quarta-feira, 22 de julho de 2015

- CASAMENTO vs UNIÃO ESTÁVEL!


Existe hoje dentro das igrejas uma corrente de pensamento que vem formando opiniões e levantando debates ferrenhos entre líderes e liderados, pastores e ovelhas: A UNIÃO ESTÁVEL. Alguns, de forma liberal, acham que é legal, portanto deve ser entendido como se fosse um casamento, mas preste atenção no termo: COMO SE FOSSE, então não é casamento. Na união estável se a pessoa é solteira, após fazer o registro da união, ela continuará solteira, enquanto que no casamento há uma mudança no estado civil e até a documentação precisará ser alterada. Os favoráveis se apegam à questão jurídica e os contrários se apegam às questões espirituais. Mas à luz da Palavra de Deus como fica esta história?

Vejamos:

1. Diferenciando o casamento da união estável quanto ao seu propósito

É inegável que a tendência do direito é aproximar cada vez mais os dois institutos. Mas a diferença fundamental, que se reflete no campo da espiritualidade e do aconselhamento pastoral, não está no campo dos direitos civis, mas na própria natureza e origem das duas modalidades.

Silvio Rodrigues, famoso doutrinador de Direito, ensina que: "Casamento é o contrato de direito de família que tem por fim promover a união do homem e da mulher, de conformidade com a lei, a fim de regularem suas relações sexuais, cuidarem da prole comum e se prestarem a mútua assistência".

Por sua vez, a União estável, nas palavras de Sílvio de Salvo Venosa, outro jurista: “configura-se pela convivência do homem e da mulher sob o mesmo teto ou não, more uxório, como se fossem casados marido e mulher. A natureza da união estável é fato social e fato jurídico. Fato jurídico é qualquer acontecimento que gera consequência jurídica. A união estável é um fato do homem que, gerando efeitos jurídicos, torna-se um fato jurídico” (Sílvio de Salvo Venosa).

Como se pode sentir, a distância entre as duas figuras está no seu propósito.

No casamento, sobretudo o cristão, o casal se une (contrato, pacto) para criar uma nova família com o objetivo de fazê-la dar certo; ou seja, o compromisso, que se propõe eterno, vem antes da família. A família é o alvo buscado em função do compromisso. No casamento, o pacto (ato de união solene), já que assumido diante de Deus e da igreja, gera por si só o compromisso. No altar, os noivos se assumem como casal e prometem fidelidade e amor até que a morte os separe.

Na união estável não há nenhum compromisso público que inaugure a relação. Esta união só se tornará estável, e então passará a gozar de relevância jurídica, se o tempo a confirmar. A constituição de família, no sentido de um objetivo firme e permanente, é acidental à união do casal. Estável é a união que deu certo. Na união estável, o compromisso (estabilidade) é que poderá gerar o pacto, isto é, o reconhecimento dos direitos legais pelo Estado.

Em suma, o casamento é um pacto público para a vida toda e a união estável é apenas uma situação de fato que a lei lhe empresta certos efeitos jurídicos.

Creio que a resposta se a união estável é ou não pecado está justamente nesse ponto: em que Deus não espera que homem e mulher se testem sentimental e sexualmente para verificar se poderão viver juntos, mas que o homem deixe seus pais e se ligue a uma mulher com ânimo definitivo a fim de que ambos sejam uma só carne (Gênesis 2.24).

2. O que as ovelhas realmente necessitam de seu pastor?

Identificado o pecado da vida sexual fora do casamento, agora surgem outros problemas: O que deverá fazer o pastor quando um casal amasiado lhe pede socorro nas questões que envolvem conflitos de relacionamento? Poderá o pastor deixar de lado a questão do pecado quando se tratar de cuidar de aconselhar os casais amasiados em suas crises conjugais?

Creio que a resposta dependerá das lentes com as quais se vê o problema.

