quinta-feira, 26 de julho de 2012

- RELIGIOSIDADE E RELIGIÃO: VOCÊ NÃO PRECISA DISSO!!


Temos vivido um momento em que as pessoas estão num grande distanciamento de Deus, vivem suas vidas como se nada mais importasse, mas na maioria se dizem pessoas religiosas e de muita fé. Na mente dessas pessoas está estabelecida uma conexão entre fé, religiosidade e religião: isto é um enorme engano!!!

Em primeiro lugar vamos entender religiosidade e religião:

No senso comum, religião é entendida como prática religiosa. Religião e religiosidade são conceitos completamente diferentes. Religiosidade é uma condição inata, um atributo que nasce com o homem, natureza construtiva que o impele para viver em paz, social e individualmente. Religião é instituição humana, criada por homens, cujo objetivo é cultuar entidades divinizadas cultuadas como superiores á natureza humana. As religiões são instituições com ideologias polimorfas, com rituais diferenciados (culto, missa), com representantes personificados (pastor, padre, rabino) e com hierarquia e funcionamento semelhante aos de uma empresa, no que se refere á administração de bens, estrutura de organização e objetivos a atingir.

Algumas diferenças podem ser percebidas entre um conceito e outro, por exemplo: Religiosidade é condição atemporal, individual, inerente ao plano da imaginação e do sentimento; religião é temporal, grupal, ideológica, socialmente organizada. Religião se organiza por dogmas e hierarquia do grupo religioso; religiosidade se manifesta por atos mediados pelo bom senso (índole) individual. Religiosidade é manifestação desvinculada de interesses materiais e corporativos; religião é influenciada por esses fatores. Religião se origina da formação de classes numa sociedade (elites): governantes, sacerdotes, militares; religiosidade é uma condição intrínseca ao “modo de ser” espiritual de cada indivíduo.

O que tento explicar é que religiosidade é aquele vazio, aquela necessidade do divino que vem dentro de cada um de nós quando nascemos por termos sido desligados da comunhão direta com Deus quando o pecado entrou na natureza humana lá no Éden. É a vontade de reencontrar, estar novamente nos braços do Criador. Por conta do pecado ficamos desligados, numa linguagem mais atual, desconectados. A criatura separou-se do seu criador.

Durante muito tempo os cristãos latinos sustentavam a definição de Cícero de que "religião" era procedente de re-ligio e deriva-se do verbo re-legere, ou seja, "reler ou interpretar ao pé da letra" que, por extensão, significa cuidadosa reconsideração e profunda concentração da mente em estudo que reclama respeito e reverência. Esta é, provavelmente, uma das razões pelas quais os cristãos latinos eram identificados como aqueles que liam os seus escritos e neles retornavam pela busca do sagrado.

Porém, Lactâncio, antigo escritor cristão, afirmou, contrariamente a Cícero, que o vocábulo procedia do verbo latino re-ligare, "tornar a ligar; amarrar de novo". De acordo com a hermenêutica de Lactâncio, religião tratava-se de "um religamento das relações entre o homem e Deus".

Mas as revisões continuaram e outros sugeriram que procedia de re-eligere, ou seja, "voltar a escolher", como se o homem voltasse a escolher em definitivo a vida em direção ao sagrado. A filósofa brasileira Marilena Chauí, define o termo religião também a partir do étimo latino. Para a autora religião procede de religio, formada pelo prefixo re (outra vez, de novo) e o verbo ligare (ligar, unir, vincular). 

Definidos os parâmetros entre religiosidade e religião, concluímos que hoje nem eu nem você precisamos de nenhuma das duas: nem da religiosidade, nem da religião!

POR QUÊ?

1º - Já não existe mais motivo para vazio no coração humano. Imagine o sapatinho da Cinderela que só cabia no seu pé; a forma perfeita para o objeto perfeito. Deus é a forma perfeita e nós o objeto a ser preenchido por essa forma maravilhosa.
Mas se eu estou desligado de Deus, como poderei ser preenchido por Ele?

