quinta-feira, 23 de agosto de 2012

- SE JESUS FOSSE CRENTE...


Se Jesus fosse CRENTE, não venceria Satanás pela palavra, por ocasião de sua tentação no deserto, mas teria repreendido, amarrado, mandado ajoelhar, e dito que ele é derrotado, feito uma sessão de descarrego durante 7 terças-feiras, aí sim ele sairia (Mt 4:1-11)

Se Jesus fosse CRENTE, não teria pregado o Sermão da Montanha, mas teria realizado o Grande Congresso Galileu do Avivamento e Fogo no Monte, cobraria apenas 250 Dracmas, divididas em 4 vezes sem juros ou em 12 vezes no cartão (Mt 5:1-11)

Se Jesus fosse CRENTE, jamais teria dito, no caso de alguém bater em nossa face, para darmos a outra. Ele certamente teria mandado que pedíssemos fogo consumidor sobre o agressor, pois “ai daquele que tocar no ungido do Senhor” (Mt 5:38-42)

Se Jesus fosse CRENTE, não teria curado o servo do centurião de Cafarnaum à distância, mas mandaria levar o tal servo em uma das sua reuniões de milagres e lhe daria uma toalhinha ungida para colocar sobre o servo enfermo durante 7 semanas, aí sim, ele seria curado (Mt 8:5-13)

Se Jesus fosse CRENTE, não teria multiplicado pães e peixes e distribuído de graça ao povo, de jeito nenhum. Antes o pão ou peixe seriam “adquiridos” por uma pequena semente de fé de 50 dracmas, e quem comesse o tal pão ou peixe, milagrosamente seria curado de todas as suas enfermidades (Mt 6:1-15)

Se Jesus fosse CRENTE, quando os fariseus o pedissem um sinal, certamente ele levantaria as mãos, e delas sairiam vários arco-íris, um esplendor de fogo se formaria em volta dele, que levitaria enquanto anjos cantarolavam : “DIVISA DE FOGO VARÃO DE GUERRA, ELE DESCEU A TERRA, ELE CHEGOU PARA GUERREAR”. Sempre que fosse solicitado repetiria tal performance (Mt 16:1-12)

Se Jesus fosse CRENTE, nunca teria dito para carregarmos a nossa cruz, perdermos nossa vida para ganha-la; mas teria dito que nascemos para vencer e que fazemos parte da geração de conquistadores, e que todos somos predestinados para o sucesso. E no final gritaria : RECEEEEEEBAAAAAA!! (Lc 13:10-17)

Se Jesus fosse CRENTE, de forma alguma teria entrado em Jerusalém montando num jumento, mas teria entrado numa carruagem real toda trabalhada em pedras preciosas, com Pôncio Pilatos, Herodes e a cantora Maria Madalena cantando hinos de vitória e “liberando” a benção sobre Jerusalém. E o povo não o receberia declarando Hosana, mas marchariam atrás da carruagem enquanto os discípulos contariam quantos milhões de pessoas estavam na PRIMEIRA MARCHA PARA JESUS (Mt 21:1-15)

Se Jesus fosse CRENTE, ao curar o leproso (Mc 1:40-45), este não ficaria imediatamente curado, mas durante a semana enquanto ele continuasse crendo, pois se parasse de crer...

Se Jesus fosse CRENTE, não teria expulsado os demônios do gadareno com tanta facilidade. Ele teria realizado um Seminário de Batalha Espiritual, e a partir daí se iniciaria o processo de libertação daquele jovem, incluindo uma completa libertação das maldições hereditárias que estavam sobre a vida dele (Mc 5:1-20)

Se Jesus fosse CRENTE, o texto seria assim: “MAIS VALE PASSAR UM CAMELO PELO BURACO DA AGULHA DO QUE UM POBRE ENTRAR NO REINO DOS CÉUS” (Mt 19:22-24)

Se Jesus fosse CRENTE, não teria transformado a água em vinho, mas em Guaraná ou Coca-Cola (Jo 2:1-12)

Se Jesus fosse CRENTE, ele teria sim onde recostar a cabeça, pois moraria no bairro onde estavam localizados os palácios mais chiques e teria também um castelo de verão no Egito (Mt 8:20)

Se Jesus fosse CRENTE, Zaqueu seria orientado a não devolver o produto das possíveis defraudações, antes oferecê-los como doação ao Seu ministério (Lc 19:1-10)

Se Jesus fosse CRENTE, não pregaria nas sinagogas, mas na recém fundada IGREJA DE CRISTO, e Judas, ao traí-lo, não se mataria, mas abriria a IGREJA DE CRISTO RENOVADA.

Se Jesus fosse CRENTE, não diria que no mundo teríamos aflições, mas que teríamos sucesso, honra, vitória, riquezas, prosperidade … (Jo 16:33)

Se Jesus fosse CRENTE, ele seria amigo de Herodes, apoiaria a eleição de Pôncio Pilatos a governador, e só falaria o que os fariseus estavam interessados em ouvir.

