 

José fugiu  
Conta-nos, por exemplo, de alguém que fugiu da imoralidade sexual. "O SENHOR Deus estava com José. Ele morava na casa do seu dono e ia muito bem em tudo. Potifar entregou nas mãos de José tudo o que tinha e não se preocupava com nada, a não ser com a comida que comia. José era um belo tipo de homem e simpático. Algum tempo depois, a mulher do seu dono começou a cobiçar José. Todos os dias ela insistia que ele fosse para a cama com ela, mas José não concordava e também evitava estar perto dela. Mas um dia, como de costume, ele entrou na casa para fazer o seu trabalho, e nenhum empregado estava ali. Então ela o agarrou pela capa e disse: - Venha, vamos para a cama. Mas ele escapou e correu fugindo para fora, deixando a capa nas mãos dela" (Gênesis 39.2,6-7,10-12 - NTLH). 

Manteve-se fiel ao seu patrão, a Deus e ao seu próprio corpo. A história nos conta como José foi elevado no Egito, tornando-se, depois de faraó, o homem mais poderoso na terra, casando-se, tendo filhos, livrando seu povo da fome e vivendo fartamente seus cento e dez anos junto com seus descendentes até a terceira geração.

Davi não fugiu
Mas outra história nos é contada; a história de alguém que não fugiu da imoralidade sexual. 
"Uma tarde Davi se levantou, depois de ter dormido um pouco, e foi passear no terraço do palácio. Dali viu uma mulher muito bonita tomando banho. Aí ele mandou que descobrissem quem era aquela mulher e soube que era Bate-Seba, filha de Eliã e esposa de Urias, o heteu. Então Davi mandou que alguns mensageiros fossem buscá-la. Eles a trouxeram, e Davi teve relações com ela" (2 Samuel 11.2-4 - NTLH). 

Dali em diante, sua impureza gerou mentira e engano, até um horrendo plano de assassinato de seu fiel guerreiro Urias, o esposo traído. As consequências foram terríveis, pois a criança engravidada morreu e houve grande desordem na casa de Davi ao ponto de outro filho seu o desonrar publicamente. Nunca mais a família de Davi foi a mesma. Mesmo arrependido e perdoado, sofreu duras consequências de seu comportamento.  


Fugir ou não fugir?

Diferentes decisões, diferentes consequências. Fugir ou não fugir, eis a questão. Segundo Paulo, conseguimos fugir, pois nos tornamos um com o Pai, templo do Espírito Santo, comprados pelo precioso preço do sangue de Cristo. 

Em outras palavras, temos sua natureza, recebemos sua habitação e nos tornamos sua propriedade. Assim, se houve pecado, arrependa-se e não peque mais (Colossenses 3.5; Tiago 1.21; 1 Tessalonicenses 4.7). 

Vamos todos glorificar a Deus com nossos corpos, sendo nossa sexualidade somente para nosso cônjuge (1 Coríntios 7.2) e para ninguém mais.

Um abraço no seu coração!
Fique na Paz e na Graça do Senhor Jesus
Pr. William Thompson

domingo, 3 de fevereiro de 2013

-PR. ARIOVALDO RAMOS CONVIDA IGREJAS A CORRIGIREM ERROS SOBRE A TEOLOGIA DA PROSPERIDADE!

“Deus foi transformado num gordo e avaro banqueiro que está pronto a repartir as suas benesses para quem pagar bem”. Essa é a definição do pastor Ariovaldo Ramos para o que a teologia da prosperidade prega.

Num artigo, publicado em seu blog, Ariovaldo faz uma síntese da teologia praticada por muitas igrejas pentecostais: “Estamos, há mais de vinte anos convivendo com isso, talvez, por isso, a grande pergunta sobre essa teologia seja: Como têm conseguido permanecer por tanto tempo?”, questiona o pastor.

Tratada por Ariovaldo Ramos como uma prática de engano e sem base bíblica, a teologia da prosperidade já pintou quadros de absurdo, segundo ele: “Lembro-me de ter ouvido de um ferrenho seguidor dessa teologia que, quem tivesse fé poderia, inclusive, negociar com Deus a data de sua morte”, contextualiza.

Para o pastor, a teologia da prosperidade “se sustenta pela criatividade” e pelo fato de oferecer diversificação da mensagem cristã: “Os pregadores dessa mensagem estão sempre se reinventando, vivem de promover espetáculos ás custas da boa fé do povo”.


-É uma sucessão de invencionices: um dia é passar pela porta x, outro é tocar a trombeta y, ou empunhar a espada z, ou cobrir-se do manto x, e, por aí vai. Isso sem contar o sem número de amuletos ungidos, de águas fluidificadas e de bênçãos especiais. Suas igrejas são verdadeiros movimentos de massa, dirigidos por “pop stars” que tornam amadores os mais respeitados animadores de auditório da TV brasileira – critica.