2º - JESUS, o nosso re-ligio, re-legere, re-ligare; foi enviado pelo próprio Deus para reaproximar-nos de Si.

Resumindo: religiosidade nos leva a uma procura constante – nós não precisamos disso. Em João 3: 16 está escrito: Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.

E em João 14:6 o próprio Jesus diz: Eu sou o caminho, e a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai, senão por mim.

Não é mais necessária a procura, Deus enviou Jesus que nos mostrou o caminho e com sua morte na cruz e ressuresção nos religou ao Pai.

É necessário entender que enquanto a religiosidade nos leva a uma eterna procura, a religião acaba por fazer do religioso um cumpridor de regras, cego, muitas vezes fanático e obsecado.

Tiago nos fala da religião pura:

“A religião pura e imaculada para com Deus, o Pai, é esta: Visitar os órfãos e as viúvas nas suas tribulações, e guardar-se da corrupção do mundo.” (Tiago 1:26-27).

Então a própria Bíblia fala de religião, e pura?

Claro, Tiago está nos remetendo ao estilo de vida de Jesus Cristo. É por isso que o Cristianismo não é uma religião, mas um estilo de vida. Jesus é a nossa religião e já nos reconciliou com o Pai. Você conhece mais alguém que tenha morrido para te garantir vida eterna

(Romanos 5:10) - Porque se nós, sendo inimigos, fomos reconciliados com Deus pela morte de seu Filho, muito mais, tendo sido já reconciliados, seremos salvos pela sua vida.

Agora, como entender a fé?

(Hebreus 11:1) - Ora, a fé é o firme fundamento das coisas que se esperam, e a prova das coisas que se não veem.

É a fé que nos leva ao perfeito entendimento de que Cristo é o nosso caminho de volta ao Pai, que Ele mesmo deixou-nos o Espírito Santo, o Consolador.

(Lucas 17:5) - Disseram então os apóstolos ao Senhor: Acrescenta-nos a fé.

Se você pensa que ter fé é algo que vem de você mesmo, está terrivelmente enganado, na Bíblia encontramos várias passagens onde os discípulos e os que seguiam Jesus pediam a ele que lhes aumentasse a fé, portanto: a nossa fé vem de Deus, ela não é nossa, é a Fé de Deus em nós.

Por nós mesmos não teríamos condição alguma de crer naquilo que não vimos, (João 20:29) - Disse-lhe Jesus: Porque me viste, Tomé, creste; bem-aventurados os que não viram e creram.

Sendo o homem, pois liberto da religiosidade e dos dogmas das religiões, dos rótulos e das máscaras, tendo em seu coração uma fé inabalável, genuína, vinda do próprio Deus e direcionada de volta para Ele, tendo como único intercessor o Filho, Jesus Cristo, que morreu e ressuscitou para a salvação de todo aquele que crê, tudo se faz novo, nascendo um nova criatura!

(2º Corintios 5:17) - Assim que, se alguém está em Cristo, nova criatura é; as coisas velhas já passaram; eis que tudo se fez novo.

(João 8:32) - E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará.

Jesus é a Verdade!

(João 8:36) - Se, pois, o Filho (Jesus Cristo) vos libertar, verdadeiramente sereis livres.

A fé é o firme fundamento das coisas que se esperam, e a prova das coisas que se não veem.

Logo, nada mais pode te impedir de se achegar à presença de Deus, o preço já foi pago com o sangue de Jesus, que morreu e ao terceiro dia ressuscitou para a glória de Deus Pai.


Um abraço no seu coração
Fique na Paz e na Graça do Senhor Jesus
Pr. William Thompson








Um comentário:

Anônimo disse...

Jesus é o elo que me religou a Deus, o Pai e, é maravilhosos saber que não preciso de religiões, já estou em Deus através da fé!
O que eu mais quero que Ele aumente a minha fé e que nada possa vir me abalar.
Eu posso adorar diretamente ao meu Deus!
Glória a Deus pela morte de Jesus que nos libertou do reino das trevas para o Reino do Filho do Seu Amor!

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