O humanista liberal certamente argumentará que o mais importante de tudo é o bem-estar do ser humano, pois Deus, a Bíblia e o Evangelho apontariam para esse fim último. Por essa vertente, o pastor deve perpassar a questão do pecado, abster-se de fazer juízo sobre a situação e proporcionar o cuidado pastoral de acordo com as necessidades dos aconselhados.

O cristão conservador centrado na santidade de Deus sustentará que tudo flui no sentido, não da satisfação humana, mas da glória de Deus. Todo relacionamento deve ser direcionado para agradar a Deus, visto que é por meio da adoração que o ser humano encontra o seu propósito e, em última instância, a sua plena satisfação na vida.

Humanista e conservador concordarão que o pastor deverá oferecer aos aconselhados o que necessitam, e não necessariamente o que eles querem. A questão, então, residirá no que se pensa que as ovelhas realmente necessitam.

O humanista dirá: “os indivíduos necessitam se sentir bem, serem resolvidos consigo mesmos e felizes, independentemente de padrões morais preestabelecidos. Podem ir para o inferno, desde que vão sorrindo”.

O conservador, por sua vez, proclamará: “os indivíduos necessitam ser santos, ser adoradores, e o pecado, por mais que seja confortável à carne, não acalentará os anseios mais profundos da alma. Não há alegria plena quando se permanece no pecado, mas quando se vive em conformidade com a vontade de Deus”.

Como pastor, eu me inclino mais a pensar que minha responsabilidade mais séria será sempre a de conduzir as ovelhas à salvação e à santidade, e não a de produzir algum tipo de contentamento terreno e passageiro.

Um amor verdadeiro e responsável não é o que fecha os olhos para o destino eterno das pessoas.

Assim, na questão proposta, esforçando-me na compaixão, não posso fechar os olhos para o pano de fundo do pecado na questão da união estável. 


Devemos obedecer as Leis Divinas e Humanas, mas quando houver conflitos, permaneçamos fieis ao Senhor!


Um abraço no seu coração
Fique na Graça e na Paz do Senhor Jesus
Pr William Thompson



terça-feira, 21 de julho de 2015

- RECUPERANDO A INOCÊNCIA PERDIDA?



Brasil, Região Sudeste, Estado do Rio de Janeiro; o frio está bem diferenciado, comparando com o que temos visto nos últimos anos. Eu gostaria de saber se você teria coragem de ir para rua ou a outro lugar qualquer apenas com suas roupas íntimas, ou até mesmo nu?
Quem teria coragem de ir nu para a igreja?
Ninguém?
Será que por causa do frio; (e se fosse verão?), ou é por causa da vergonha?
Eu sou franco em dizer que eu teria muita vergonha! IMAGINE, eu, meio gordinho... (Deus me livre)!
Rsrsrsrsrs.

(Gênesis 1:27-28) - E criou Deus o homem à sua imagem; à imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou.
E Deus os abençoou, e Deus lhes disse: Frutificai e multiplicai-vos, e enchei a terra, e sujeitai-a; e dominai sobre os peixes do mar e sobre as aves dos céus, e sobre todo o animal que se move sobre a terra.

(Gênesis 2:25) - E ambos estavam nus, o homem e a sua mulher; e não se envergonhavam.


* O Dicionário Aurélio descreve a nudez da seguinte forma:
Sem vestuário; despido, pelado.
Fig. Não disfarçado; evidente.


Vamos fazer um comparativo da nudez de Adão e Eva com a nudez da igreja.

- A NUDEZ ERA ALGO COMUM E NORMAL


- ESTAR NU TINHA LIGAÇÃO DIRETA COM A INOCÊNCIA E A PUREZA.

(Gênesis 3:10) - E ele disse: Ouvi a tua voz soar no jardim, e temi, porque estava nu, e escondi-me.
- A DESOBEDIÊNCIA TROUXE A PERDA DA INOCÊNCIA

(Gênesis 3:11) - E Deus disse: Quem te mostrou que estavas nu? Comeste tu da árvore de que te ordenei que não comesses?