Se Jesus fosse CRENTE, certamente não sofreria tanto nem morreria por mim e por você. Ele estaria preocupado com outras coisas. Mas ainda bem que ELE não era CRENTE.

E VOCÊ, É CRENTE? NÃO ESTÁ NA HORA DE REPENSAR O QUE DE FATO É SER CRENTE E SE TORNAR UM CRISTÃO VERDADEIRO?


Um abraço no seu coração

Fique na Graça e na Paz do Senhor Jesus
Pr. William Thompson


Este texto é de autoria do pr. Josué Lima; foi coletado de seu BLOG e adaptado.

sexta-feira, 17 de agosto de 2012

- PASTORES FERIDOS!

Cerca de 1,5 mil pastores desistem do ministério todos os meses

Desânimo, solidão, insegurança, medo e dúvida. Uma estranha combinação de sensações passou a atormentar José Nilton Lima Fernandes, hoje com 41 anos, a certa altura da vida. Pastor evangélico, ele chegou ao púlpito depois de uma longa vivência religiosa, que se confunde com a de sua trajetória. Criado numa igreja pentecostal, Nilton exerceu a liderança da mocidade já aos 16 anos, e logo sentiria o chamado – expressão que, no jargão evangélico, designa aquele momento em que o indivíduo percebe-se vocacionado por Deus para o ministério da Palavra. Mas foi numa denominação do ramo protestante histórico, a Igreja Presbiteriana Independente (IPI), na cidade de São Paulo, que ele se estabeleceu como pastor. Graduado em Direito, Teologia e Filosofia, tinha tudo para ser um excelente ministro do Evangelho, aliando a erudição ao conhecimento das Sagradas Escrituras. Contudo, ele chegou diante de uma encruzilhada. Passou a duvidar se valeria mesmo a pena ser um pastor evangélico. Afinal, a vida não seria melhor sem o tal “chamado pastoral”?

As razões para sua inquietação eram enormes. Ordenado pastor desde 1995, foi justamente na igreja que experimentou seus piores dissabores. Conheceu a intriga, lutou contra conchavos, desgastou-se para desmantelar o que chama de “estrutura de corrupção” dentro de uma das igrejas que pastoreou. Mas, no fim de tudo isso, percebeu que a luta fora inglória. José Nilton se enfraqueceu emocionalmente e viu o casamento ir por água abaixo. Mesmo vencendo o braço-de-ferro para sanar a administração de sua igreja, perdeu o controle da vida. A mulher não foi capaz de suportar o que o ministério pastoral fez com ele. “Eu entrei num processo de morte. Adoeci e tive que procurar ajuda médica para me restabelecer”, conta. Com o fim do casamento, perdeu também a companhia permanente da filha pequena, uma das maiores dores de sua vida.

Foi preciso parar. No fim de 2010, José Nilton protocolou uma carta à direção de sua igreja requisitando a “disponibilidade ativa”, uma licença concedida aos pastores da denominação. Passou todo o ano de 2011 longe das funções ministeriais. No período, foi exercer outras funções, como advogado e professor de escola pública e de seminário. “Acho possível servir a Jesus, independentemente de ser pastor ou não”, raciocina, analisando a vida em perspectiva. “Não acredito mais que um ministério pastoral só possa ser exercido dentro da igreja, que o chamado se aplica apenas dentro do templo. Quebrei essa visão clerical”. Reconstruindo-se das cicatrizes, Nilton casou-se novamente. E, este ano retornou ao púlpito, assumindo o pastoreio de uma igreja na zona leste de São Paulo. Todavia, não descarta outro freio de arrumação. “Acho que a vida útil de um líder é de três anos”, raciocina. “É o período em que ele mantém toda a força e disposição. Depois, é bom que esse processo seja renovado”. É assim que ele pretende caminhar daqui para frente: sem fazer do pastorado o centro ou a razão da sua vida.

Encontrar o equilíbrio no ministério não é tarefa fácil. Que o digam os ex-pastores ou pastores afastados do púlpito que passam a exercer outras atividades ou profissões depois de um período servindo à igreja. Uma das maiores denominações pentecostais do país, a Igreja do Evangelho Quadrangular (IEQ), com seus 30 mil pastores filiados – entre homens e mulheres –, registra uma deserção de cerca de 70 pastores por mês desde o ano passado. Os números estão nas circulares da própria igreja. Não é gente que abandona a fé em Cristo, naturalmente; em sua maioria, os religiosos que pedem licença ou desligamento das atividades pastorais continuam vivendo sua vida cristã, como fez José Nilton no período em que esteve afastado do púlpito. É que as pressões espirituais e as demandas familiares e pessoais dos pastores, nem sempre supridas, constituem uma carga difícil de suportar ao longo doa anos. Some-se a isso os problemas enfrentados na própria igreja, as cobranças da liderança, a necessidade de administrar a obra sob o ponto de vista financeiro e – não raro – as disputas por poder e se terá uma ideia do conjunto de fatores que podem levar mesmo aquele abençoado homem de Deus a chutar tudo para o alto.