Há questões culturais envolvidas, segundo o texto de Ariovaldo Ramos: “Os pregadores dessa panaceia descobriram que o povo gosta de pagar pelos benefícios que recebe, algo como ‘não dever nada a ninguém’, fruto da cultura de penitência amplamente disseminada na igreja romana medieval [...] Tudo nessas igrejas é pago. Ainda que cada movimento financeiro seja chamado de oferta, trata-se, na prática, de pagamento pela benção”.

O pastor afirma que a teologia da prosperidade tem gerado “decepção” às pessoas que buscam a mensagem cristã e convoca o corpo de Cristo para reverter a situação: “Hoje, para além de tudo o que encerra a sua missão, a Igreja tem de corrigir os erros que, em seu nome, e, em muitos casos, sob a sua silenciosa conivência, foram e, ainda, estão sendo cometidos”.


Confira abaixo, a íntegra do artigo “Uma Pastoral para a Decepção!”, do pastor Ariovaldo Ramos.

Quando, na década de 80, a teologia da prosperidade chegou ao Brasil, ela veio como uma nova tese sobre a fé. Prometia  o céu aqui para o que tivesse certo tipo de fé. As promessas eram as mais mirabolantes: garantia de saúde a toda prova, riqueza, carros maravilhosos, salários altíssimos, posições de liderança, prosperidade ampla, geral e irrestrita.


Lembro-me de, nessa época, ter ouvido de um ferrenho seguidor dessa teologia que, quem tivesse fé poderia, inclusive, negociar com Deus a data de sua morte, afirmava que, na nova condição de fé, em que se encontrava, Deus teria de negociar com ele a data de sua partida para mundo dos que aguardam a ressurreição do corpo.


Estamos, há mais de vinte anos convivendo com isso, talvez, por isso, a grande pergunta sobre essa teologia seja: Como têm conseguido permanecer por tanto tempo? A tentação é responder a questão com uma sonora declaração sobre a veracidade desta proposição, ou seja, permanece porque é verdade, quem tem fé tem tudo isso e muito mais. Entretanto, quando se faz uma pesquisa, por mais elementar, o que se constata é que as promessas da teologia da prosperidade não se cumpriram, e, de fato, nem o poderiam, quando as regras da exegese e da hermenêutica são respeitadas, percebe-se: não há respaldo bíblico. Então qual a razão para essa longevidade?


Em primeiro lugar, a vida longa se sustenta pela criatividade, os pregadores dessa mensagem estão sempre se reinventando, vivem de promover espetáculos ás custas da boa fé do povo. Mesmo os mais discretos estão sempre expondo o povo, em alguns casos, quando mais simplório melhor, em outros, quanto mais bonita, e note-se o feminino, melhor.


Além disso, é uma sucessão de invencionices: um dia é passar pela porta x, outro é tocar a trombeta y, ou empunhar a espada z, ou cobrir-se do manto x, e, por aí vai. Isso sem contar o sem número de amuletos ungidos, de águas fluidificadas e de bênçãos especiais. Suas igrejas são verdadeiros movimentos de massa, dirigidos por “pop stars” que tornam amadores os mais respeitados animadores de auditório da TV brasileira.


Em segundo lugar, a vida longa se mantém pela penitência; os pregadores dessa panaceia descobriram que o povo gosta de pagar pelos benefícios que recebe, algo como “não dever nada a ninguém”, fruto da cultura de penitência amplamente disseminada na igreja romana medieval, aliás, grande causadora da reforma protestante. Tudo nessas igrejas é pago. Ainda que cada movimento financeiro seja chamado de oferta, trata-se, na prática, de pagamento pela benção.


Deus foi transformado num gordo e avaro banqueiro que está pronto a repartir as suas benesses para quem pagar bem. Assim, o fiel é aquele que paga e o faz pela fé; a oferta, nessas comunidades, é a única prova de fé que alguém pode apresentar.


Na idade média, como até hoje, entre os romanos, Deus podia ser pago com sacrifícios, tais como: carregar a cruz por um longo caminho num arremedo da via “crucis”, ou subir de joelhos um número absurdo de degraus, ou, em último caso, acender uma velinha qualquer, não é preciso dizer que a maioria escolhe a vela. Mas, isso é no romanismo!


Quem quer prosperidade, cura, promoções, carrões e outros beneplácitos similares tem de pagar em moeda corrente, afinal, dinheiro chama dinheiro, diz a crença popular. E tem de pagar antes de receber e, se não receber não pode reclamar, porque esse deus sabe o que faz e, se não liberou a bênção é porque não recebeu o suficiente ou não encontrou a fé meritória. Esses pregadores têm o consumidor ideal.


Em terceiro lugar são longevos porque justificam o pior do capitalismo, embora, segundo Weber, o capitalismo seja fruto da ética protestante, (aliás, a bem da verdade é preciso que se diga que o capitalismo descrito por Max Weber em seu livro “A ética protestante e o espírito do capitalismo” não é, nem de longe, o praticado hoje, que se sustenta no consumismo, enquanto aquele se erguia da poupança.); a fé cristã, de modo geral, não se dá bem com a busca pela riqueza como objetivo em si.