- A PARTIR DÁI NUDEZ SE TORNA SINÔNIMO DE VERGONHA (quem está nu, está com a VERGONHA exposta)

Desta mesma forma a igreja ao longo dos tempos tem perdido a visão dada inicialmente por Deus. Além de um vestido muito pesado foi necessário o uso de máscara. Isso é algo intrigante, que deve trazer incômodo ao nosso coração.

Como Cristãos devemos lutar para que a igreja seja marcante e relevante, na vida das pessoas, que preguemos o Evangelho genuíno, simples.

Alguns líderes têm confundido vestes nupciais com roupas maculadas pelos interesses particulares, políticos, pela arrogância, pelo descuido com o rebanho, líderes que comem a gordura das ovelhas, templos faraônicos etc.

A Igreja como Corpo de Cristo, é a noiva que está sendo preparada para o encontro com o noivo. Enquanto corpo ela está sendo sarada, tratada, as unhas estão sendo aparadas, os cabelos enfeitados com véu e grinalda, limpeza de pele e os mais belos adornos, até que chegue a hora de se vestir para a grande festa; “a noiva e noivo dançando pela eternidade...” (David Quinlan)

Entender o que é o Corpo de Cristo é fundamental para o despertamento espiritual da Igreja, segundo a revelação dada ao apóstolo Paulo (I Cor 12:27, Ef. 1:22, 23). Para que isso seja uma realidade plena e, sobretudo, prática, a Igreja necessita estar ligada ao Cabeça, o Senhor Jesus. Jesus precisa não apenas ser reconhecido como possuindo o título de Cabeça, mas, na prática, precisa ter condições de governar Sua Igreja. A Igreja, para isso, precisa estar pronta para receber Seus comandos (revelados por meio dos dons espirituais) e obedecê-los. “...Crer e observar tudo quanto Ele ordenar...”, como diz o antigo hino 301 do Cantor Cristão.

Para que esteja pronta para receber instruções do Senhor Jesus, a Igreja precisa ser organizada como um Corpo, da forma indicada no capítulo 12 de I Coríntios e em Efésios 4:11: E ele mesmo deu uns para apóstolos, e outros para profetas, e outros para evangelistas, e outros para pastores e doutores; e todos os membros são edificados por meio dos dons espirituais e do exercício desses 5 ministérios.

Em um corpo sadio todos os membros dependem dos comandos do cérebro para operar. Nenhum membro atua sem que tenha havido uma ordem específica da Cabeça. O mesmo ocorre no Corpo de Cristo. O Senhor Jesus revela Sua vontade com relação à operação dos membros. Para isso foi enviado o Espírito Santo (Jo 16:13-14).

Em um corpo normal, cada membro foi gerado para ocupar um lugar previamente determinado. Não é o membro que escolhe o seu lugar no Corpo de Cristo, tampouco. O Senhor Deus, por meio do Espírito Santo, coloca os membros no Corpo como quer (I Cor 12:18, 28); e essa escolha é confirmada pelo Governo da Igreja (pastores, líderes). Cabe assim a cada membro fiel submeter-se a esse Governo da Igreja, pois foi estabelecido pelo Senhor.

A Igreja é composta por membros fiéis e trabalhadores, que procuram obedecer às determinações do Senhor e às orientações de seus pastores. Fé e fidelidade são duas qualidades que caracterizam a Igreja e que honram o crente. Fidelidade significa obediência às determinações da Palavra de Deus e às orientações do Senhor para a vida cotidiana da Igreja. Cabe aos dirigentes (pastores, líderes) ensinar à Igreja que cada membro deve participar da edificação da Igreja executando com fidelidade a função que o Senhor lhe deu no Corpo.