A própria IPI, onde José Nilton militou, embora muito menor que a Quadrangular – conta com cerca de 500 igrejas no país e 690 pastores registrados –, teria hoje algo em torno de 50 ministros licenciados, número registrado em relatório de 2009. Pode parecer pouco, mas representa quase dez por cento do corpo de pastores ativos. Caso se projete esse percentual à dimensão da já gigantesca Igreja Evangélica brasileira, com seus aproximadamente 40 milhões de fiéis, dá para estimar que a defecção dos púlpitos é mesmo numerosa. De acordo com números da Fundação Getúlio Vargas, o número de pastores evangélicos no país é cinco vezes maior do que a de padres católicos, que em 2006 era de 18,6 mil segundo o levantamento Centro de Estatísticas Religiosas e Investigações Sociais. Porém, devido à informalidade da atividade pastoral no país, é certo que os números sejam bem maiores.

FERIDOS QUE FEREM

O chamado pastoral sempre foi o mais valorizado no segmento evangélico. Por essa razão, é de se estranhar quando alguém que se diz escolhido por Deus para apascentar suas ovelhas resolva abandonar esse caminho. Nos Estados Unidos, algumas pesquisas tentam explicar os principais motivos que levam os pastores a deixar de lado a tarefa que um dia abraçaram. Uma delas foi realizada pelo ministério LifeWay, que, por telefone, contatou mil pastores que exerciam liderança em suas comunidades eclesiásticas. E o resultado foi que, apesar de se sentirem privilegiados pelo cargo que ocupavam (item expresso por 98% dos entrevistados), mais da metade, ou 55%, afirmaram que se sentiam solitários em seus ministérios e concordavam com a afirmação “acho que é fácil ficar desanimado”. Curiosamente, foram os veteranos, com mais 65 anos, os menos desanimados. Já os dirigentes das megaigrejas foram os que mais reclamaram de problemas. De acordo com o presidente da área de pesquisas da Life Way, Ed Stetzer – que já pastoreou diversas igrejas –, a principal razão para o desânimo pode vir de expectativas irreais. “Líderes influenciados por uma mentalidade consumista cristã ferem todos os envolvidos”, aponta. “Precisamos muito menos de clientes e muito mais de cooperadores”, diz, em seu blog pessoal.

Outras pesquisas nos EUA vão além. O Instituto Francis Schaeffer, por exemplo, revelou que, no último ano, cerca de 1,5 mil pastores têm abandonado seus ministérios todos os meses por conta de desvios morais, esgotamento espiritual ou algum tipo de desavença na igreja. Numa pesquisa da entidade, 57% dos pastores ouvidos admitiram que deixariam suas igrejas locais, mesmo se fosse para um trabalho secular, caso tivessem oportunidade. E cerca de 70% afirmam sofrer depressão e admitem só ler a Bíblia quando preparam suas pregações. Do lado de cá do Equador, o nível de desistência também é elevado, ainda mais levando-se em conta as grandes expectativas apresentadas no início da caminhada pastoral pelos calouros dos seminários. “No começo do curso, percebemos que uma boa parte dos alunos possui um positivo encantamento pelo ministério. Mais adiante, já demonstram preocupação com alguns dilemas”, observa o diretor da Faculdade Teológica Batista de São Paulo, o pastor batista Lourenço Stélio Rega. Ele estima que 40% dos alunos que iniciam a faculdade de teologia desistem no meio do caminho. Os que chegam à ordenação, contudo, percebem que a luta será uma constante ao longo da vida ministerial – como, aliás, a própria Bíblia antecipa.

E, se é bom que o ministro seja alguém equilibrado, que viva no Espírito e não na carne, que governa bem a própria casa, seja marido de uma só mulher (ou vice-versa, já que, nos tempos do apóstolo Paulo não se praticava a ordenação feminina) e tantos outros requisitos, forçoso é reconhecer que muita gente fica pelo caminho pelos próprios erros. “O ministério é algo muito sério” lembra Gedimar de Araújo, pastor da Igreja Evangélica Ágape em Santo Antonio (ES) e líder nacional do Ministério de Apoio aos Pastores e Igrejas, o Mapi. “Se um médico, um advogado ou um contador erram, esse erro tem apenas implicação terrena. Mas, quando um ministro do Evangelho erra, isso pode ter implicações eternas.”

Desde que foi criado, há 20 anos, em Belo Horizonte (MG), como um braço do ministério Servindo Pastores e Líderes (Sepal), o Mapi já atendeu milhares de pastores pelo país. Dessa experiência, Gedimar traça quatro principais razões que podem ser cruciais para a desmotivação e o abandono do ministério. “Ativismo exagerado, que não deixa tempo para a família ou o descanso; vida moral vacilante, que abre espaço para a tentação na área sexual; feridas emocionais e conflitos não resolvidos; e desgaste com a liderança, enfrentando líderes autoritários e que não cooperam”, enumera. Para ele, é preciso que tanto os membros das igrejas quanto as lideranças denominacionais tenham um cuidado especial com os pastores. “Muitos sofrem feridas, como também, muitas vezes, chegam para o ministério já machucados. E, infelizmente, pastor ferido acaba ferindo”.

