quinta-feira, 20 de junho de 2013

- ESTÁ TUDO TÃO ESTRANHO NO REINO TUPINIQUIN


Não gosto de me envolver com política. Quem me conhece sabe disso.
Sou militar reformado e já vi muita coisa acontecer neste país e os “meus sensores” indicam que podemos estar às portas de um golpe. Não acredito que seja um golpe militar, mas com certeza, um golpe de esperteza de pessoas que já estão manipulando o povo que, como dizia o Ex-Presidente FHC: é massa de manobra.
Se voltarmos a um passado recente da nossa nação, vamos encontrar depois do golpe de 1964 várias ações da contra inteligência militar que atuava pelo governo ditatorial, mas que sua função era incriminar inocentes, a fim perpetuar a ditadura no Brasil.




CASO PÁRA-SAR: Abril de 1968


No contexto da oposição aos comunistas e esquerdistas em geral, o regime militar brasileiro planejou várias ações com o intuito de incriminar setores de oposição por atentados e ataques: o mais conhecido desses foi o caso Para-SAR, ou Atentado ao Gasômetro.
Em 1968, o brigadeiro João Paulo Burnier, que era na época chefe de gabinete do ministro Márcio Melo, planejou explodir o gasômetro do Rio de Janeiro com o auxílio do Para-SAR, uma divisão da Aeronáutica empregada para salvamentos em local de difícil acesso. O objetivo era matar milhares de pessoas e divulgar um comunicado oficial colocando a culpa em "subversivos", aumentando o apoio ao governo.
O projeto foi levado adiante com grande segredo. Confiou-se a missão ao capitão-aviador Sérgio Miranda de Carvalho, que, no entanto negou-se a cumprir a missão e ameaçou denunciar Burnier caso tentasse levar o plano adiante com outro oficial.
Sérgio foi declarado louco e afastado da Aeronáutica em 1969. O caso continuou abafado até 1978, quando o brigadeiro Eduardo Gomes fez uma declaração defendendo seu colega, confirmando o projeto de explosão de gasômetros e destruição de instalações elétricas para criar pânico na população, revelando o caso para o conhecimento público.


Obtido em http://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%Sergio_Miranda_de_Carvalho




ATENTADO DO RIO CENTRO: Abril de 1981


Para a Comissão Nacional da Verdade (CNV), o atentado a bomba do Riocentro, em abril 30 de abril de 1981, tratou-se de um “tiro pela culatra”. Os militares arquitetaram as explosões, com o objetivo de incriminar grupos de oposição ao regime.
A conclusão é divulgada em texto da CNV publicado e assinado por Cláudio Fonteles, após análise dos documentos que estavam com o coronel reformado do Exército Julio Miguel Molinas Dias, assassinado em Porto Alegre em 2012. O conteúdo do baú do coronel foi divulgado em novembro de 2012 com exclusividade por Zero Hora. O jornalista descreve trechos de diálogos e outras anotações do acervo de Molinas, comandante do Destacamento de Operações e Informações - Centro de Operações de Defesa Interna (DOI-Codi) do Rio de Janeiro à época do atentado. A operação levou os militares ao centro de convenções Riocentro, no Rio, em 30 de abril de 1981, quando 20 mil pessoas se reuniam para um show musical pelo Dia do Trabalho.
A ação frustrada terminou com a explosão de duas bombas, sendo que uma detonou dentro do carro que estavam dois militares. O sargento Guilherme Pereira do Rosário morreu no local, enquanto o capitão Wilson Luiz Chaves Machado teve ferimentos graves, mas sobreviveu após ser socorrido.
Dividido em dias, horas e minutos, o acervo de Molinas descreve como o Exército tentou ocultar a trama. Fonteles conclui que o atentado foi “concebido e orquestrado para ser apresentado como ato terrorista insano a ser atribuído aos opositores do Estado Ditatorial Militar”.
Fonte: http://zerohora.clicrbs.com.br
“Fica evidente que havia dentro do Estado brasileiro, mesmo que fosse uma ditadura, um Estado paralelo, um Estado terrorista que praticava crimes hediondos e que lesava a humanidade.” Jair Krischke