Mas vem a hora das núpcias...
A igreja é a noiva de Cristo, amém?
Você faz parte da noiva, amém?
E a noiva deve estar muito bem vestida, certo?
Mas no ato das núpcias o que é que o noivo faz?
Exatamente, ele despe a noiva, isto quer dizer que a igreja vai retornar ao início de tudo, vai ter que ficar nua. E o que é que o noivo vai ver quando esse momento chegar?

- LEGALISMO?

- RELIGIOSIDADE?

- HIPOCRISIA (farisaísmo)?

- PROSTITUIÇÃO (física e espiritual)?

- DISSENÇÕES ENTRE MEMBROS?

- ANÁTEMA?

- MÁSCARAS?

- POLÍTICA?

- RÓTULOS?


- CICATRIZES?

- TATUAGENS?

- PROFANAÇÕES?

Deus vê a nossa nudez (Ele nos fez para estarmos nus).

(Hebreus 4:13) - E não há criatura alguma encoberta diante dele; antes todas as coisas estão nuas e patentes aos olhos daquele com quem temos de tratar.   


(Neemias 9:17) - E recusaram ouvir-te, e não se lembraram das tuas maravilhas, que lhes fizeste, e endureceram a sua cerviz e, na sua rebelião, levantaram um capitão, a fim de voltarem para a sua servidão; porém tu, ó Deus perdoador, clemente e misericordioso, tardio em irar-te, e grande em beneficência, tu não os desamparaste.


(II Corintios 5:5-7) - Ora, quem para isto mesmo nos preparou foi Deus, o qual nos deu também o penhor do Espírito. Por isso estamos sempre de bom ânimo, sabendo que, enquanto estamos no corpo, vivemos ausentes do Senhor. (Porque andamos por fé, e não por vista). Mas temos confiança e desejamos antes deixar este corpo, para habitar com o Senhor.


Infelizmente, EXISTEM LÍDERES QUE ESTÃO SE TORNANDO VERDADEIROS ESTILISTAS, CRIADORES DE ROUPAS E MODELOS ROTOS PARA A NOIVA DE CRISTO...


Um abraço no seu coração
Fique na Graça e na Paz do Senhor Jesus
Pr William Thompson







terça-feira, 14 de julho de 2015

- UNI DUNI TÊ OU URIM TUMIM?





Uni Duni tê é um termo usado pelas crianças, geralmente para definir alguma escolha entre várias opções. Ninguém sabe seu significado; é uma “parlenda”. Curiosamente a palavra não vem de qualquer lenda, mas dos termos "parlar" ou "parlengar", que significam "tagarelar". Tudo isso para significar nada ou "um palavreado vazio". Por isso que ninguém sabe. Nas parlendas o sentido não importa. O que conta mais é seu jeitinho doido, repetido de geração a geração.

Já o Urim e Tumim de acordo com a visão judaica, remontam ao Sumo Sacerdote de Israel. A placa peitoral que utilizava era dobrada ao meio, formando um bolso onde ficava um pergaminho contendo o nome de Deus. Este nome fazia com que certas letras gravadas sobre as pedras preciosas acendessem de acordo com as questões perguntadas. Aquele que desejava uma resposta (e apenas questões de relevância dentro da comunidade israelita poderiam ser perguntadas) ia ao sumo sacerdote. Este se virava para a Arca da Aliança, e o inquiridor de pé atrás do sumo sacerdote fazia a pergunta em voz baixa. O sumo sacerdote, olhando para as letras que se acendiam , era inspirado para decifrar a resposta de Deus. A tradição é unânime ao afirmar que foram utilizados até a destruição do Primeiro Templo, quando pararam de funcionar. O Urim e Tumim era um dos cinco utensílios que faltavam no Segundo Templo de Jerusalém. Flávio Josefo, no entanto, diz que o oráculo estava silencioso "200 anos antes do seu tempo", ou seja, a partir dos dias de João Hircano, o que significa que Urim e Tumim teriam sido utilizados até os tempos dos Macabeus. Os mestres talmudistas, no entanto, nunca haviam visto Urim e Tumim, que consideravam como o nome de Deus escrito no peitoral do Sumo Sacerdote.