Quanto à responsabilidade do próprio pastor com o zelo ministerial, Gedimar é taxativo: “É melhor declinar do ministério do que fazê-lo de qualquer jeito ou por simples necessidade”. A rede de apoio oferecida pelo Mapi supre uma lacuna fundamental até mesmo entre os pastores – a do pastoreio. “É preciso criar em torno do ministro algumas estruturas protetoras. É muito bom que o líder conte com um grupo de outros pastores onde possa se abrir e compartilhar suas lutas; um mentor que possa ajudá-lo a crescer e acompanhamento para seu casamento e família e, por fim, ter companheiros com quem possa desenvolver amizades e relacionamentos saudáveis e sólidos”, enumera.

EXPECTATIVAS

Juracy Carlos Bahia, pastor e diretor-executivo da Ordem dos Pastores Batistas do Brasil (OPBB), sediada no Rio de Janeiro, conhece bem o dilema dos colegas que, a certa altura do ministério, sentem-se questionados não só pelos outros, mas, sobretudo, por si mesmos. Ele lida com isso na prática e sabe que o preço acaba sendo caro demais. “Toda atividade que envolve vocação, como a do professor, a do médico ou a do pastor, é vista com muita expectativa. Quando se abandona esse caminho, é natural um sentimento de inadequação”. Para Bahia, o desencantamento com o ministério pastoral é fruto também do que entende como frustrações no contexto eclesiástico. Há pastores, por exemplo, que julgam não ter todo seu potencial intelectual utilizado pela comunidade. “Às vezes, o ministro acha que a igreja que pastoreia é pequena demais para seus projetos pessoais”, opina. Isso, acredita Bahia, estimula muitos a acumularem diversas funções, além das pastorais. “Eu defendo que os pastores atuem integralmente em seus ministérios. Porém, o que temos visto são pastores-advogados, pastores-professores, enfim, pastores que exercem outras profissões paralelas ao púlpito”, observa.

No entender do dirigente da OPBB, esse acúmulo de funções mina a energia e o potencial do obreiro para o serviço de Deus. A associação reúne aproximadamente dez mil pastores batistas e Bahia observa isso no seio da própria entidade: “Creio que metade deles sofra com a fuga das atividades pastorais para as seculares”. Contudo, ele acredita que deixar o ministério não é algo necessariamente negativo. “A pessoa pode ter se sentido vocacionada e, mais adiante na vida, por meio da experiência, das orações e interação com outros pastores, é perfeitamente possível chegar à conclusão que a interpretação que fez sobre seu chamado não foi adequada e sim emotiva”.

Quando, já na meia idade, casado e com dois filhos, ingressou no Seminário Presbiteriano do Norte (SPN), na capital pernambucana, Recife, Francisco das Chagas dos Santos parecia um menino de tanto entusiasmo. Nem mesmo as críticas de parentes para que buscasse uma colocação social que lhe desse mais status e dinheiro o desmotivou. “A igreja, para mim, é a melhor das oportunidades de buscar e conhecer meu Criador para que, pela graça, eu continue com firmeza a abrir espaço em meu coração para que ele cumpra sua vontade em mim, inclusive no ministério pastoral”, anotou em sua redação para o ingresso no SPN, em 1998. Ele formou-se no curso, foi ordenado pastor em 2003 e dirigiu igrejas nas cidades de Garanhuns e Saloá.

Hoje, aos 54 anos, Francisco trabalha como servidor público no Instituto Agronômico de Pernambuco. Ainda não curou todas as feridas e ressentimentos desde que, em 2010, entregou seu pedido de desligamento da denominação. Ele lamenta o tratamento recebido pelos seus superiores enquanto foi pastor. “Minha opinião sobre igreja não mudou. Nunca planejei um dia pedir licença ou despojamento do ministério. Mas entendo que somos o Corpo de Cristo, e, se uma unha dói, todos nós estamos doentes”, pondera. “Não é possível ser pastor sem pensar em restaurar vidas – e existem muitas vidas precisando de conserto, inclusive entre nós, pastores”.

A vida longe dos púlpitos ainda não foi totalmente sublimada e Francisco sabe bem que será constantemente indagado sobre sua decisão de deixar o ministério. “A impressão é que você deixou um desfalque, que adulterou ou algo parecido”, observa. Ele não considera voltar a pastorear pela denominação na qual se formou, porém não consegue deixar de imaginar-se como pastor. “Uma vez pastor, pastor para sempre”, recita, “muito embora as pessoas, em geral, acreditem que seja necessário um púlpito.”