Ainda não sabemos o que está por trás dos acontecimentos, mas a verdade é que as lições do passado nos mostram que os atos de vandalismo durante as manifestações pacíficas do MPL pelo país podem, e acredito sinceramente que seja possível, ter a participação de agentes de grupos interessados na quebra da nação.  
Marília Moschkovich, socióloga, militante feminista, escritora, e cronista do “Mulher Alternativa” e do “Outras Palavras” publicou um artigo ontem, dia 19 de junho de 2013 com o título: “Está tudo tão estranho, e não é à toa - Um relato do quebra-cabeças que fui montando nos últimos dias”.
Me senti na obrigação de concordar em gênero, número e grau com tudo o que foi relatado por Marília: atos de vandalismo onde não havia manifestações, policia ausente nesses locais e no Rio de Janeiro a polícia recua e se refugia na ALeRJ, muito estranho.
Algumas perguntas ficam no ar:
- Quem verdadeiramente pode lucrar com essas manifestações?
- Qual o objetivo ou propósito dessas pessoas?
- Mais uma vez um ato popular legítimo está sendo usado para manobrar o povo e depois os resultados serem usados contra ele (povo) mesmo?
O meu Blog não se direciona a esses assuntos, mas só de pensar no que o futuro possa estar nos reservando, sinto um asco e confesso que me bate certa ansiedade.
Se formos buscar nos anais recentes da história vamos ver que muitos dos políticos que estão no poder ou nos bastidores do poder foram líderes de movimentos estudantis, revolucionários e por aí vai, e hoje estão mamando nas tetas goradas da república. Será que não estamos preparando uma nova geração de políticos, de futuros “poderosos” e mamadores das tetas do poder?
Aguardemos os próximos dias e vejamos, ou melhor, sintamos as consequências dos nossos atos. Seremos beneficiados ou seremos vítimas frágeis de nós mesmos ao cairmos em mãos inescrupulosas e peritas em manobrar as massas.
Talvez vocês achem absurdo o que está exposto no vídeo abaixo, mas pense na possibilidade de que isto esteja correto. Você, melhor, nós vamos chegar a conclusão que não passamos dessa verdadeira massa de manobra.

PRESTA ATENÇÃO BRASIL!

Um abraço no seu coração
Fique na Graça e na Paz do Senhor Jesus
Pr. William Thompson

terça-feira, 18 de junho de 2013

- E VOCÊ: O QUE TEM FEITO DAS SUAS PEDRINHAS?



Certa vez, um homem caminhava pela praia numa noite de lua cheia.
Pensava assim:
Se tivesse um carro novo, seria feliz...
Se tivesse uma casa grande, seria feliz...
Se tivesse um excelente trabalho, seria feliz...
Foi quando tropeçou numa sacolinha cheia de pedras.
Ele começou a jogar as pedrinhas, uma a uma, no mar, cada vez que dizia:
Seria feliz se tivesse...
Assim o fez ficando somente com uma pedrinha na sacola, que decidiu guardá-la.
Ao chegar em casa percebeu que aquela pedrinha tratava-se de um diamante muito valioso!
Você imaginou quantos diamantes ele jogou no mar enquanto não parava de pensar?
Assim são as pessoas: jogam fora seus preciosos tesouros por estarem esperando o que acreditam ser perfeito ou sonhando e desejando o que não têm, sem valorizar o que tem perto delas.
Se olhassem ao redor, parando para observar, perceberiam o quão afortunadas são!
Muito perto de si está sua felicidade.
Cada pedrinha deve ser observada. Pode ser um diamante valioso...
Cada um de nossos dias pode ser considerado um diamante precioso, valioso e insubstituível.
Depende de nós aproveitá-los ou lançá-los ao mar do esquecimento para nunca mais recuperá-los.
A morte não é a maior perda da vida.
A maior perda da vida é o que morre dentro de nós enquanto vivemos!


Queridos irmãos!!!

Vamos valorizar cada momento de nossa vida, saibamos olhar bem para as nossas pedrinhas e veremos que são verdadeiros diamantes preciosos.