Geralmente os cristãos creem que Urim e Tumim sejam duas pedras colocadas no peitoral do Sumo Sacerdote de Israel, contendo em uma face resposta positiva e em outro, resposta negativa. Fazendo-se a pergunta, jogavam-se as pedras, e de acordo com os lados que caíssem era confirmado uma resposta negativa, positiva ou sem resultados.
Pois bem, dadas as devidas explicações vamos ao que define o nosso artigo.

Há tantos tipos de igrejas quanto de pastores e membros. Se você estivesse à procura de uma para se tornar membro, sobre qual delas cairia a sua escolha? Quais seriam os critérios que você usaria para fazer a sua seleção? Tomei a liberdade de dividi-las em três grandes grupos, apenas para facilitar a sua visualização do “mercado religioso” nacional.

A.
As do ‘grupo A’ são as que atraem por dois fortes apelos: bem-estar e espetáculo. Sob uma ênfase pragmática simples – os homens têm muitos problemas e queremos dar solução à todos eles – elas oferecem solução apropriada para cada caso, com rituais específicos em dias específicos, os quais, garantem eles, vão aplacar a ira dos espíritos malditos e desembaraçar as tramas infernais, tecidas inteligentemente para a destruição do matrimônio, da saúde e das finanças das pessoas. Dentro deste mesmo grupo, adeptas da teologia do bem-estar, também estão aquelas igrejas que capricham no cenário do espetáculo, oferecendo experiências muito semelhantes a qualquer uma das oferecidas pelos inúmeros teatros da broadway: euforia e doses maciças de endorfina. Nesse ambiente, a audiência grita, berra, pula, canta, mesmo sem saber o que está cantando, pois tudo o que se busca não é culto racional, o alvo é a sensação.

B.
As do ‘grupo B’ são as que fascinam pelo misticismo. Visões, arrebatamentos de sentidos, quedas, risos, choros, açulamento emocional, e uma forte personalidade por trás de um microfone (ou sem ele), impondo autoridade pelo volume da voz e de afirmações sobre a presença de seres celestiais e infernais, em batalhas violentas entre o bem e o mal, que certamente imporiam a J. K. Rowling e seu personagem Harry Potter o lugar de figurantes. Igrejas deste grupo fazem muito sucesso num país cuja religiosidade foi formada em torno de ocas e senzalas.

A + B
Outro detalhe, digno de um parágrafo exclusivo, que une as igrejas do grupo ‘A’ e ‘B’, é o forte apelo financeiro por trás dos seus serviços. Para elas, dinheiro é artefato de culto, por isso, dedicam um tempo considerável construindo argumentos e mecanismos para arrancar o máximo dos seus adeptos, também fascinados com os lucros que a divindade poderá lhes dar dos seus ‘investimentos’. Em seus ambientes vende-se de tudo e seus pastores mais parecem com mascates do que com embaixadores.

C.
Finalmente, as do ‘grupo C’, comprometidas com a reflexão sobre o texto sagrado, e totalmente desvinculadas da máxima romana de que o povo necessita de pão e circo, oferecem um ambiente mais devocional, cânticos contextualizados com a fé, e uma séria dedicação pastoral associada ao serviço e ao ensino. Tais igrejas, não comovem pelo espetáculo mas por sua seriedade e respeito aos seus membros. Elas também falam em dinheiro, dízimos e ofertas, não como artefatos de culto, mas como um instrumento de sustento da proclamação da verdade.

Que tipo de igreja você quer? É só escolher.



Um abraço no seu coração
Fique na Graça e na Paz do Senhor Jesus
Pr William Thompson



Adaptado do texto de Weber Chagas do Blog Abertos para a Reforma.