Um abraço no seu coração
Fique na Graça e na Paz do Senhor Jesus
Pr. William Thompson


Fonte:http://www.adiberj.org/portal/2012/05/09/pastores-feridos/

- O PRAGMATISMO EVANGÉLICO E O DECLÍNIO DA MENSAGEM BÍBLICA

Resumo dos três primeiros capítulos

NO LIVRO, COM VERGONHA DO EVANGELHO, JOHN MACARTHUR, FALA SOBRE A UTILIZAÇÃO DO "VALE-TUDO" PARA PREGAR O EVANGELHO
Pragmatismo é a noção de que o significado ou o valor é determinado pelas consequências práticas. É muito similar ao utilitarismo, a crença de que a utilidade estabelece o padrão para aquilo que é bom. Para um pragmatista/utilitarista, se uma determinada técnica ou um curso de ação resulta no efeito desejado, a utilização de tal recurso é válida. Se parece não produzir resultados, então não tem valor.

O pragmatismo tem suas raízes no darwinismo e no humanismo secular. É inerentemente relativista, rejeitando a noção dos absolutos – certo e errado, bem e mal, verdade e erro. Em última análise, o pragmatismo define a verdade como aquilo que é útil, significativo e benéfico. As ideias que não parecem úteis ou relevantes são rejeitadas como sendo falsas.

Quando o pragmatismo é utilizado para formularmos juízos acerca do certo e do errado ou quando se torna a filosofia norteadora da vida, da teologia e do ministério, acaba, inevitavelmente, colidindo com as Escrituras. A verdade espiritual e bíblica não é determinada baseando-se no que “funciona” ou no que não “funciona”. Sabemos por intermédio das próprias Escrituras, por exemplo, que o evangelho frequentemente não produz uma resposta positiva (I Co 1:22-23; 2:14). Por outro lado, as mentiras satânicas e o engano podem ser bastante eficazes (Mt 24:23-24; II Co 4:3-4). A reação da maioria não é um parâmetro seguro para determinar o que é válido (Mt 7:13-14), e a prosperidade não é uma medida para a veracidade (Jó 12:6). O pragmatismo como uma filosofia norteadora do ministério é inerentemente defeituoso e como uma prova para a veracidade é satânico.

Para muitos, a quantidade de pessoas nos cultos tornou-se o principal critério para se avaliar o sucesso de uma igreja, aquilo que mais atrai o público é aceito como “bom”, sem uma análise crítica. Isso é pragmatismo.

Pior ainda, a teologia concede à metodologia lugar de honra. Na igreja contemporânea, tudo parece estar na moda, exceto a pregação bíblica! Assim, o pragmatismo representa para a igreja de hoje exatamente a mesma ameaça sutil que o modernismo representou há quase um século. O modernismo começou como uma metodologia, mas logo se tornou uma teologia singular.

Ao menosprezar a importância da doutrina, o modernismo abriu a porta para o liberalismo teológico, o relativismo moral e a incredulidade aberta! Se existe algo que a história nos ensina é que os ataques mais devastadores desfechados contra a fé sempre começaram com erros sutis surgidos dentro da própria igreja.

Por viver em uma época tão instável, a igreja não pode se dar ao luxo de vacilar. Ministramos a pessoas que buscam desesperadamente respostas; por isso, não podemos amenizar a mensagem ou abrandar o evangelho. Se fizermos amizade com o mundo, nos tornaremos inimigos de Deus. Se nos dispusermos a crer em artifícios mundanos, estaremos automaticamente abrindo mão do poder do Espírito Santo.

A fraqueza da pregação em nossos dias não brota de lábios excêntricos e frenéticos que discursam sobre o inferno; resulta de homens que comprometem a mensagem e temem proclamar a Palavra de Deus com poder e convicção. A igreja certamente não manifesta uma superabundância de pregadores sinceros e objetivos; de fato, ela parece repleta de ministros que adulam os homens (Cf. Gl 1:10).

Sutilmente, em vez de uma vida transformada, é a aceitação por parte do mundo e a quantidade de pessoas presentes aos cultos o que vem se tornando o alvo maior da igreja contemporânea.

Contudo, devemos estar conscientes de que tamanho de igreja não é sinônimo da bênção de Deus; e a popularidade não é barômetro de sucesso. O verdadeiro sucesso não é prosperidade, poder, proeminência, popularidade ou qualquer outro conceito mundano de sucesso. Sucesso genuíno é fazer a vontade de Deus apesar das consequências!

Muitos cristãos professos aparentam se importar mais com a opinião do mundo do que com a de Deus. As igrejas manifestam tanta preocupação em agradar os não-crentes, que muitas esqueceram que seu primeiro propósito é agradar a Deus (II Co 5:9). A igreja se contextualizou a tal ponto, que se deixou corromper pelo mundo.