Um abraço no seu coração!
Fique na Graça e na Paz do Senhor Jesus
Pr. William Thompson


Texto adaptado para o Blog Adorador Extravagante

quarta-feira, 12 de junho de 2013

- AS RIQUEZAS DO CEMITÉRIO



O lugar mais rico na face da Terra não se encontra nas minas de diamantes da África do Sul nem nas reservas escondidas de ouro dos incas no Equador. Não está nas jazidas de petróleo da Arábia Saudita nem nos fossos de urânio dos países balcânicos. Nem está nos depósitos de minerais do mar Morto. Não, o pedaço de terra mais rico deste planeta está em sua própria vizinhança. É possível até que você tenha passado por ele hoje de manhã:
É O CEMITÉRIO.


O cemitério é o lugar mais rico de toda a criação. Sob aqueles pedaços retangulares de grama estão incontáveis melodias que não foram entoadas e poemas que não foram escritos. Os canteiros cobertos de grama transbordam de ideias brilhantes que poderiam ter transformado comunidades inteiras, restaurado os perdidos e dado esperanças aos cansados. Nossos cemitérios estão cheios de sucessos não obtidos e sonhos não concretizados.

Lá está o perdão que nunca foi pedido e também o que nunca será liberado.

Dentro das paredes daqueles túmulos estão sonhos que nunca se realizaram, pinturas que nunca encheram uma tela, ideias que nunca foram compartilhadas, visões que nunca se tornaram realidade, invenções que nunca foram experimentadas, planos que nunca passaram da "prancheta" mental e propósitos que nunca foram realizados.
Às vezes, ando pelo cemitério e penso em quantas promessas não cumpridas e sonhos não realizados dormem sob meus pés. Penso nas muitas vidas que não corresponderam ao propósito que Deus intentou para elas.


Milhões de homens e mulheres morreram sem liberar suas aspirações. Seus sonhos agora estão presos para sempre sob o gramado. Se pudesse explorar somente os cemitérios de minha vizinhança, eu seria um dos homens mais ricos da face da Terra.


Nossos cemitérios estão cheios de um potencial que permaneceu inerte. Não enterre seu talento!


Não pretendo entregar outra coisa ao cemitério que não seja a carcaça de uma vida bem vivida!"

Um abraço no seu coração
Fique na Graça e na Paz do Senhor Jesus
Pr. William Thompson






"Reflexão de domínio público adaptada no Blog Adorador Extravagante"



quinta-feira, 6 de junho de 2013

- PESADO E MAU CHEIROSO



Um professor pediu para que seus alunos levassem batatas e uma sacola para a sala de aula. Durante a aula ele pediu para que separassem uma batata para cada pessoa de quem sentiam mágoas e escrevessem os nomes dessas pessoas nas batatas e as colocassem dentro da sacola. Quase todas as bolsas ficaram muito pesadas.

Para cumprir a tarefa, durante uma semana os alunos levaram suas sacolas para todos os lugares aonde iam. O incômodo era grande, a sacola pesada com o tempo passou também a cheirar mal, contaminando os ambientes aonde iam.

A lição das batatas nunca mais foi esquecida. Não houve nota, mas um grande aprendizado. O incômodo de carregar a sacola mostrou-lhes o peso que a mágoa ocasiona. Além disso, para não esquecê-la em nenhum lugar, eles deixavam de prestar atenção em outras coisas que eram importantes para eles.


Todos aprenderam na prática o que os sentimentos de ódio, mágoa e ressentimento provocam. São como batatas podres que pesam e deixam um intenso mau cheiro. Além de nos impedir de aproveitar as melhores coisas da vida, incomoda quem está do nosso lado, podendo até mesmo, afastar de nossas vidas quem mais amamos.


Pense nisso e não deixe que o rancor, a mágoa, o ódio vá te matando aos poucos e corrompendo seu caráter. Sempre há tempo para mudança. Escolha perdoar, assim, serás recompensado com amor e "liberdade".

Um pensamento nos diz que "guardar o rancor, a mágoa, o ódio dentro de nós é como se tomássemos o veneno esperando que a outra pessoa morra!"

Um abraço no seu coração
Fique na Graça e Paz do Senhor Jesus
Pastor William Thompson


Texto adaptado