A chegada, porém, dessa teologia mudou o quadro, o pior do capital está, finalmente, justificado, foi promovido de grilhão que manieta a fé em troféu da mesma. Antes, o que se assenhoreava do capital tornava-se o avaro acumulador egoísta, agora, nessa tese, é o protótipo do ser humano de fé. Antes, o que corria atrás dos bens materiais era um mundano, hoje, para esses palradores, é o que busca o cumprimento das promessas celestiais.


Juntamente com o capitalismo, essa mensagem justifica o individualismo, a bênção é para o que tem fé, ela é inalienável e intransferível. Eu soube de uma igreja dessas que, num rasgo de coerência, proibiu qualquer socorro social na comunidade para não premiar os que não tem fé. Assim, quem tem fé tem tudo quem não tem fé não tem nada.


Antes, ter fé em Cristo colocava o sujeito na estrada da solidariedade, hoje, nesse tipo de pregação, o coloca no barranco da arrogância. Toda “esperteza” está justificada e incentivada. Não é de estranhar que ética seja um artigo em falta na vida e no “shopping center” de fé desses “ministros”.


Mas, o que isso tudo tem gerado, de verdade? Decepção, fragorosa decepção é tudo o que está sobrando no frigir dos ovos. As bênçãos mirabolantes não vieram porque Deus nunca as prometeu, e Deus não pode ser manipulado. O sucesso e a riqueza que, porventura, vieram foram mais fruto de manobras “espertalhonas”, para dizer o mínimo, do que resultado de fé.


Aliás, para muitos foi ficando claro que o que chamavam de fé, nada mais era do que a ganância que cega; o antigo conto do vigário foi substituído pelo conto do pastor. Gente houve que ficou doente, mas, escondeu; perdeu o emprego, mas, mentiu; acreditou ter recebido a cura, encerrou o tratamento médico e morreu. Um bocado de gente tentando salvar as aparências, tentando defender os seus lideres de suas próprias mentiras e deslizes éticos e morais; um mundo marcado pela esquizofrenia.


O individualismo acabou por gerar frieza, solidão e, principalmente, perda de identidade, porque a gente só se torna em comunidade.


Tudo isso acontecendo enquanto muitos fiéis observavam o contraste entre si e seus pastores, eles sendo alcançados pela perda de bens, pela angústia de uma fé inoperante, pela perda de entes queridos que julgavam absolutamente curados, e os pastores se enriquecendo, melhorando sensivelmente o padrão de vida, adquirindo patrimônio digno de nota, sendo contados entre o “jet set”, virando artistas de TV, tudo em nome de um evangelho que diziam ter de ser pregado, e que as suas novas e portentosas posses avalizavam.


E onde estão estes decepcionados? E para onde estão indo os seus pares? Muitos estão, literalmente, por aí, perderam aquela fé, mas não acharam a que os apóstolos e profetas da escritura judaico-cristã anunciaram; ouviram o nome Cristo, mas não o encontraram e pararam de procurar. Talvez, estejam perdidos para evangelho; para sempre.


Outros, no meio de tudo isso, foram achados por Cristo, e estão procurando pelo lugar onde ele se encontra. Para os primeiros não há muito que fazer a não ser interceder diante do Eterno, para que se apiede dos que foram vergonhosamente enganados; para os que estão à procura, entretanto, é preciso desenvolver uma pastoral.


Eles não estão chegando como chegam os que estão em processo de reconhecimento de Deus e do seu Cristo. Estão batendo às portas das comunidades, que julgam sérias com a Bíblia, à procura de cura para a sua fé, para a sua forma de ser crente, para a sua esperança de salvação, para a sua falta de comunidade e para a sua confusão doutrinária.


Precisam, finalmente, ver a Jesus Cristo e a si mesmos; precisam, em meio a tanta desinformação encontrar o ensino, em meio a tanto engano recuperar a esperança. Necessitam de comunidade e de identidade, de abraço e de paciência, de paz e de alento, de fraternidade e de exemplo, de doutrina e de vida abundante.


Quem quer que haja de recebê-los terá de preparar-se para tanto, mesmo porque, ainda que certos da confusão a que foram expostos, a cultura que trazem é a única que têm, e nos momentos de crise, de qualquer natureza, será a partir desta que reagirão, até que o discipulado bíblico construa, com o tempo, uma nova e saudável cultura.


Hoje, para além de tudo o que encerra a sua missão, a Igreja tem de corrigir os erros que, em seu nome, e, em muitos casos, sob a sua silenciosa conivência, foram e, ainda, estão sendo cometidos.



Um abraço no seu coração
Fique na Paz do Senhor Jesus
Pr William Thompson

- EU NÃO CREIO EM DEUS!

  Porque eu bem sei os pensamentos que tenho a vosso respeito, diz o Senhor; pensamentos de paz, e não de mal, para vos dar o fim que espera...