Nós, que amamos o Senhor e à sua igreja, não devemos ficar assentados enquanto a igreja ganha ímpeto em direção ao declínio que leva ao mundanismo e ao comprometimento do evangelho. Homens e mulheres pagaram com seu próprio sangue o preço de passarem a nós uma fé genuína. Agora é a nossa vez de preservarmos a verdade; e esta é uma tarefa que requer coragem, sem compromisso com o erro. Trata-se de uma responsabilidade que exige devoção inabalável a um propósito muito específico!


Um Abraço no seu coração
Fique na Graça e na Paz do Senhor Jesus
Pr. William Thompson

Vi no blog Refletindo.com http://refletindopontocom.blogspot.com.br
John McArthur, Com Vergonha do Evangelho, (São José dos Campos, SP. Editora Fiel, 1997). Trechos selecionados dos três primeiros capítulos.









quinta-feira, 16 de agosto de 2012

- VERDADEIRO OU FALSO?


Nós vivemos nos dias atuais uma verdadeira dicotomia, entre o que é falso e o que é verdadeiro!

É bem fácil encontrarmos pessoas usando roupas de “marca” que elas mesmas sabem serem falsas, pirataria, mera imitação, mas a vontade de ostentar a marca “x” no tênis a marca “y” na camisa e assim por diante não as faz pensar que estão dando preferência ao falso, por não poder ou não querer pagar o preço do que é verdadeiro. Muitas pessoas alegam que a pirataria é tão perfeita que muitas vezes não se pode definir o falso do verdadeiro, mas um conceito bem interessante é que para reconhecer o que é falso basta conhecer o que é verdadeiro! Uma vez conhecedor da verdade o que é falso não terá mais o poder de enganá-lo, uma vez conhecendo o que é verdadeiro o falso não lhe encherá os olhos. E conhecereis a verdade e a verdade vos libertará.(João 8:32 ).

Se perguntarmos a uma pessoa se ela é falsa, com certeza ela vai responder que não, pois ninguém se acha falso.

Isso é verdadeiro, quando nos decepcionamos com alguém e achamos que a pessoa foi falsa, na realidade ela não foi, ela foi verdadeira, ela agiu de acordo com a sua natureza, essa é a realidade dessa pessoa, nós é que não a conhecíamos o suficiente e acabamos por confiar em quem não merecia tanta confiança!


Existe uma parábola africana que descreve muito bem o comportamento de um ser verdadeiramente falso:

O Sapo e o Escorpião

Certa vez, um escorpião aproximou-se de um sapo que estava na beira de um rio.
O escorpião vinha fazer um pedido:"Sapinho, você poderia me carregar até a outra margem deste rio tão largo?"

O sapo respondeu: "Só se eu fosse tolo! Você vai me picar, eu vou ficar paralisado e vou afundar."
Disse o escorpião: "Isso é ridículo! Se eu o picasse, ambos afundaríamos."
Confiando na lógica do escorpião, o sapo concordou e levou o escorpião nas costas, enquanto nadava para atravessar o rio.
No meio do rio, o escorpião cravou seu ferrão no sapo.
Atingido pelo veneno, e já começando a afundar, o sapo voltou-se para o escorpião e perguntou: "Por quê? Por quê?"
E o escorpião respondeu: "Por que sou um escorpião e essa é a minha natureza."

“Antes eu te conhecia de ouvir falar; mas agora os meus olhos podem te ver.” (Jó 42:5).

Vamos fazer uma análise de convivência humana no texto acima: Jó está falando com Deus que pelo ouvir falar dEle, pensava que O conhecia, mas agora ele, Jó, O conhece por andar com Ele, o Senhor. Compreenda este “andar” como conviver, viver junto, buscar experiência, ter intimidade etc.

O sapo conhecia a fama do escorpião, mas só se deu conta de que o estava verdadeiramente conhecendo quando perguntou: “Por quê? Por quê?” Só naquele momento o sapo percebeu que estava conhecendo a verdadeira personalidade do escorpião!

Assim são as pessoas.

Falsidade é quando alguém começa uma relação com a intenção pré-determinada de enganar alguém, não se importando com os danos que isso poderá acarretar na vida da outra pessoa. A falsidade fica configurada, pois a atitude é direcionada a alguém, sendo o comportamento “normal” com as demais pessoas do círculo de relacionamento!

Dá para sentir a alegria de Jó ao dizer a Deus que agora o conhece por andar com Ele!

Na ótica humana pode ser depois da decepção de uma relação verdadeiramente falsa que um amigo diga ao outro: “antes eu te conhecia de ouvir falar, mas agora eu andei com você”.

Minha querida esposa tem um senso bastante apurado para observar as pessoas e por diversas vezes me alertou sobre o comportamento verdadeiramente falso de algumas pessoas a minha volta; entre os que se diziam meus amigos.

É daí que me veio a análise às avessas do texto de Jó 42:5, pois muitas vezes somos alertados sobre alguém, suas atitudes, seus maus hábitos, mas mesmo assim iniciamos uma caminhada juntos e só no momento em que a máscara cai é que podemos ver que por debaixo do cordeiro havia um lobo ávido por nos derrubar e tudo que essa pessoa queria era sugar o nosso melhor!

Mas nisso tudo há um consolo:

- A quem você tem, verdadeiramente, entregado o seu melhor?

Se é ao Senhor, que verdadeiramente é o merecedor de toda honra, toda glória e todo louvor e toda adoração, você vai observar que o seu falso amigo acabará por sair com as mãos vazias.

Isso não quer dizer que não haverá sofrimento e decepção, mas o próprio Deus prometeu que sararia toda ferida e enxugaria dos nossos olhos toda lágrima.

Use de cautela, aprenda a conhecer as pessoas, não se deixe levar por sorrisos e tapinha nas costas, observe a árvore e os frutos. Jesus nos manda ligar a luz amarela em Mateus 7:15-23 Acautelai-vos, porém, dos falsos profetas, que vêm até vós vestidos como ovelhas, mas, interiormente, são lobos devoradores. Por seus frutos os conhecereis. Porventura colhem-se uvas dos espinheiros, ou figos dos abrolhos? Assim, toda a árvore boa produz bons frutos, e toda a árvore má produz frutos maus. Não pode a árvore boa dar maus frutos; nem a árvore má dar frutos bons. Toda a árvore que não dá bom fruto corta-se e lança-se no fogo. Portanto, pelos seus frutos os conhecereis. Nem todo o que me diz: Senhor, Senhor, entrará no reino dos céus, mas aquele que faz a vontade de meu Pai, que está nos céus. Muitos me dirão naquele dia: Senhor, Senhor, não profetizamos nós em teu nome, e em teu nome não expulsamos demônios, e em teu nome não fizemos muitas maravilhas? E então lhes direi abertamente: Nunca vos conheci; apartai-vos de mim, vós que praticais a iniquidade.

A falsidade não é a simples falta da verdade, é, muitas vezes, a vontade pré-estabelecida de se enganar a uma ou a várias pessoas e sempre há um objetivo por trás de toda falsidade.

Se dermos uma cédula falsa de Cem Reais nas mãos de um caixa de banco imediatamente ele a recusará, pois seu tato já conhece a textura de uma cédula verdadeira, por isso volto a declarar: “para reconhecer o que é falso, basta conhecer o que verdadeiro”.

OBSERVE:

Diz o ditado que nós só conheceremos uma pessoa após comermos junto com ela um saco de sal – se o ditado estiver correto levaríamos mais de 16 anos para comer a nossa metade, isso se dividirmos igualmente na proporção 50/50.

Uma pessoa saudável, segundo recomendações, deve comer de 4 a 6 gramas diárias de sal - vamos ficar com a média: 5 gramas. Um quilo tem 1.000 gramas, uma saca de 60 quilos de sal contém 60.000 gramas do produto; é muito sal. A nossa metade equivaleria então a 30.000 gramas que consumidos a uma porção de 5 gramas diárias, seriam 6.000 dias comendo sal junto com uma pessoa para conhecê-la de fato.

Um ano é igual a 365 dias, isso quer dizer que 6.000 dias são exatamente 16,438356 anos. Se fôssemos conviver com uma pessoa durante todo esse período, talvez ainda assim não a conheceríamos verdadeiramente.

O sal é bastante apropriado para descrever as dificuldades da convivência. Se você foi capaz de dividir uma saca de sal com alguém, pode apostar que no mínimo você testou os seus próprios limites.

PARA FINALIZAR: depois disso tudo, a ficha cai e você entende: “perdi a inocência”! 


PENSE:

“Não se arrependa jamais de ter conhecido algumas pessoas em sua vida. Por que as pessoas boas te trazem felicidade, as pessoas ruins te trazem experiências, e as pessoas más te trazem um lição. Em todas ocasiões você ganha alguma coisa, por que na vida tudo que você aprende te torna um verdadeiro vencedor!”







Um abraço no seu coração
Fique na Graça e na Paz do Senhor Jesus
Pr William Thompson



terça-feira, 7 de agosto de 2012

- O SENHOR É O MEU PASTOR



O termo pastor nos remete imediatamente a algum tipo de animal. A Bíblia nos diz no Livro de 1º Samuel cap. 16, versos 11a 13 que Davi era pastor de ovelhas. No evangelho de Lucas cap. 15 do verso 11 ao 32, Jesus nos fala na parábola do filho pródigo que o jovem foi pastorear porcos. Mas ao que sempre nos reportamos quando falamos de pastor é lembrar ovelhas e vice versa! O próprio Jesus diz que Ele é o Bom Pastor que dá a vida pelas suas ovelhas e que elas o conhecem (João 10:11 e João 10:14)!

Mas o termo não é usado de maneira aleatória, existe um motivo lúcido para que nós sejamos comparados à ovelhas, que fazemos parte de um rebanho e que existe e existirá sempre um pastor para cuidar de nós, enquanto ovelhas (existem também os lobos).

VEJAMOS OS MOTIVOS:

. OVELHAS são animais especiais, não sobrevivem em qualquer lugar, precisam da presença constante de um “pastor” que as conduza.

. OVELHAS não comem qualquer tipo de grama e precisam de um pastor que saiba encontrar e escolher o melhor pasto.

. OVELHAS só bebem água corrente, não suportam água parada, nem tampouco águas muito caudalosas, por isso o pastor precisa mantê-las sempre próximas de riachos limpos e tranquilos.

. OVELHAS não conseguem viver sozinhas, precisam de companhia o tempo todo. Por isso quando uma resolve pular a cerca do redil várias outras vão atrás, ficam temerosas de ficarem para trás e sós. Elas têm uma tendência natural para a depressão e o pastor precisa estar atento ao comportamento “social” das ovelhas.

.OVELHA só descansa quando confia. Uma ovelha só se deita para descansar quando ela confia no seu pastor, quando ela tem certeza de que ele não dormirá e não permitirá que os lobos ataquem o aprisco.

. OVELHA que confia, descansa e quando descansa sua lã fica mais limpa, mais pura, mais macia e até os seus ossos ficam mais fortes. O pastor precisa desfrutar da confiança do rebanho.

. OVELHAS que participam de concursos e que precisam estar sempre sendo deslocadas de um lado para o outro constantemente são transportadas em cabinas especiais e na parte da frente dessa cabina vai uma fotografia grande do seu tratador (seu pastor) para que ela tenha sempre a sensação de que não está desamparada. O seu pastor está ali, olhando para ela o tempo todo.

Reporte-se ao Salmo 23:

- O SENHOR é o meu pastor, nada me faltará.
- Deitar-me faz em verdes pastos, guia-me mansamente a águas tranquilas.
- Refrigera a minha alma; guia-me pelas veredas da justiça, por amor do seu nome.
- Ainda que eu andasse pelo vale da sombra da morte, não temeria mal algum, porque tu estás comigo; a tua vara e o teu cajado me consolam.
- Preparas uma mesa perante mim na presença dos meus inimigos, unges a minha cabeça com óleo, o meu cálice transborda.
- Certamente que a bondade e a misericórdia me seguirão todos os dias da minha vida; e habitarei na casa do SENHOR por longos dias.

1º PONTO: - O SENHOR é o meu pastor, nada me faltará. É a ovelha que confia que o seu pastor é seu provedor, nada lhe faltará; seja o que for;

2º PONTO: - Deitar-me faz em verdes pastos, guia-me mansamente a águas tranquilas. A ovelha conhece, confia, descansa, se alimenta e sacia sua sede pois sabe que seu pastor vai lhe dar sempre o melhor;

3º PONTO: Refrigera a minha alma; guia-me pelas veredas da justiça, por amor do seu nome. A ovelha não pode ser criada em qualquer tipo de clima, por isso o salmista diz que o seu Pastor refrigera-lhe a alma e isto feito o rebanho é sempre conduzido por caminhos seguros com todo o carinho e amor que existem no coração do pastor;

4º PONTO: Ainda que eu andasse pelo vale da sombra da morte, não temeria mal algum, porque tu estás comigo; a tua vara e o teu cajado me consolam. A ovelha sabe que se ela se distanciar do rebanho sua falta vai ser notada e mesmo que ela esteja em perigo, o pastor vai deixar o rebanho em segurança e irá buscá-la, onde quer que ela esteja; na praia ou no penhasco e sabe também que precisará ser humilde, pois com todo amor e carinho o pastor vai usar o cajado para discipliná-la;

5º PONTO: Preparas uma mesa perante mim na presença dos meus inimigos, unges a minha cabeça com óleo, o meu cálice transborda. A ovelha sabe que ela é o prato preferido dos lobos, mas sabe também que seu pastor vai levá-las a pastos verdejantes, verdadeiras mesas de banquetes em locais rodeados de lobos e não permitirá que eles lhes façam mal algum. A unção com óleo é o diferencial na vida da ovelha obediente e o cálice transbordante é o que contagia umas às outras para que o rebanho cresça, para que o rebanho se reproduza, ovelha gerando ovelha;








6º PONTO: Certamente que a bondade e a misericórdia me seguirão todos os dias da minha vida; e habitarei na casa do SENHOR por longos dias. Cada ovelha bem cuidada torna-se uma ovelha produtiva e quanto maior o amor dedicado pelo pastor, maior será a reprocidade, a fidelidade do rebanho, que crescerá e habitará em segurança no aprisco do BOM PASTOR!

Jesus é o nosso Sumo Pastor, Ele tem nos guardado dos lobos, do inimigo devorador. Sofreu a nossa morte para que tivéssemos vida e vida em abundância, como diz a canção: “ ...pois morreu a nossa morte pra vivermos Sua vida, nos trouxe grande salvação...”





Um abraço no seu coração
Graça e Paz
Pr William Thompson